terça-feira, março 03, 2015

Larguei tudo e virei... babá.


Oi pessoal! Primeiramente eu gostaria de fazer uma apresentação rápida, já que é a primeira vez que escrevo aqui!

Meu nome é Mariana Rezende (Faria Rodrigues - só eu quero ter sobrenome)  e tenho 26 anos. Nasci em Minas, fui criada no interior de SP, mas só cresci mesmo nos EUA. Caso queiram ligar meu nome a pessoa, deixo aqui meu Facebook e meu Instragram
  
Sou advogada por vocação e au pair por opção. Estou nos EUA faz pouco mais de 1 ano e meio, já tive 2 rematchs, morei em 3 estados (incluindo California e NY) e já passei por maus bocados aqui, mas isso tudo vai ser tema para um próximo post. 

Dessa vez eu vim falar sobre aquela dúvida que muita gente, principalmente os mais velhos e já formados, têm: e agora? Largo tudo pra ser babá?





Pra falar sobre isso, vou contar um pouquinho como era a minha situação no Brasil 6 meses antes do meu embarque: recém formada na faculdade que eu sempre sonhei, com um namorado pelo qual eu era loucamente apaixonada, um emprego ótimo que me fazia muito feliz e aquele sonho adolescente de fazer intercâmbio trancado no fundo de uma gaveta junto com cartas perfumadas e camisetas assinadas. 
Tudo parecia estar onde deveria estar e eu achava que estava SUPER feliz. Mas nem tudo são flores na nossa vida, e comigo não foi diferente: reprovei na prova mais importante da minha vida, que me daria direito a exercer minha profissão, aquele namorado que eu amava resolveu que não me amava tanto assim e que ia ser feliz com outra e minha chefe também decidiu que me demitir parecia uma boa ideia - é, isso tudo ao mesmo tempo. 

Então lá estava eu: desempregada e desamparada. Tive que sair do meu apartamento, voltar a morar com meus pais, conviver com o peso do término, da demissão, da reprovação, de tudo. Foi quando alguém sugeriu: por que você não larga tudo e vai fazer um intercâmbio? E a única coisa que eu conseguia pensar era: tudo o que?



E, de fato, naquele momento o meu tudo era muito vago. Eu tinha minha família e meus amigos, é claro, mas eu sabia que eles estariam lá quando eu voltasse. Fora isso, o tudo que eu tinha era nada perto do que eu queria ter. Eu queria mais. Eu queria um motivo pra (re)começar. 


Depois de tantos anos morando sozinha e me sustentando, fazer um intercâmbio bancada por papai e mamãe não era uma opção. Como todo mundo, fui atrás de uma opção barata e surgiu o programa Au Pair. Eu soube imediatamente que não seria o programa dos sonhos, mas seria possível. Quando contei pra minha mãe, acho que ela pensou em me internar. Naquela altura eu já tinha passado na bendita prova e estava fazendo um monte de entrevistas de emprego. Ela falou que eu estava louca, que eu tinha estudado MUITO pra me formar e passar na prova (e nem ela imaginava o quanto) e que não fazia o menor sentido eu “largar tudo pra virar babá”. E aí eu nem tive muito trabalho pra explicar pra ela que eu já não tinha mais “nada” e que tudo que eu precisava era uma razão pra voltar a querer ter tudo de novo. 




Não foi fácil convencê-la (e confesso que, até hoje, ela não está plenamente convencida), mas eu tive/tenho 3 pessoas que foram fundamentais nessa batalha de “amansar" minha mãe: meu pai, minha melhor amiga e minha agente! Meu pai, na posição de pai, usava o argumento de que eles sabiam que eu quis isso minha vida toda e deveriam me dar uma chance; minha melhor amiga usava o argumento de que eu precisava sair de perto de tudo (e todos) que me lembrasse meu passado não tão distante; e minha agente, obviamente, tinha o discurso pronto pra convencer qualquer um. Minha mãe não concordou, mas respeitou. Falou que eu era grandinha e sabia o que fazer da minha própria vida, essas coisas de mãe (nem sempre). Eu, em contra partida, não queria ser injusta por todos os anos que eles investiram na minha educação, então prometi pra ela que eu ia estudar nos EUA. Estudar DE VERDADE. Prometi que voltaria com alguma coisa a mais do que um diploma de inglês (que eu já tinha). 

