segunda-feira, setembro 18, 2017

Como que come nos EUA?




Olá!
Tudo bem?

Hoje eu gostaria de falar sobre a principal diferença entre a alimentação do que eu estava acostumada no Brasil e aqui nos EUA. Só gostaria de dizer que essas são as minhas impressões, de acordo com a minha experiência, vivência e dia-a-dia.

Bom, uma das principais dificuldades que tenho sentido aqui no EUA é o tipo de alimentação que eles têm. Diferentemente do que muitas pessoas pensam, eles não vivem a base de fast food, comidas fritas e gordurosas. 

A maioria das famílias compram comidas orgânicas, frescas e naturais. Mas até aí tudo bem. O que me deixou mais encafifada é a maneira que eles comem. 
Eles não fazem refeições grandes, com frutas, pães, café com leite e queijo e presunto de manhã. Nem aquele pratão de arroz, feijão, bife, salada e ovo no almoço. Muito menos aquele saladão, sanduíche ou pizza na janta.

Vou falar agora sobre como é aqui em casa no dia-a-dia. De manhã eles costumam comer cereal com leite.

O almoço e a janta costumam ser bem parecidos, porções pequenas de algum vegetal (tomate cereja, pepino ou brócolis), uma fatia de presunto, bolacha de agua e sal e às vezes algum resto de ontem (linguiça, frango ou batata) hahah. E uma fruta. SIM, A FRUTA JUNTO DENTRO DO MESMO PRATO. Outro dia foi nuggets e melancia junto e só.

E entre cada uma das refeições eles têm esses snacks, que variam entre frutas, iogurte, queijo, suco, bolachinha, etc. Na verdade a cada 30 minutos eles costumam comer alguma dessas coisas. Eles têm snacks o tempo todo. O TEMPO TODO.

Como eu achei muito diferente ao que estava acostumada no Brasil, no começo eu tentava acompanhá-los nesse ritmo de comidas, mas não consegui. Eu sou “pedreira” e tento sempre comer como estou acostumada. Um dia fiz arroz e feijão e deixei porções congeladas, e quando sinto que preciso de “sustância”, eu esquento elas. 

Uma dica que dou é essa: procurem coisas que vocês sentem que vão sustentar, prepare mesmo que uma grande quantidade e congele. Não dá para mudarmos os hábitos deles, mas podemos nos adaptar a situação, afinal precisamos de energia o suficiente para tantas tarefas de au pair.

Um beijo!

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