Pessoas que largaram tudo para se aventurar nesse mundão de Au Pair!

Inserir ou não o Au Pair no currículo?

O que as empresas precisam ultimamente é de gente inteligente e que aprende rápido. E esse tipo de habilidade nós, au pairs, temos de sobra!

Au Pair na Europa

Você tem mais que 26 anos? Não tem CNH? É casada ou tem filhos? Ou também não tem como comprovar sua experiência com crianças? Talvez fazer o programa de Au Pair na Europa seja uma boa alternativa pra você.

Agências para os Estados Unidos

Tudo sobre diversas agências que fazem o programa de Au Pair para os Estados Unidos.

Mostrando postagens com marcador Valquíria Molina. Mostrar todas as postagens
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17 fevereiro 2019

Despedida do blog

Oi gente! 

Tudo bem com vocês?

Como adiantei mês passado, este é meu post de despedida do blog e da vida de au pair. E na vida real estou me despedindo do au pair exatamente hoje dia 17. Confesso que a últimas semanas aqui em Chicago não foram fáceis. Ao mesmo tempo em que há a ansiedade de voltar pra casa, rever todos e retomar a vida há também o sentimento de “nunca mais” envolvido. Essa experiência é tão única e grandiosa que só se vive uma vez (claro que tem menina que faz o au pair duas vezes mas acho que são casos mais raros hahaha). Você não sabe quando vai rever suas kids de novo, nem os amigos que você fez. Pra mim particularmente essas semanas finais foram complicadas, tudo se tornou mais intenso e o sentimento de estar fazendo ou comendo algo pela última vez deu as caras várias vezes. No entanto acho que a saudade das kids e do dog (haha) vai ser a parte mais complicada pra mim. Fiquei muito apegada aos três e ontem vi que uma das minhas meninas fez um mural com fotos nossas que eu tinha dado a ela, quase morri de amores e (já) de saudade. Já que não posso postar foto delas, segue foto da despedida: ♥️


Minhas amigas e meu host dog maravilhoso 💙



Mas também encerro, com alegria, essa etapa tão enriquecedora na minha vida. A gente aprende, cresce, erra, chora, ri, se emociona e se encanta. É um tempo gostoso, que vai deixar saudade. E eu só tenho a agradecer por tudo que vivi aqui nos EUA, pelos amigos que encontrei, aliás! pausa pra falar desses amigos. Amigas no caso. Eu já disse algumas vezes que me arrependo de não ter feito amizades estrangeiras, mesmo morando no exterior...é aquela velha história de "brasileiro atrai brasileiro". No entanto fiz amizades lindas, pra vida! E percebi que aqui a gente precisa de amizades, de amigas que tão ali pra te ajudar, pra ir no cinema com você, pra ir ver loja de 1 dólar, pra te buscar pros rolês, pra ver filmes ruins juntas, pra cozinhar uma comida (com glúten por favor), pra tirar fotos, pra passar frio, pra dividir quarto de hotel. Nessa semana descobri que elas também servem pra ajudar a fechar sua mala, dividir os pesos e acordar de madrugada pra te levar no aeroporto. E é pra essas amigas maravilhosas que dedico este último post. Obrigada. Vocês são incríveis.

E você, que tá querendo ser au pair, ou já está no processo, ou que já é, digo o mesmo: aproveite! Passa rápido demais! Será um ano único na sua vida, pro bem e pro mal. O que se vive aqui não se vive duas vezes e é por isso que é tão especial. 

Um beijo gente, foi um prazer!

Val

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16 janeiro 2019

Último mês como au pair

Oi gente, tudo bem com vocês?


Este é meu penúltimo texto aqui no blog das 30 au pairs. Como contei pra vocês, eu pensei e repensei a decisão de ficar online pra tentar extensão por seis meses com outra família. Tive muito mais famílias do que poderia imaginar mas ainda assim meu coração tá pedindo pra voltar, então avisei a agência que não extenderei mais. 

Houve muita insistência de minha atual host family para que eu continuasse com eles e passasse mais um summer em Chicago. E eu adoraria ficar pra viajar mais, juntar um dinheiro e enfim, aproveitar por mais um tempo. Mas essa hipótese pra mim não rola porque já deu, a gente sente quando já contribuiu com o que deveria. E esse ano familiares e amigos próximos irão se casar e eu quero estar no Brasil pra participar desses momentos. E quero voltar pra começar minha carreira como psicóloga também ♥️ (e fugir desse frio de Chicago, é claaaro, hahaha!). Enfim colocando na balança, eu percebi que mais motivos me impulsionavam a voltar e estou feliz com a minha escolha!