Peço licença para um momento brega, mas bem explicativo do que veio a seguir - “(...)a minha mãe naquele dia me falou do mundo como ele é, parece que ela conhecia cada pedra que eu iria por o pé…”. Foram muitaaaas pedras, rochas, montanhas e vou ter a chance de dividir isso com vocês ainda. Mas ela nunca, em momento nenhum, falou “eu avisei” (por mais que tivesse avisado). O discurso da minha mãe, do dia que eu assinei aquele contrato até hoje é o mesmo: eu preferia você aqui, mas você sabe que pode voltar quando quiser e que, enquanto estiver aí, você tem o nosso apoio.

Eu seria muito hipócrita de dizer que sou plenamente feliz aqui, porque não sou. Eu estou longe de quase tudo que amo e minha frustração por ter passado os últimos 19 meses longe da profissão que escolhi pra mim me maltrata a cada dia. Não é fácil levantar toda manhã e lembrar que meu diploma está pendurado na parede sem nenhuma utilidade. Não é fácil lembrar o quanto estudei pra não usufruir disso nos últimos anos. Não é fácil ver meus colegas de faculdade crescendo e se desenvolvendo enquanto eu estou estagnada.Não é fácil ver meus hosts chegando em casa toda noite e contando os “causos” do trabalho (os dois tem a mesma profissão que eu), enquanto o ápice do meu dia foi o meu kid não ter feito xixi na cama e a coisa mais difícil que fiz foi ajudar na conta de subtração do homework de matemática da segunda série. 


Confesso também que essa não foi a vida que planejei pra mim. Eu achava 
que me casaria aos 24 (eu tinha um noivo até os 22), viajaria o mundo e teria um casal de gêmeos aos 26, quando já estivesse estabilizada profissionalmente. Bom, estou beirando os 27 e não tenho um namorado (quanto mais um marido, 2 filhos e 1 cachorro), nem um emprego e muito menos vários carimbos no meu passaporte, mas eu sem duvidas vivi e amadureci mais aqui nesses quase 2 anos do que teria feito em 10 se tivesse vivendo a minha “vidinha dos sonhos”. O meu acerto foi sair da minha zona de conforto, foi não ter medo de arriscar, não ter medo de perder. Eu perdi siiim e eu ainda estou perdendo, mas eu prefiro pensar no tanto que ganhei em troca. 

Ganhei pessoas, conheci lugares, adquiri conhecimento, desenvolvi paciência, aprimorei maturidade e até aprendi a fazer arroz (e a dar mais valor pro feijão). E se eu não desisti disso até hoje, é porque está valendo a pena PRA MIM. Eu cumpri a promessa que fiz a minha mãe e estou fazendo uma especialização na minha área. Toda vez que eu entro na sala de aula e lembro de tudo que passei pra chegar aqui e penso em todos os frutos que vou colher por isso. Eu lembro que estou assistindo uma aula totalmente técnica em inglês (e entendendo!), eu lembro que estou em uma das maiores universidades do mundo e eu lembro que era isso que eu estava buscando quando eu saí de lá. E quer saber a verdade? Eu tenho MUITO orgulho de mim (e sei que minha mãe também tem)!!!

Eu decidi, quando entrei naquele avião, dar um passo pra trás, porque eu sei que quando eu sair desse avião, eu darei dois passos pra frente.
E se alguém me perguntar “como você está falando que abriu mão de tudo se no começo do post você falou que não tinha nada?” eu falarei que você tem razão, é verdade. Mas o que estou querendo dizer é que de um dia pro outro você pode acordar sem nada, como aconteceu comigo. Então não tenha medo de adiar o seu tudo - ele será seu no momento certo.

