Pessoas que largaram tudo para se aventurar nesse mundão de Au Pair!

Inserir ou não o Au Pair no currículo?

O que as empresas precisam ultimamente é de gente inteligente e que aprende rápido. E esse tipo de habilidade nós, au pairs, temos de sobra!

Au Pair na Europa

Você tem mais que 26 anos? Não tem CNH? É casada ou tem filhos? Ou também não tem como comprovar sua experiência com crianças? Talvez fazer o programa de Au Pair na Europa seja uma boa alternativa pra você.

Agências para os Estados Unidos

Tudo sobre diversas agências que fazem o programa de Au Pair para os Estados Unidos.

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10 dezembro 2020

What are you thankful for?

Na última quinta-feira de novembro (ou a quarta do mês) é comemorado o Thanksgiving nos Estados Unidos, feriado conhecido no Brasil como "Dia Ação de Graças". Para os Americanos é um dos principais feriados deles, às vezes mais importante inclusive do que o Natal. O feriado é comemorado em outras partes do mundo, mas os países com maior tradição são os Estados Unidos e o Canadá, que comemora essa data na segunda segunda-feira do mês de outubro, um pouco antes do que os EUA. 

Esse ano foi um ano complicado para todo mundo e a ideia desse feriado é nos convidados a pensar, "Esse ano eu sou grato por...''. Quando eu parei pra pensar nisso, primeiramente, somente coisas ruins me vieram à cabeça, afinal tivemos uma pandemia, ficamos em "lockdown", várias viagens canceladas, uma "homesick" mais forte que o normal, e vários notícias ruins diariamente nas redes sociais, jornais e etc... Mas quando eu realmente parei pra pensar, eu percebi que muita coisa boa também aconteceu, e o engraçado é que eu nunca tinha reparado no espírito desse feriado até ser "obrigada" a passar esse feriado em casa, junto com a minha host family e ser obrigada a entender o real motivo desse feriado.

 Foi ali que eu percebi que esse ano foi um ano atípico, mas que mostrou pra muita gente o quão forte nós realmente somos, que querendo ou não, o mundo parece estar um pouco mais "unido" e que algumas pessoas começaram a abrir os olhos pra coisas que a maioria não dava a devida importância e que até se predispuseram a entender mais sobre alguns assuntos importantes que não eram tratados com a devida importância, vi muita gente se unindo em prol de boas ações, fiz muitas amizades que eu quero levar para o resto da minha vida, comecei a ter mais consciência do quão importante é cuidar de nós mesmos, de que a vida é realmente um sopro e que nunca sabemos o dia de amanhã. E que é muito importante viver o presente e agradecer todos os dias por tudo, inclusive agradecer aos desafios que enfrentamos, pois é graças a eles que aprendemos e nos tornamos mais fortes e preparados para encarar novas etapas. 

Enfim, tem muita coisa que eu sou grata de ter vivido esse ano, apesar de esse ano ter sido de longe o mais complicado que eu vivi, foi sem dúvida o ano que me deixou mais forte. E você? Pelo que você é grato?

Xoxo ♥♥♥



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10 outubro 2020

Vale a pena fazer o Intercâmbio de Au Pair?


Sei que muit@s de vocês seguem os Grupões de AuPair no facebook e que vocês leem muitas coisas, e a maioria não são muito positivas. E sei que isso deixa todos vocês apreensivos sobre fazer ou não esse tipo de intercâmbio. Pois bem, o Au Pair não é e nem nunca será um intercâmbio fácil, você terá dias bem complicados, afinal, você estará em outro país, cuidando o filho de outras pessoas, morando com uma família que não é a sua e que para ajudar ainda iraão ser seus chefes, e que por consequência você vai ter que seguir as  regras deles no horário de trabalho e as regras em relação a casa estando no seu horário de trabalho ou não. Mas como tudo na vida, o programa de Au Pair tem muita coisa positiva, começando pelo fato de que ele vai te tornar uma pessoa super independente, e olha que eu já me achava independente quando morava no Brasil, mas hoje, parece que sou outra pessoa nesse aspecto e em vários outros também.
 O Au Pair vai te fazer questionar muita coisa em relação ao futuro profissional, ao futuro pessoal, vai te fazer questionar sobre seus amigos, e até mesmo sobre a sua família. Esse intercâmbio vai fazer você ver o mundo de uma forma totalmente diferente, vai perceber que coisas que são muito simples no Brasil e que a gente normalmente não costuma valorizar vão ter um peso gigante aqui. Os seus sentimentos vão aflorar mil vezes, vai fazer você chorar por coisas que pareciam bobas, e vai fazer você sorrir muito mais também. Vai te dar um significado diferente para o impossível, vai fazer você realizar sonhos que você nem sabia que tinha, vai lhe ensinar que você pode ser uma ótimo cia para você mesmo e que literalmente estar sozinho não significa solidão. 