Sessão de fotos no subúrbio de Chicago
Bom, e mês final é aquela correria que tá me relembrando os dias que vivi um ano atrás antes de deixar meu país: ansiedade pra ver o que te aguarda, tristeza por ter que partir e deixar as pessoas que você ama (as crias, o dog, os amigos e todas as experiências incríveis que um intercâmbio pode trazer).  Mas há também a alegria do reencontro, do calor humano, da comida brasileira (que é a melhor do mundo!), enfim um mix de emoções. E fazer uma lista dos afazeres pode ajudar a se orientar. Eis minha lista so far:


1- encerrar conta no banco/ cartão de crédito

2- encerrar assinaturas de maquiagens/ livraria etc

3- comprar lembrancinhas pra familiares e amigos no br

4- comprar bandeira do país que você está pra garantir as assinaturas das pessoas que fizeram parte do seu ano 🇺🇸 

5- doar roupas que não usará mais

6- comprar saco a vácuo 

7- pesar e fechar as malas

8- despedir

9- partir de volta pra casa 🇧🇷💚💙💛  



Mês que vem eu conto pra vocês como me saí no último mês! E farei um balanço desse ano incrível de 2018!

Um beijo gente!

Val
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16 dezembro 2018

Extensão de 6 meses: é possível sim!

Oi gente,
Tudo bem com vocês? 
No post do mês passado eu compartilhei com vocês a angústia de resolver minha vida no próximo ano. 


O que será que o futuro me reserva?!


Bem, estou online no site da APiA há 34 dias e tive um total de 21 famílias até agora no meu perfil. Lembrando que estou disponível para apenas seis meses. Ouvi muita gente dizendo que é super difícil encontrar família pra seis meses e eu venho aqui dizer que é, sim, possível!! Fiquei bem surpresa, pra ser sincera, pois não achei que teria esse fluxo, ainda mais por ser final de ano.

Eu ainda não encontrei uma família que me faça querer ficar, porque tenho uma série de requisitos dos quais não abro mão, afinal minha vontade de voltar pra casa é bem grande. Então eu só ficarei se achar uma família bem legal num lugar legal, hahaha. E também prefiro somente duas crianças e que sejam mais velhas. Conversei com três famílias até agora: uma queria pra um ano, a outra queria que eu já conhecesse as crianças depois do primeiro skype ( preferi não conversar mais pois já tinha decidido que não queria apesar de aparentemente serem uma ótima host family) e a terceira ( e a única que realmente me faria ficar) simplesmente sumiu do meu perfil. 


A verdade é que ao final do primeiro ano estamos todas cansadas. Por mais maravilhosa que seja sua host family sempre rola um certo desgaste. Muitas optam por continuar com a mesma família e isso é ótimo. Eu já acho que mudar os ares é fundamental pra um recomeço! 

De qualquer forma é sempre importante lembrar o que você tem em mente, quais são os seus objetivos e a partir daí resolver sua vida. Eu não resolvi a minha mas posso dizer que tô contente de estar online enquanto resolvo o que farei a partir de fevereiro. E o que virá, é incerto. Mas no próximo post já terei isso definido.

E se você tá cogitando ficar apenas seis meses meu conselho é: vá em frente porque tem família sim!  


É isso, mês que vem conto pra vocês!


Um beijo,

Val


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16 novembro 2018

1 ano de blog e o fantasma da extensão

Oi gente!

Tudo bem com vocês?

Hoje to aqui pra comemorar meu primeiro ano de participação neste blog!
É muito bom poder registrar minhas percepções ao longo do meu ano aqui nos EUA e poder compartilhar esses registros com vocês. Já disse isso várias vezes mas é que o tempo passa tão rápido que nem acredito. Já faz 9 meses que estou aqui! NOVE!! E vivi tanta coisa maravilhosa...

Bom e esses nove meses vieram acompanhados de uma decisão importante: ficar mais (com a mesma família ou com outra) ou ir embora? A partir do oitavo mês toda au pair recebe um email/ pacote e deve decidir o que fará no ano seguinte. 

Quando cheguei aqui eu tinha certeza absoluta que ficaria apenas um ano. No entanto, nas últimas semanas comecei a refletir sobre a oportunidade única de ficar mais nos EUA, afinal não pretendo fazer intercâmbio tão cedo e quando voltar ao Brasil quero iniciar minha carreira como psicóloga. Então decidi ficar online pra tentar extensão em outro lugar dos EUA mas apenas pra seis meses. E muita gente fala que é mais difícil conseguir família pra seis meses mas tô disposta a tentar de qualquer forma. A conversa com a host family não foi fácil, mas eles super entenderam. Minha família no Brasil tem expectativa que eu volte no tempo regular mesmo (o que seria fevereiro). Mas eu tô seguindo meu mantra : o que tiver que ser, será. Se eu achar uma família bacana e sentir que devo ficar, ficarei. Do contrário, voltarei pra casa.  