Então, pessoal, fica aqui o meu conselho: não tenham medo de abri mão de um sonho em prol de outro. Na maior parte do tempo, não dá pra ter tudo nessa vida, então pensem no que vocês querem pra vida de vocês naquele momento, mesmo que isso implique em perdas. Não se sintam fracassados/derrotados/menosprezados por caminharem pra "trás" - as vezes é um mal necessário pra voltar a caminhar pra frente; as vezes, você está mesmo caminhando pra frente e nem imagina. E, principalmente, não se esqueçam que se cada escolha é uma renúncia, cada renúncia é uma escolha :)

E minha mãe? "Eu sei que ela nunca compreendeu os meus motivos de sair de lá, mas ela sabe que depois que cresce o filho vira passarinho e quer voar. Eu bem queria continuar ali, mas o destino quis me contrariar e o olhar de minha mãe na porta eu deixei chorando a me ABENÇOAR!"

41 comentários:

  1. Adorei seu post, muito bom!! Eu estou na fase do application e com mil tipos de medo (ou talvez bem mais de mil haha) de tudo que vou deixar pra trás.. Mas estou confiante que muita coisa me aguarda lá pra cima da linha do Equador!

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    1. Obrigada, Mayara!
      Me preocuparia se você não tivesse medo de nada! Nunca é fácil deixar alguma coisa que a gente gosta pra trás, mas sem duvida nenhuma o que é seu continuará sendo seu quando (e se...) vc voltar!!
      beijos

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  2. Mariana, obrigada. Hoje eu precisava ler exatamente isso que você escreveu. Eu tenho quase 24 anos e a formação que pedi a Deus.Quanto mais próximo chego do meu match mais eu me questiono sobre o valor do meu TUDO. Acredito que não devemos no apressar, somos jovens ainda, deixe a vida acontecer.
    Beijão

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    1. Francieli, eu que agradeço pelo comentário positivo.
      E vc esta certissima... vc tem uma vida toda pela frente ainda e está muito cedo pra se prender ao seu tudo. Deixa essa parte lá pra frente, pra quando VOCE deixar de ser sua única responsabilidade. Boa sorte!!!

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  3. Anônimo3/3/15

    nossa, um dos melhores post, amei e me encorajou
    muito obrigado!

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    1. obrigada você! Muito bom poder ajudar de alguma forma :)

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  4. Mariana, ameeeei seu post, arrepiei aqui. Estou passando por um momento muito complicado, e me identifiquei muito com você, estou no ultimo ano da faculdade de Direito, desesperada pra passar na OAB ainda este ano, porque quero embarcar ano que vem. Assim como a sua, minha mãe acha loucura, mas já aceitou. Sua historia me encorajou. E sei que essa experiência vale a pena.

    Boa sorte, tudo de bom. E muito obrigadaaaa :D

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    1. Opa, você sabe bem como é isso então, né? Tenha sempre em mente que tudo vem em seu tempo... a aprovação na OAB e o embarque se encaixam nessa regra. Vai dar tudo certo!!! Obrigada pelas palavras e boa sorte pra vc tbm! beijos

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  5. Lacrou!

    Adorei o post!

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  6. Adorei seu post, Mariana! Obrigada por dividir sua experiência!
    Pois é, ainda estou na fase do application, mas até eu ter coragem de me inscrever demorou, pensava muito no que ia deixar, mas também temos que focar no que vamos ganhar nesse período, o amadurecimento que teremos!
    Boa sorte com tudo! Bju

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    1. Só de cogitar a possibilidade, vc foi muito corajosa. Não tenha duvidas que vc vai ganhar muito mais do que perder!
      Obrigada e boa sorte pra vc tbm :)
      beijos

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  7. Parabéns pelo post e pela atitude! :)

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  8. Gostei muito do seu post, Mariana. As pessoas realmente não entendem porque queremos fazer este intercâmbio. Elas falam de tantas coisas ruins que podem acontecer e sabemos que algumas podem mesmo acontecer (algumas até acontecerão), mas temos esse sonho de nos aventurar em culturas diferentes. Isso é a nossa motivação.
    Continue firme aí até o tempo necessário e retorne ao Brasil como vitoriosa. Que Deus continue te abençoando.