Ah... eu te garanto que você vai redescobrir a felicidade que é comer uma coxinha ou de achar um arroz parecido com o que você comia. Você vai querer comer açaí e vai rezar pra que tenha leite ninho no local. Você também pode começar a se emocionar quando ver uma bandeira do teu país em algum lugar ou ficar animada por ver uma loja da havaianas só pra poder dizer que é do Brasil. Vai ouvir muito mais músicas brasileiras e também vai começar a se frustrar porque não lembra mais como que se escreve uma palavra em português, vai fazer uma confusão com as palavras e vai pensar que vão te achar metida por dizer que não lembra a tradução para a sua língua nativa. Vai perceber quem realmente são seus amigos e quem sempre vai estar com você, que seus objetivos não serão mais os mesmos, vai entender que todos precisam de terapia e vai te fazer criar uma empatia jamais vista. Vai amar conhecer outros brasileiros, mas vai gostar mais ainda quando perceber que pode ter amigos de diferentes países. Vai criar uma conexão gigante com suas kids, mas ao mesmo tempo vai te questionar se ainda vai querer ser mãe um dia, porque sim, você vai acabar virando uma espécie de mãe aqui e aí você vai entender mais a sua mãe, porque você vai gritar, xingar e vai querer sumir as vezes, mas vai amar quando eles vierem te abraçar do nada, ou quando falam que não querem que você vá embora. Você vai descobrir que nada e nem ninguém é insubstituível mas que sim, todas as pessoas que passaram pela sua vida te acrescentaram e continuaram acrescentando algo, vai ver que é necessário fechar ciclos, mesmo isso sendo muito difícil, mas que só assim você vai poder seguir em frente. 

Você vai aprender uma habilidade que você não fazia ideia que não tinha. Vai tentar aprender a fazer o seu próprio cabelo, unhas, depilação, só pra poder focar o dinheiro em outro lugar, vai economizar o máximo mas quando a saudade bater não vai se importar em gastar alguns dólares pra fazer brigadeiro de panela. Esse intercâmbio vai lhe dar outra perspectiva de vida, vai mudar sua maneira de pensar e talvez, possivelmente, no fim do intercambio você nem irá se reconhecer mais. Morar fora, independente do tipo de intercambio é se reinventar, é se redescobrir, é perceber que a gente é muito mais forte do que achava e que o que antes era suficiente para você, hoje não é mais. Você vai querer conquistar o mundo e deixa eu te dar um spoiler, você vai conseguir, pois a partir do momento que a gente sai da nossa zona de conforto e da a cara a tapa para morar em outro lugar com uma cultura diferente, uma língua diferente, você já começou a sua conquista e a partir daí você não vai mais querer parar. Então, devo fazer o intercambio de Au Pair? Eu diria que sim. Vai ser fácil? Com toda certeza não. Mas vai ser inesquecível e vai ser uma das coisas que deixarão vocês muito orgulhosos de si mesmo. Se joga e deixa a vida mostrar como ela é maravilhosa e cheia de possibilidades.
Xoxo ♥♥♥