Foto com o símbolo principal de Chicago: The bean!

Eu sei que os meses finais aqui nos EUA são delicados pra todos nós. Vi muitas amigas viverem a mesma angústia que eu, o mesmo receio de falar com a host family e etc. É importante ter em mente os seus objetivos: o que você queria antes de vir pra cá? Conseguiu fazer tudo? Acha que sua "missão por aqui foi cumprida? Ou já tá na hora de voltar pra casa? 
Fato é: independente de quem vai ou fique, a saudade da família e do brasil começa a apertar mais, a vida americana já não é mais novidade e a rotina pode se tornar mais cansativa. Claro que um segundo ano com a mesma família também pode ser maravilhoso, você já está acostumado com o lugar, já tem suas amizades. Tudo depende do que você quer. E pra quem tá cansada da rotina e ainda não quer voltar pro Brasil, a opção de mudar de família e explorar novos horizontes é bem válida. 

Independente da sua escolha: siga seu coração, eu sei que é clichê mas só nós sabemos a dores e delícias de sermos quem somos :)

Um beijo, 
feliz um ano!
até,

Val
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17 outubro 2018

Dicas de viagem: minha trip pra Europa

Oi gente, tudo bem com vocês?

Semana passada eu tirei minha segunda semana de férias e fui pra Europa com mais duas amigas. Vou compartilhar um pouco da nossa viagem com vocês, dando dicas pra que não cometam os mesmos erros que a gente, hahaha.

Foi uma viagem incrível, mas alguns perrengues poderiam ter sido evitados se tivéssemos nos organizado melhor. Assim, não estou dizendo que existam viagens perfeitas, problemas sempre surgirão mas alguns são frutos de lerdeza mesmo hahaha.

Bom, vamos lá:

1)Planejar-se o quanto antes, isso inclui:

Decidir os lugares e os pontos turísticos que você quer visitar.
É importante pensar nos seus objetivos, se você quer ir em mais lugares ou se você pretende ir pra um só pra explorar mais a fundo. Aí é uma questão de cada um.

No nosso caso resolvemos fazer Londres e Itália, sendo que nesta conhecemos Roma, Florença e Veneza. Ficou beeem corrido então numa próxima eu focaria em passar mais tempo em menos lugares, porque querendo ou não a gente acabou “perdendo” tempo na locomoção de uma cidade pra outra, além dos gastos a mais.

Bem, definidos os destinos, vamos ao próximo passo:

2) Pesquisar quais são as atrações, pagas ou gratuitas (afinal au pair não tem muito dinheiro hahaha). Se precisar comprar ingresso é melhor já comprar antes, tanto porque será uma coisa a menos pra pagar depois quanto pra não correr o risco de não conseguir comprar pro dia planejado.

3) Não esquecer de verificar os horários de funcionamento das atrações bem como quais períodos tem mais movimentação (pra considerar o tamanho das filas no seu roteiro).

4) Sobre os hotéis/hostel/airbnb etc:

Importante checar as formas de pagamento, os horários de check in e check out. Isso inclui pensar onde deixar as malas caso continue na cidade depois do check out. Eu e minhas amigas, por exemplo, gastamos uma grana considerável com lockers. E tivemos que pagar uma taxa absurda em Veneza porque chegamos quase meia noite no hotel e não avisamos antes o horário que chegaríamos. O horário de chegada foi requisitado antes pelo booking mas nenhuma de nós se atentou a isso então foi um estresse desnecessário, causada por falhas no planejamento.


5) Por fim é sempre bom ter uma reserva em dinheiro porque a gente gastou um pouco além do esperado, por conta dos imprevistos e porque as coisas na Europa são caras mesmo hahaha. 

Ps: Eu sou a louca dos filmes e séries então sempre busco colocar locais de gravação nos meus roteiros, e ás vezes, tento reproduzir algumas fotos, tipo esta: 



Cena do filme Comer rezar amar na Piazza Navona, em Roma



Nem sempre fica boa a reprodução mas só de estar no local já vale a pena hehe <3

Mês que vem farei um post especial em comemoração ao meu primeiro ano escrevendo pro blog! :) até lá

Beijão, 
Val
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21 setembro 2018

27 primaveras


Oi gente,

Tudo bem com vocês?

Bom, dia 17 foi o meu aniversário e dia 18 eu completei sete meses morando aqui nos EUA. Como passou rápido! Ainda nem acredito! Se bem que o summer durou bastante até, hahahah. 

O summer geralmente é uma estação amada pelo clima e odiada por ser período de férias, afinal, não importa a idade das suas kids, é sempre mais cansativo pra toda au pair esse período (exceto pras que cuidam de crianças que não vão pra escola at all). E aí, quando você começa a comemorar o início das aulas no final de agosto, começo de setembro, o que acontece? O friozinho começa a dar as caras. Sim, ainda que a próxima estação seja o outono, e não o inverno, ainda assim já é motivo pras au pair ficar preocupada (pelo menos aqui no meu país Chicago hahaha).