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    1. Obrigada, Flávia. Tirando as pessoas que acham que seremos traficadas pra Turquia pra virar escravas sexuais (hahahahah), me arrisco a dizer que ninguém nem imagina quão difícil pode ser até que vc viva isso, mas posso te garantir que a experiência vale MUITO a pena, seja qual for o saldo final!
      Amem!!!! Obrigada

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  9. Gostei muito do seu post, Mariana. As pessoas realmente não entendem porque queremos fazer este intercâmbio. Elas falam de tantas coisas ruins que podem acontecer e sabemos que algumas podem mesmo acontecer (algumas até acontecerão), mas temos esse sonho de nos aventurar em culturas diferentes. Isso é a nossa motivação.
    Continue firme aí até o tempo necessário e retorne ao Brasil como vitoriosa. Que Deus continue te abençoando.

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  10. Cris3/3/15

    Nossa amei o post, eu estava iniciando meu app qdo surgiu uma oportunidade muito boa pra ficar... E confesso que estou optando por ficar pela minha família, ninguém entende a nossa motivação em querer ser au pair..
    Mas esse sonho ainda está aqui guardado quem sabe um dia tbm jogarei tudo pro alto e ser babá..

    Deus te abençoe nesta jornada, abraços.

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    1. Obrigada, Cris.
      Abrir mão do seu sonho é um ato tão corajoso quando vive-lo.
      Tudo tem o tempo certo pra acontecer. Deus não demora, ele capricha.
      Boa sorte na sua escolha!!!

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  11. Mariana,
    Não tenho uma palavra pra descrever como ficou maravilhoso seu post. Adoreiii.
    Amei sua histórico e sua coragem. E vou adorar ler suas histórias.
    Eu ao contrário, estou indo sem profissão, e espero decidir o que fazer depois de aproveitar essa possíveis dois anos que tenho num lugar que eu sonho em morar.
    Já estou te seguindo no insta.
    Beijoos.

    futureaupair2015.blogspot.com.br

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    1. Muito obrigada pelas palavras, Leticia! To muito feliz com tantos comentários positivos!
      Pode ter certeza que esse tempo aqui vai mudar sua percepção do mundo e com certeza vai fazer com que vc se decida por muita coisa... de repente vc até decide fazer college por aqui ;)
      Boa sorte!!!
      beijos

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  12. Mariiii. Nem acreditei quando esbarrei no teu post aqui. Vou acompanhar sempre. Tu tem as mais inipiradoras e melhores histórias. :) aguardando ansiosa o post do mes que vem!!

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    1. Aii Prii, que delicia ler seu comentário! To feliz de poder ajudar as meninas de alguma forma, aconteceu tanta coisa comigo aqui que acho um desperdício guardar só pra mim, hahahaha .... Obrigada!!! beijão

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  13. Simplesmente um dos melhores posts que ja li. Parabens e ja torco pra dar tudo certo pra vc.

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  14. Anônimo4/3/15

    Um post como há muito não se via! Mariana, acho que é vc que fala no video da Tati Fazzio sobre os rematchs... mulher, tu tem fibra viiu!!! Torcendo por você.

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    1. Sim, sou eu mesma! Muito obrigada pela torcida (e pela lembrança)!!!

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  15. ótimo post! Me fez ter coragem de não desistir, apesar de não ser o programa dos sonhos e nem o mais fácil. e apesar de estar presa por aqui pela falta da cnh.

