Pessoas que largaram tudo para se aventurar nesse mundão de Au Pair!

Inserir ou não o Au Pair no currículo?

O que as empresas precisam ultimamente é de gente inteligente e que aprende rápido. E esse tipo de habilidade nós, au pairs, temos de sobra!

Au Pair na Europa

Você tem mais que 26 anos? Não tem CNH? É casada ou tem filhos? Ou também não tem como comprovar sua experiência com crianças? Talvez fazer o programa de Au Pair na Europa seja uma boa alternativa pra você.

Agências para os Estados Unidos

Tudo sobre diversas agências que fazem o programa de Au Pair para os Estados Unidos.

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28 maio 2015

Rock in Rio Las Vegas: eu fui!

Olá, queridos do mundo

Cá estou eu de novo pra, mais uma vez, falar de uma das minhas viagens, que é a coisa que mais gosto de fazer nesse país! Dessa vez fui para LAS VEGAS. Só isso já é suficientemente empolgante, mas ainda tem algo mais: fui para o Rock in Rio Las Vegas. Só felicidade



Eu já tinha visto que ia ter Taylor Swift e já tava louca querendo ir, mas o pass pro fim de semana tava $300 e somos au poors, né?! Aí pensei "não, não será dessa vez". Mas quando saiu o line up completo e tinha Taylor, Jessie J, Joss Stone, Tove Lo, Magic, John Legend, Bruno Mars e etc eu pensei: FUCK ITTT. Passo umas semanas sem fazer compras e tudo vai dar certo, e foi o que aconteceu. Se planejem que tudo dá certo, gente.

Daí só conhecia uma menina de Seattle que queria ir, então fui procurar no grupo Au Pair do facebook gente pra dividir hotel e acabou que reservamos no Hilton (ao lado do festival, a gente andava 4 min e tava lá) para 6 pessoas, isso mesmo, uma de cada Estado e todas indo pro Rock in Rio, uma maravilha! Au pairs reunidas jamais serão vencidas.



Pra minha viagem eu pedi dois dias de férias e usei o weekend off, ou seja, passei 4 dias por lá porque queria conhecer o Grand Canyon.

Sobre o Rock in Rio: os dois dias foram lindooooosss. Eu já tinha ido no Rock in Rio do Rio de Janeiro e a organização e a qualidade de som de Las Vegas foram outro nível, o Brasil, infelizmente, ainda tem muito que aprender. Os shows foram maravilhosos, enfim, tudo lindo, tudo deu certo!


Para ir ao Grand Canyon, que fica no Arizona, eu escolhi essa empresa aqui, que foi a que eu achei com preço mais barato, almoço incluso, e dava pra fazer bate-e-volta em um dia só. O ônibus da empresa me buscou no meu hotel às 6:25 am e me deixou de volta às 9pm. Sim, dura o dia inteiro. O que falar sobre o Grand Canyon, né? É lindo, gigante, encantador. Queria ter passado mais tempo lá, acampado e etc, mas o tempo cronometrado não me deixou. 
Por hoje é só, gente. A mensagem que fica pra vocês é: economizem dinheiro e façam várias viagens! E se não tiver companhia: joga no grupão que sempre aparece uma alma viva querendo a mesma coisa que você ou algo parecido! Estamos todas no mesmo barco.

Pra quem quiser acompanhar minhas aventuras, meu blog pessoal é esse e meu instagram é @amandaarraism

Beijos e até o próximo post :)





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28 abril 2015

Visto canadense e a minha viagem pra Vancouver

Olá, queridos e queridas do mundo
Hoje vou falar sobre a chatice que é tirar o visto canadense e a minha linda viagem pra Vancouver.

Desde que eu cheguei em Seattle, eu tinha em mente: vou tirar o visto canadense. Afinal de Seattle pro Canadá são só 2 horas dirigindo!! 3 horas se você quiser ir pra Vancouver. Mas sempre que eu entrava no site, eu via tantas coisas, tanto documento pra fazer upload que a preguiça me vencia e eu desistia. Até que em janeiro eu resolvi: ITS NOW OR NEVER e aí comecei a preencher as coisas online e fazer o upload dos documentos necessários.
Entre os documentos que eles pedem estão: carta de um empregador, foto, foto do passaporte/DS etc, comprovante de renda, alguns formulários preenchidos e outras coisas que nem lembro mais. No fim das contas eu levei mais de 1 mês enrolando. Em março, dei submit na application e aí fiquei esperando eles me mandarem o e-mail pedindo meu passaporte. Depois de umas duas semanas recebi o e-mail e então fui na USPS e mandei dentro de um envelope o meu passaporte, umas folhas comprovando que eles tinham solicitado meu passaporte, um outro envelope já pago pra eles retornarem meu passaporte e uma money order no valor de $40 que é a taxa que você paga por ter sido online. No fim das contas gastei cerca de $110 pra tirar o visto, que foi aprovado e tem a duração de 4 anos.
Agora vamos à parte boa: A VIAGEM!
Minhas amigas brasileiras, todas preguiçosas, não tiraram o visto, então chamei uma amiga alemã (elas não precisam de visto, acho injusto!!) e ela foi comigo (beijo, Debby!).