Independente do frio que está por vir, meu aniversário foi maravilhoso! Fui pras cidades vizinhas conhecer uns bares novos, jantei fora, fui na cidade andar de bike e recebi minhas amigas em casa. Além disso minha host Family fez um jantar pra mim e um bolo lindo todo enfeitado com a bandeira do Brasil. Fiquei emocionada quando vi, meu hosto e minhas kiddas enfeitaram juntos durante dois dias e eu nem percebi. Senti falta de estar com minha família e amigos no Brasil, claro, mas tive um aniversário feliz e me senti muito amada. No final, é isso que importa.

Lembro que ano passado, nesse mesmo dia, eu só desejava conseguir uma host Family legal, que me recebesse bem. E um ano depois, tenho impressão que consegui...Host family boa existe sim! ;)


Bolo feito pela host family <3




E gente, na próxima semana (começando dia 24/09) eu estarei fazendo takeover no Instagram, contando um pouco sobre minha rotina, se quiserem me acompanhar por lá, fica o convite!

Segue link abaixo:


Beijos e até a próxima,
Val







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17 agosto 2018

Diferenças culturais: seis meses de EUA!

Oi gente!
Tudo bem com vocês? 


Bom hoje eu tô aqui pra falar sobre o que tenho observado nesses seis meses (já?!) morando em Chicago!! Primeiro, as diferenças culturais existem e você precisa estar pronto pra lidar com elas. Isso é óbvio mas às vezes é mais difícil do que parece. Sobre a minha experiência com a minha host family posso apontar alguns dos muitos fatores de estranhamento tanto da minha parte quando da deles!

1- Aqui eles tomam banho uma vez a cada dois, três dias. Tem família que a frequência é ainda menor. Eu sigo tomando meus banhos diários hahaha.

2- Jogar papel higiênico no vaso sanitário (eles têm um sistema próprio pra isso e eu particularmente até prefiro).

3- Minhas kids sempre se manifestam quando me vêem comendo maionese misturada com ketchup ou banana amassada com aveia, por exemplo. Eu considero estranho o fato deles tomarem leite com pizza ou de só comerem ovo no café da manhã.

4- Pontualidade. Ser pontual é importante e todos chegam no horário ou até antes (eu confesso que sempre fui pontual no Brasil então isso é algo que me alegra aqui nesse país! Haha).

5- Por falar em horário, o problema é que a maioria das baladas acabam cedo (o que pode ser um pouco frustrante pra quem tá acostumado a virar a noite dançando, o que não é o meu caso, not anymore hahaha).

6- Água de graça em todos os lugares praticamente (porque aqui pode beber água da torneira).

7- Aqui tem o Movie pass!!! Melhor invenção dos EUA, que infelizmente tá passando por uma crise atualmente. De qualquer forma, o movie pass te possibilita assistir um filme por dia no cinema pagando só 10 doletas por mês!! Eu que amo filme e moro num lugar frio não posso ficar sem!

8- Crianças parecem mais mimadas do que no Brasil. Essa afirmação é um pouco forte mas é o que noto de semelhante nas famílias, infelizmente. 

E por fim quero citar a facilidade pra viajar pelos estados americanos e pra fora também (preço de passagem acessível). E é justamente viajando que estou neste momento, pra comemorar meus seis meses aqui! ♥️

     Bom, como minha mãe diz, não é nem melhor nem pior é apenas diferente! Tem costume americano que eu me identifico mais e vice-versa. De toda forma é enriquecedor viver tanta coisa nova e eu só tenho a agradecer esses seis meses. E quem venham os próximos seis!!
           





Beijos,
    Val




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17 julho 2018

Quando a host family tem alguma restrição alimentar

Oi gente
Tudo bem com vocês?!

Bom, hoje eu vou falar um pouco sobre um aspecto importante antes de fechar o match com a host family: saber se os pais ou as crianças tem alguma alergia, ou limitação, se seguem alguma dieta específica ou se fazem uso de medicação. Esse tipo de informação é fundamental pois muitas vezes pode afetar a sua rotina e até a sua alimentação, como é o meu caso aqui.

A minha host mom e as minhas duas host kids tem a doença celíaca. Pra quem não sabe, esta é uma doença crônica, autoimune, causada pela intolerância ao glúten, proteína encontrada no trigo e em outros cereais. Ou seja, nada de pizza, bolos, pães, biscoitos e etc, ao menos não nas versões tradicionais, já que aqui nos EUA tem bastante opção “gluten-free” e muitas vezes eu nem sinto diferença de gosto.