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    1. NAO DESISTA!!! Esse não vai ser o primeiro e nem o ultimo obstáculo dessa jornada, mas parafraseando Hannah Montana :p " não é sobre o quão rápido eu chegarei lá, não é sobre o que está esperando do outro lado.. é a escalada!" . Por mais difícil que seja o caminho,a vista sempre vale a pena ;)

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  16. Muito bom Mari, adorei!

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  17. Mari...
    Parabéns que lindo... e emocionante, me identifiquei muito viu passei por uns bons bocados também. E nao vejo a hora de embarcar.
    Bjao

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    1. Obrigada, Bruna! Ja ja vc tá aqui e vai entender como cada perrengue vale a pena!
      beijos

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  18. Anônimo4/3/15

    Nossa Mari...esse post era tudo que eu precisava hoje...tenho 25, formada, trabalho, familia e namorado...mas mesmo assim penso que devo largar tudo e viver essa experiência. Sei que todo mundo vai me achar maluca, mas como você disse, algumas vezes é preciso andar um passo pra trás pra voltar muito a frente.
    Obrigada por compartilhar e continue compartilhando os seus posts!! (Me emocionei aqui...rsrs..)
    Grande abraço!!

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    1. Eu que agradeço pelo comentario, fico muito feliz mesmo em poder ajudar de alguma forma! Os que me chamaram de maluca hoje tão querendo trocar de lugar comigo!
      Obrigada mesmo e boa sorte!!!!!

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  19. Anônimo11/4/15

    Mari, como conseguiu fazer a especialização nos EUA CONTAAA

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    1. Também quero saber!

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    2. Meninas, fiz um post sobre isso mês passado, vcs viram?!

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  20. Olá Mariana,
    Adorei seu post, me identifiquei bastante, ainda mais na parte de morar sozinha rs
    Eu ainda nao comecei o processo, mas meu sonho é antigo, assim como o seu foi..
    Estou numa época da minha vida, que tbm preciso (re)começar, QUERO TUDO NOVO
    O emprego não vai tão bem, tranquei minha faculdade por falta de grana e namorado??? HAHAHAH nao sei o que é...
    Acho que seria um grande e belo momento, me arriscar nessa nova jornada!!
    Leio bastante muitas experiencias (boas e ruins) sei que no momento será muito bom pra mim, como foi para muitas meninas, eu tenho apenas o apoio MORAL da minha irmã, somente. Ás vezes paro e penso se realmente vale a pena, tento ser forte me fazendo de surda para algumas criticas, mas como é dificil...ainda mais, quando tudo depende somente de voce....complicado! Mas, nao desistirei..vi seu video do dois rematch (NOSSA) foi tenso, passar por tudo FOI...mas veja aonde esta agora, as vezes certas coisas sao necessárias né...''É UM MAL NECESSÁRIO'' nunca me esquecerei dessas palavras, se encaixa em absolutamente tudo na vida!! Muito Obrigada pela leitura, te acompanharei nos próximos posts!!! Um bjo

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  21. Adorei seu post, Mariana! Maravilhoso! Ele tá traduzindo muito do que eu estou vivendo agora, com meus pais e a escolha de fazer o intercâmbio logo após a formatura em Direito numa boa universidade e com uma oportunidade de emprego batendo na porta. Muito obrigada por esse incentivo! :)

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  22. Mari preta, tão querida!! Comecei assim pra ver se vc se lembraria de mim... a Mari branca!! Hahahahaha ficamos um tempo juntas na ambev, lembra? Que fase boa... de almoços no pé sujo, de pegar o ônibus pra facul junto com o Nico... saudades!! Hj acordei e pensei em vc... procurei nos e-mails antigos daquela época o seu nome completo e coloquei no google... fico muito feliz que vc está bem e crescendo tanto!!! Tb tive que fazer algumas escolhas e, ao ler o seu texto, lembrei que minha mãe dizia: "é preciso recuar para depois avançar!!". E assim a vida segue!!! Vou adicionar vc no insta!!! Um super beijooooo e seja sempre muito feliz!

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