Nós saímos de Seattle no sábado 7am e chegamos em Vancouver às 10am.
Fiquei hospedada num hostel chamado C&N Backpackers, ao lado de Chinatown e a 10 min de downtown, foi ótimo. Mas ficamos em quarto privado, não quero mais saber de dormitório coletivo e ficar ouvindo ronco de estranhos a noite toda.
No primeiro dia fomos ao Stanley Park (mas o céu tava escuro,não valeu muito a pena, combinamos de voltar no domingo, se fizesse sol), Gastown, Downtown, Queen Elizabeth Park. Aaah, e lá em Vancouver eu encontrei uma amiga que mora lá há 3 anos e ela nos acompanhou durante todo o fim de semana, dando sugestões e sendo fofa. Foi ótimo!

(English Bay)

(Queen Elizabeth  Park - dá pra ver Vancouver inteira de cima)


Um detalhe é: quando você chega na fronteira US/Canada já não tem mais rede de celular. Eu, muito inteligente, não tinha pensado sobre isso e não tenho GPS… Mas vários hoteis e hostels tem um mapa de  Downtown Vancouver que salva vidas. E eu e a minha amiga conseguimos ir pra todos os lugares dirigindo usando esse bendito mapa! Quem quiser ir e não tiver gps, entra num hotel e pede esse mapa!

(Essa rua com arco-íris na faixa de pedestre é uma rua chamada Davie St. É uma rua gay que de Vancouver em que as paradas de ônibus são rosas, todos os locais são gay-friendly e tem várias bandeiras. Achei lindo!)
À noite fomos pra balada. Fiquei bêbada, a minha amiga alemã perdeu minha bolsa com chaves do hostel, carro, celular etc. Mas o povo canadense é uma coisa tão linda que 20 minutos depois achamos a bolsa no Lost and found com tudo dentro. Canadenses, amo vocês!!! Aí bebi muito pra comemorar. E lá a festa não acabou! 3 am e eu estava lá, dançando. USA tem que aprender.
No dia seguinte, fizemos o check out às 11 e saímos pra almoçar e depois fomos ao Stanley Park e English Bay. O dia tava lindo e valeu a pena. É enorme, pra conhecer o park todo acho que precisa de um dia inteiro. Depois fomos pro Lyyn Canyon Park porque queríamos conhecer a Suspension Bridge. Muito legal!

Depois jantamos e já era 6pm, hora de voltar pra casa. Mas a emoção não acabou por aí.
Quando cheguei na filinha de carros pra entrar pro US, entreguei meu passaporte e o cara pediu o DS. E cadê DS? Não sabia que precisava, não levei. Fodeu. Fiquei 30 min presa lá e o carinha mal humorado dizendo que alguém tinha que levar o documento pra mim. Como ia ligar pra host family 7pm “é o seguinte, preciso que vocês dirijam 2 horas pra trazer um papel pra mim?”, consegui achar um amigo (um anjooo!!) pra levar pra mim, mas o cara chato grumpy me liberou antes e tudo deu certo.
Depois disso, já na highway de Washington, eu tava dirigindo rápido e quando vejo: tcharammm o carro da polícia atrás de mim. FODEUUU de vez, lá vem multa. Parei no acostamento e me aparece o policial mais gato que eu já vi na vida. Foi super simpático, pediu meus documentos e disse que eu tava acima da velocidade bla bla tomar cuidado bla bla no fim das contas me liberou sem multa nem nada.
E CHEGUEI NA MINHA CASA sã e salva. Um fim de semana de fortes emoções e de muita sorte! Dividindo as despesas com a minha amiga, gasolina + hostel ficou só $45 pra cada. Viagem mais barata da história!! Vou voltar pro Canadá em 1 ou 2 meses pra ir conhecer Victoria e também quero ir na Copa do mundo da FIFA das mulheres, que vai ser no Canadá.
É isso, gente. Quem quiser ir lá conhecer, vale a pena. Não se deixem vencer pela preguiça que dá preencher as coisas chatas, corageeeemm!!
Beijos e até logo.
Pra quem quiser acompanhar, meu instagram é @amandaarraism e tenho um blog pessoal.
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28 outubro 2014

A educação das kids

Todas as vezes em que vi au pairs falando sobre a educação das kids, sempre eram coisas negativas. Pois bem, cá estou eu pra falar a experiência que eu tô tendo com as minhas 3 kids aqui em Seattle.