Bem, uma das meninas é mais sensível e passa muito mal (diarreia, vômito, mal estar) se ingere qualquer alimento que contenha o glúten então existe sempre uma preocupação grande em relação a isso, além da restrição de lugares que podemos frequentar. Importante ressaltar que há o risco de contaminação cruzada então a minha host family optou por não ter comida com glúten em casa e isso, é claro, vale pra mim também.



Eu já me acostumei com a alimentação aqui e pra ser sincera, não sinto tanta diferença nos alimentos. Claro que existem comidas que eu gostaria de poder comer aqui na minha casa, como por exemplo a maravilhosa stuffed pizza de Chicago (risos) mas nada me impede de ir até a pizzaria pessoalmente (o problema mesmo é quando sobra a pizza e eu não posso trazer hahaha).


A tradicional pizza de Chicago <3


No entanto isso é algo que eu sabia que aconteceria antes de vir, conversei bastante com a família sobre isso e me adaptei bem a dieta deles desde que cheguei aqui. 

Não deixei de fechar o match por causa dessa limitação, pois é algo que tem sido relativamente tranquilo pra mim (reconheço que as vezes é bem chato, mas penso que para elas deve ser mais ainda). 

Mas falando de modo geral, é sempre importante perguntar sobre tudo pra host family e conseguir o máximo de informações sobre a vida, rotina e dieta deles pra não ter surpresas ou dificuldades além das que já fazem parte do dia-a-dia de qualquer au pair! hehe

E lembrem-se informação nunca é demais, ainda mais quando se trata de saúde e alimentação!


Um beijo gente e venham provar a pizza de Chicago! ;) 
Val
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17 junho 2018

O que você espera do seu ano como au pair?



Oi gente, tudo bem com vocês?

Mais um dia 17 e eu tô aqui! E nesse post, como boa psicóloga que sou (haha!) gostaria de sugerir algumas reflexões.


Antes de tudo quero dizer que esses quatro meses de EUA passaram muito, muito rápido! E eu já tive a oportunidade (e sorte) de conhecer tantos lugares!! E apesar de algumas das viagens não terem sido planejadas com antecedência, eu percebi que planejamento é tudo. E pra mim essa é a palavra-chave para que seu ano seja bom, aliás, não só seu ano, mas a sua vida. Eu que sempre sofri pra ser uma pessoa disciplinada, tenho aprendido na marra que isso faz toda a diferença, afinal se a gente quer algo então a gente precisa correr atrás não é mesmo?!

Primeira reflexão: o que você espera do seu ano como au pair? Eu sei que respondemos isso no application mas, convenhamos, a gente não pode se dar ao luxo de dizer, por exemplo:  “Ah eu quero ir pros Estados Unidos porque eu quero viajar bastante e conhecer pessoas e o programa de Au Pair é o meio mais barato de se conseguir isso” (risos), ou "porque eu me formei e não sei o que fazer da vida" e etc. (Claro que você precisa gostar de criança, ou ao menos ser paciente. Eu confesso que mais gosto do que tenho paciência hahaha). Então o meu questionamento é exatamente esse, o que você quer, realmente, ao vir pra cá, quais são as suas expectativas e o que você pode fazer pra conseguir o que deseja. Seguindo esse raciocínio proponho outra reflexão: se você quer viajar, ou estudar, ou juntar grana pra mandar pro Brasil, ou fugir de um relacionamento frustrado ou whatever, em primeiro lugar você precisa trabalhar num lugar que você se sinta confortável e respeitada. Ou seja, escolher a host Family é um fator MUITO essencial pra que seu ano dê certo (claro que tem muita coisa envolvida nisso), então fazer a sua lista de prioridades pode ser uma boa.


Segue a minha lista de "exigências" na hora de escolher a família:
1-      Duas kids no máximo
2-      Final de semana off
3-      Carro só pra mim
4-     Schedule de boas (sim, eu me propus a vir pra cá mas queria uma host Family com schedule mais tranquilo pra ter tempo pra fazer as minhas coisas).

E depois de quase três meses online, eu achei a família que tinha todos os meus requisitos (*existe host family boa SIM*) , meu ano está sendo incrível, ontem fui conhecer mais um estado americano e atualmente estou planejando as próximas viagens (porque sim o meu plano aqui era, dentre outros, viajar e aproveitar bastante). Na verdade eu gostaria de estudar também, mas não consegui fazer muita coisa relacionado a minha área de formação, por enquanto. Esse post pode ser um pouco repetitivo mas é que vejo muitas meninas reclamando que deveriam ter pensado melhor na hora de escolher a família, ou que escolheram por motivos aleatórios (por querer morar em um estado x, exemplo, ou por impaciência/ medo de não achar família...). Então é isso, sempre tenha em mente o que você quer e se agarre a isso, pois é o que te sustentará nos dias difíceis aqui! E sim, o processo é desgastante e o ano como au pair pode ser cansativo e estressante mas vale muito a pena. E quando você estiver aqui, alcançando seus objetivos você se sentirá tão plena quanto eu nessa foto! hahaha



Foto de uma viagem incrível - Washington D.C.


Um beijo e até mês que vem!

Val
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17 maio 2018

Host kids pré-adolescentes: como lidar?



Oi gente, tudo bem com vocês?


Hoje eu quero compartilhar com vocês algumas dificuldades com as minhas pré-adolescentes (elas são gêmeas e tem 12 anos). Bem, elas cresceram acostumadas com alguém fazendo tudo por elas e pra elas e é natural que elas estejam bem acomodadas nessa posição, afinal ter alguém pra pegar água pra você a hora que você quiser deve ser uma maravilha. Mas espera, elas tem 12 anos e pedem pra você pegar água pra elas?!





I know.

Bom, quando eu cheguei aqui minha host Family me entregou uma espécie de “guia da au pair” com todas as informações necessárias (direitos e deveres, telefonemas, uso de carro, etc) e relevantes para uma boa convivência durante esse ano. Quando eu li esse guia eu já sabia praticamente de tudo, pois tive treinamento da ex-au pair e um bom suporte dos meus hosts durante os dias iniciais. Então nem liguei muito pra isso até o dia em que comecei a ficar incomodada com o fato de elas não pegarem a própria bebida ou de deixarem a louça espalhada na mesa.  

Reli o guia da au pair e encontrei a seção que falava das responsabilidades das meninas (tirar a louça, colocar ração pro cachorro, etc). Na verdade eu já vinha falando várias coisas pra elas nesse sentido mas sem sucesso. Então eu desabafei com meus host parents sobre isto; eles me apoiaram, afinal, foram eles mesmos que escreveram o guia, e a gente teve uma conversa com as meninas sobre a louça e sobre outros comportamentos inadequados (roupas espalhadas pelo chão, meias jogadas na escada e etc). Conversamos inclusive sobre as atividades adequadas para cada faixa etária (a tabela Montessori é útil pra toda e qualquer au pair) e elas perceberam que podem fazer (bem) mais do que tem feito. Estou vendo progresso desde a conversa mas também sei que tem todo um processo e que não serão do dia pra noite as mudanças.


http://diariodeumapsicopedagoga.blogspot.com/2016/11/a-tabela-montessori-descubra-quais-as.html



O segredo no entanto, continua sendo a paciência porque lidar com criança de qualquer idade não é fácil. Pré-adolescentes podem ser irritadiços, rebeldes e mau humorados.  Mas eles também são companheiros, divertidos, e cheios de energia! Então, como lidar? Com paciência e disponibilidade pra tentar entender as mudanças pelas quais eles estão passando; sendo firme mas também mostrando que eles já tem certa independência e que pegar um copo de água não mata ninguém, hahaha.

Beijo gente! Até mais, 

Valquíria



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17 abril 2018

E se eu voltasse hoje...


Já teria valido a pena?

Com toda a certeza. Amanhã fazem apenas dois meses que cheguei nos EUA, e posso dizer que compensa sim todo o estresse que passamos para estar aqui. Certas coisas só vivenciando pra saber. E que vivência! Mas primeiro, tudo bem com vocês? Espero que sim :) 


Bom, no meu último post eu contei um pouco sobre minha chegada, falei da dificuldade com a direção e agora vou contar sobre minha host family e as semanas iniciais. Devo dizer que a direção já não é mais um problema e eu vou pra baixo e pra cima com o carro, sem medo nenhum! Ufa! Parece um pesadelo distante toda a angústia vivida nos dias iniciais. E foi um desafio que venci contando com o apoio da minha família e amigos no Brasil (eles foram essenciais), além da minha host family e da LCC. Meus hosts disseram que odiariam “me perder” (eles ficaram preocupados com essa questão, já que dirigir é a minha função principal aqui) pois ficaram impressionados com a conexão rápida que tive com as meninas (<3). Mas deu tudo certo! Ah, recapitulando, elas tem doze anos, são gêmeas não idênticas e são beeeem diferentes em muitos aspectos.  E sim, nós temos uma relação ótima mesmo! Claro que temos conflitos normais do cotidiano mas as duas são as minhas fofinhas (ouvi-las tentando falar português é a coisa mais fofa do mundo! haha). E o dog da família é o meu mais novo amorzinho. Eu nunca tive um cachorro no Brasil então to amando ter um bichinho pra dar amor, ainda mais aqui que a gente fica mais carente. 