Minhas 3 lindas kids. Botei isso no olho pra ~preservar a identidade~ e evitar a exposição


Cuido de gêmeos de 4 anos (um menino e uma menina) e outro menino de 2 anos. Quando falei no skype com a mãe, ela me falou coisas como "eles arrumam as próprias camas", "levam os pratos pra cozinha", "se vestem sozinhos" e etc e eu achei "Tá bom. Isso deve ser uma mentirinha que ela tá contando pra me atrair". Mas não, quando cheguei aqui fiquei impressionada.

Cada kid dorme em seu quarto. Quando acordam, escolhem as suas roupas, se vestem sozinhos e descem pro café da manhã. Eu boto os copos e bowls na mesa e eles mesmo escolhem o cereal que querem.  Quando terminam, levar os pratos pra cozinha e eu boto na dishwasher e sempre falam "please" e "thank you". Quando estamos no playroom, eles escolhem os brinquedos que querem, mas só podem escolher um outro brinquedo quando guardarem o antigo com o qual não querem mais brincar. Na nap time, os de 4 vão pros quartos, fecham as portas e dormem, só o de 2 eu tenho que botar no berço, dar beijos e esperar um pouquinho. São pequenas regras como essa que facilitam 100% o dia-a-dia.

Claro que eles têm momentos em que são chatíssimos. Toda criança tem, isso não tem nada a ver com o fato de a criança ter nascido no Brasil, nos EUA ou na Austrália, e sim com o fato de que eles são crianças e acham que grito/choro adianta (porque às vezes realmente adianta).

Mas o que eu quero dizer é que tem crianças bem educadas sim aqui. Na minha opinião, as crianças são um reflexo dos pais. Talvez lendo essas regras e o comportamento das kids, vocês acharam que meus hosts são meio militares, mas não são mesmo. São super tranquilos, passam o máximo de tempo possível perto das kids, sempre jantam juntos.

A conclusão é: existem crianças bem educadas nos EUA sim, assim como existem boas host families. E acredito eu que quando os hosts são legais, as crianças provavelmente são mais fáceis de lidar. Então sejam espertos na etapa das entrevistas!

Na próxima semana completo 2 meses de EUA. Passou rápido demais!! Vejo vocês no mês que vem com mais novidades. Quem quiser pode me acompanhar no meu blog pessoal ou pelo instagram _amandaarrais

Vejo vocês no mês que vem! :D
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28 setembro 2014

Chegada e adaptação

Olá, pessoas do Brasil e do mundo

Pra começar vou me apresentar: meu nome é Amanda, tenho 22 anos, sou formada em Jornalismo e atualmente trabalho como au pair em Seattle. Tenho fixação por filmes, idiomas e viagens e vou postar aqui no blog todo dia 28 de cada mês.


                                         Seattle Great Wheel

Amanhã completo 3 semanas nos EUA, então meu primeiro post será sobre tcharaaam: adaptação.
Eu, particularmente, acho que tô me adaptando muito bem. Mas isso aconteceu porque enquanto eu decidia ser au pair, pesquisei MUITO, então me preparei psicologicamente pras possíveis situações drásticas que até agora não aconteceram e espero que não aconteçam no futuro. Muitas meninas acham que só vai ser Party in the USA aqui e decidem vir sem nunca ter trabalhado com crianças... Essa é a receita do fracasso. Conheçam bem o programa, tenham paciência pra escolher a família e tudo vai dar certo! :)

Eu tive a sorte (e a sabedoria) de ter uma host family maravilhosa. Apesar de cuidar de 3 kids e ter uma host mom stay home 40% do tempo, não tenho do que reclamar (ok, poderia ser só 2 kids, mas nada/ninguém é perfeito...).  Eles me acolheram super bem desde o início. No meu quarto tinha flores, desenhos das kids. Na primeira semana me levaram pra conhecer vários parques, sempre perguntando como eu me sentia e me incluindo nos programas familiares... Na segunda semana me levaram pra jantar duas vezes, compraram um livro de receitas do Brasil porque resolveram fazer uma brazilian night uma vez por semana. O pai me deu uma camisa do time de futebol americano mais famoso de Seattle, o Seattle Seahawks. Tenho um carro, um quarto ótimo e a vista mais bonita do mundo. Já temos uma viagem marcada pra janeiro. Hawai, aí vou eu!!


                                              The Gum Wall

Claro que mudar de país é sempre muita informação. Os pedreiros da minha casa aqui em Seattle ouvem rock enquanto trabalham?!! O choque cultural é constante, de maneira positiva muitas vezes. Sinto falta de arroz e feijão? Claro, muita!!! Porém a vida é feita de escolhas e eu escolhi estar aqui agora, não tenho do que reclamar. Venham conscientes e preparadas, o mundo é enorme e a experiência - apesar da saudade e do stress constante - vale muito a pena sim! Principalmente os finais de semana...

Acompanhem a minha experiência também no meu blog pessoal e no meu instagram _amandaarrais


Beijos e até o próximo dia 28! :D
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