Em suma, minha família aqui é super receptiva, as meninas são educadas e respeitam o meu espaço, ao mesmo tempo em que me incluem nas atividades, nos jantares, etc. No spring break (período em que as atividades escolares entram em recesso aqui nos EUA) ganhei uma semana extra de folga e como eles não avisaram com muita antecedência não tive muito tempo para planejar uma viagem nem tinha nenhuma conhecida que pudesse viajar comigo. E o que eu fiz? Fui “caçar” meninas com viagens programadas no grupo do facebook e acabei encontrando três meninas, todas desconhecidas entre si, que iam para Las Vegas, Arizona e Utah! E duas semanas depois me vi curtindo a rua mais badalada de Vegas e depois fazendo hikes em Utah e explorando o deserto do Arizona! Caí de pára-quedas na viagem e foi uma das melhores experiências da minha vida! 




Lower Antelope Canyon, um dos lugares mais incríveis que já conheci.


Monument Valley: local onde foi gravada uma cena do filme "Forrest Gump". (RUN, FORREST, FUN!) 





E porque já valeu a pena? Bem, além dos lugares e pessoas que já conheci, além da possibilidade de vivenciar a cultura americana no dia-a-dia (e ver que sim, muita coisa é como nos filmes!!) e além da relação ótima que tenho com minhas meninas, tem todo o crescimento pessoal, o amadurecimento e a resiliência que fazem parte do pacote. É difícil? É sim. Sinto falta da minha família e amigos? Todos os dias. Mas vale muito a pena, afinal tudo vale a pena quando a alma não é pequena, hehe. No próximo post falarei um pouco sobre os objetivos e metas pro meu ano de au pair, porque acredito que ter em mente o que você pretende ao vir pra cá é essencial pra aproveitar o tempo da melhor forma possível e se manter firme nos dias difíceis. 



"Caminante no hay camino se hace camino al andar".

Um beijo gente,

Valquíria 

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17 março 2018

O primeiro mês nos EUA ( e o medo do rematch)


Oi gente, tudo bem com vocês?

Estou de volta e dessa vez para contar sobre a minha chegada aqui nos Estados Unidos! Tenho muita coisa pra contar, mas o foco do post de hoje é abordar a principal dificuldade que tive quando cheguei na casa da host family. Mês que vem retomo os dias iniciais e sobre como foi o primeiro contato com as minhas teens (já adianto que elas são umas fofas e que estão arrasando no português!)

Bem, recapitulando... O dia do embarque foi super corrido, porque é aquela loucura pra checar se está tudo certo, se não falta nada, um abre-mala-fecha-mala e etc. Mas correu tudo bem! Eu e mais 7 meninas da APIA fomos um dia antes para participar de um curso teórico de direção. E no mesmo vôo tinham muitas au pairs de outras agências. O vôo foi longo e eu vi um pouco do filme "La La Land" (amo <3), mas confesso que estava ansiosa demais pra prestar atenção, haha. Enfim, chegamos no aeroporto e ficamos esperando uns minutos até que apareceu uma funcionária da APIA que nos encaminhou para o ônibus que nos levaria para o hotel. O treinamento foi ótimo, deu pra conhecer meninas de diversos países e um pouquinho da história de cada uma. No entanto, é meio inevitável não ficar juntinho das meninas com as quais você embarcou (e pena que nenhuma delas veio pra Chicago, no entanto sei que ainda as encontrarei por aí, nas "roads trips" da vida hahaha). 

*Fotinhas ilustrativas de NYC e Chicago antes de retomar o assunto do post*




 Dica: aproveite o tempo livre nos dias iniciais e vá pra NYC com as migas. O tour da agência é muito muito rápido!
 ps: aproveite a piscina do hotel também! ;)




I
Bom gente, uma coisa importante que eu gostaria de compartilhar com vocês é um arrependimento que tenho da época que preenchi o application. Eu havia colocado lá que dirigia quatro vezes por semana. A questão é a seguinte: eu sou do interior e morava na capital pois estudava lá; não tinha carro em São Paulo, mas dirigia aos finais de semana e nas férias também. Isso me deu segurança para colocar que dirigia 4 vezes por semana. Agora vou contar como isso virou uma dor de cabeça: a minha família precisava de alguém que dirigisse bem e quando me vi aqui, tendo que me adaptar a muitas regras, que inicialmente me pareciam confusas, eu fiquei muito insegura. Travei e cometi uns errinhos bestas por falta de atenção e fiquei com medo de algumas rodovias muito movimentadas. Eles não confiaram em mim para dirigir as kids para as atividades (e eu não os julguei por isso, obviamente eles só queriam garantir a segurança da prole e a minha também) e a princípio eu só poderia dirigir com elas se o host ou a hosta estivessem no carro. 

Resumo da ópera: tive que fazer algumas aulas de direção. E gente, foi muito difícil essa semana inicial, porque eu gostei muito da família, da região, da LCC, de tudo. Mas eu fiquei com muito medo de rematch. Tive o apoio de todos, família, amigos, LCC e eu sabia que conseguiria. Minha host family foi paciente e investiu em mim e eu também acabei pagando por umas aulas (detalhe que foi uma facada cada aula, mas ok). Acredito que eu poderia ter questionado mais sobre essa parte do trabalho, afinal, é a minha principal função. Pois bem, fiz as aulas e é com alívio no peito que digo que agora eu tô sim dirigindo bem, to mais segura, e essa semana comecei a dirigir as kids sozinha. ALELUIA! Mas eu realmente acho que não precisava ter passado por isso. Então, NÃO ESCONDA/MINTA/OMITA NADA NO SEU APPLICATION, porque mais cedo ou mais tarde as consequências aparecerão. E pergunte tudo, pois informação nunca é demais. Bom gente, eu tenho muita coisa pra contar, mas continuo no mês que vem. Beijos e encerro meu post com foto de um lugar que amei conhecer:  


Casa do filme "Esqueceram de mim". Fica a 10 minutinhos de onde eu moro. (Winnetka, IL)

PS: Algumas meninas tem me procurado para conversar sobre o programa, tirar dúvidas e saber mais da minha experiência, to adorando responder! Sintam-se a vontade para mandar mensagens, eu posso demorar um pouquinho, mas responderei com o maior prazer!

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17 fevereiro 2018

I have a match and I got my visa!


Oi gente,
Tudo bem com vocês?

Bom, como o próprio título já diz...
I HAVE A MATCH AND I GOT MY VISA! 

Nessa vida muito doida de au pair esta é uma frase que todos almejam. E realmente é maravilhoso o alívio e satisfação quando temos o visto aprovado, depois de enfrentar todo o árduo processo inicial! Reconheço que a vida não fica mais fácil depois disso pois a preparação pro embarque pode ser bem exaustiva também. E pras meninas que ainda não tiraram o visto vou compartilhar como foi a minha entrevista. Pra começar, fui para o consulado americano com uma colega que conheci no grupo de embarque de fevereiro, no Whatsapp. A gente combinou de se encontrar e às 10:15 adentramos o portão. Eu estava tranquila e ela, um pouco mais ansiosa. Enquanto estávamos na fila fomos conversando sobre como imaginávamos nossas vidas nos EUA e sobre como o dia de embarcar estava cada vez mais próximo. Depois de quase meia hora fomos atendidas pelo mesmo cônsul e as nossas entrevistas foram exatamente iguais:


Cônsul: Bom dia
Val: Bom dia
Cônsul: Au pair?
Val: Sim
Cônsul: Vai pra onde?
Val: Wilmette, Illinois.
Cônsul: Você tem falado com a família?
Val: Sim
Cônsul: Você fala inglês?
Val: Yes
Cônsul : Can you tell me a little bit about your family?
Val: Ahhhnnn I'm sorry [NESSE MOMENTO EU TRAVEI mas o cônsul era muito simpático e deu uma risadinha discreta dizendo : "Don"t worry, take a deep breath"]
Val: Ok...(ri meio sem graça e em seguida falei sobre a minha família brevemente dizendo no que meus hosts trabalham e a idade das kids)
Cônsul: Entendi. Seu visto foi aprovado!
Val: Obrigada!!!
Em seguida ele explicou sobre os direitos e fim. Era 11 horas e eu já estava a caminho de casa, ou seja, fiquei por volta de 40 minutos lá dentro mas passou super rápido!







Então foi muito tranquilo, melhor do que eu esperava. Claro que tem gente que faz mais perguntas mas pra mim foram somente essas. Ufa! Então é importante manter a calma e ter a confiança de que dará tudo certo!

Bom...meu embarque é neste domingo! Isso mesmo...amanhã! Então no momento em que escrevo este texto estou nos preparativos finais pra viajar.  E bem...esse mês foi aquele auê. Meu baile de formatura foi no mês passado e foi lindo e inesquecível! Minha colação foi há dez dias e o choro envolveu não só a alegria de estar formada mas também a sensação de despedida que já estava me dominando. Mas fluiu bem. Sou grata a tudo que vivi na faculdade, a todos os aprendizados e amizades. Agora é uma nova etapa. Eu tenho tentando viver um dia de cada vez, controlando as angústias e tentando equilibrar as expectativas. 6 meses atrás se me contassem que eu estava indo pro meu segundo intercâmbio eu nem acreditaria...e cá estou. No próximo texto contarei como foi a semana de treinamento e a minha tão sonhada chegada na host family!


"Apressa-te a viver bem e pensa que cada dia é, por si só, uma vida."


Um beijo gente, até mais!

Valquíria
-Facebook Valquíria Molina
-Instagram: @valquiriamolina

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