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10 setembro 2020

Homesick na Quarentena

Olá pessoal, vocês devem ter ouvido muit@s Aupairs falando sobre Homesick. Mas o que é essa tal de “Homesick”? Homesick significa saudades de casa, da nossa pátria, ou até uma possível nostalgia. 
Todo mundo sabe que a Homesick é a coisa mais normal no nosso mundo de Aupair, afinal, estamos longe de quem amamos e convivendo com pessoas de culturas diferentes, que geralmente não tem o mesmo grau de afeto que nós brasileiros temos, e que normalmente não entende o que a gente passa, afinal nós que escolhemos vir, porque iríamos nos sentir assim, Certo? 
Então, as vezes, a Homesick bate nos primeiros meses, as vezes nos últimos meses, as vezes só aparece em datas comemorativas, mas as vezes aparecem quando a gente menos espera. Estamos no meio de uma pandemia, e se a Homesick já era algo difícil de lidar, na Pandemia a impressão que eu tenho e que percebo d@s outr@s Aupairs, é que essa sensação de saudades de casa fica ainda maior. Para quem não sabe, a maioria d@s Aupairs está tendo que conviver 24 horas por dia (24/7) com a Host Family e isso acaba afetando muito a nossa relação com eles, claro que tem casos e casos, mas geralmente essa homesick deixa a gente muito mais suscetível aos nossos sentimentos e acabamos nos expondo mais que o normal. Enfim, o que eu quero dizer com isso? Acredito que hoje eu vim mais fazer um desabafo e mostrar um outro lado do intercâmbio, um lado um pouco mais complicado, que sempre acontece, mas que na situação em que estamos hoje, está ainda mais difícil. E não só pra quem é Aupair, ou pra quem é intercambista, mas para as pessoas do mundo todo. Então, quando alguém reclamar que está difícil, tente não menosprezar a dor do outro. Estamos no Setembro Amarelo, onde todo mundo posta nas redes sociais sobre a depressão, mas será que sabemos lidar com os sentimentos dos outros? Será que temos responsabilidade afetiva? Ou será que só a nossa dor importa? Eu sempre fui muito independente, amo minha família, mas nunca fui de ligar, ou mandar mensagem toda hora, mas essa pandemia me gerou uma saudade, uma vontade muito maior de estar com meus familiares, com os  meus amigos, saudades da minha antiga vida. Eu não me arrependo de vir, sei que escolhi o certo, mas mudei demais e hoje eu acho que consigo entender mais sobre os sentimentos dos outros, acho que todos nós temos problemas, todos temos nossas homesickness e não precisamos estar em outro país pra isso, e está tudo bem. É super normal, e se você que está lendo esse texto aleatório no nosso blog e está chateada por ter o seu visto adiado, ou por ter que esperar para vir, ou por não poder fazer suas viagens, ou porque está "perdendo" tempo de intercâmbio ou porque atrapalhou a sua jornada para começar o Aupair, saiba que é normal ficar triste, é normal estar chateada, é normal ter homesick, nós não somos máquinas, nós temos sentimentos, defeitos, vontades e  desejos diferentes. E está tudo bem! Se você acha que precisa se abrir com alguém. se abra. Se você acha que deve chorar, chore. Se você aprendeu algo novo na quarentena, ótimo, se não aprendeu, está tudo bem também, cada um tem um jeito diferente de lidar com essa situação. Eu acredito que tudo que a gente passa nessa vida é aprendizado, e eu acho que aprendi a tentar compreender mais o outro, e isso tem me ajudado a passar por esse período difícil. Hoje, eu vim compartilhar esse meu sentimento com vocês, porque talvez possa ajudar outras pessoas. E se alguém aqui quiser conversar, pode se sentir super a vontade de me chamar, ficaria super feliz em ajudar nem que seja apenas ouvindo vocês, sei que quando começamos a entrar nesse mundo de Aupair, muitas pessoas não entendem, e só quem vive, viveu ou viverá pode talvez tentar entender o que estamos sentindo.
Xoxo ♥♥♥

 

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10 agosto 2020

O que não esquecer de negociar antes do match para o seu ano ser incrível!


Olá galera!!! Pra quem não lembra de mim, sou a Aupair dos triplets, que veio com 26 anos em cima do laço. Então, no meu textinho anterior eu contei pra vocês como foi o meu processo de uma maneira bem rápida, mas tem algumas coisinhas que pelo fato de eu estar com a idade limite e por ter um inglês muito básico que eu deixei de exigir e gostaria de dividir com vocês, para que vocês não cometam o mesmo erro que eu. Quando eu comecei meu processo, eu estava com muito medo de não conseguir família a tempo, e por isso, eu acabei mais aceitando o que vinha deles, do que realmente escolhendo o que eu queria. Eu decidi escolher a família que fosse mais compreensível com o meu inglês e nisso eu não me arrependo, tive muitas famílias que atropelavam a minha fala ou faziam caras e bocas nos skypes e isso me deixava bem sem graça, e nisso a minha família sempre foi e é maravilhosa. Mas se eu pudesse voltar no tempo eu faria algumas coisas diferentes, independente da minha idade ou do meu nível de inglês eu iria pedir mais benefícios. Nós sempre ouvimos das meninas que já estão aqui, que precisamos de carro, que muitas kids dão trabalho, que o Aupair é desgastante, mas nunca damos a devida atenção né? Pois bem, deveríamos! Vou citar alguns exemplos do que faz toda a diferença no ano de Aupair e que você deveria pensar sobre antes de fechar o seu match.
  • Carro para Aupair: É imprescindível para Aupair ter um meio de locomoção, tirando quem mora em áreas com um transporte MUITO BOM, você vai precisar de um carro, você vai precisar se locomover, e isso vai melhor 1000x o seu intercâmbio, vai lhe dar autonomia, vai ajudar vocês a economizarem e a viver a vida de vocês com um estresse a menos.
  • FDS Off: Finais de semana é quando as Aupairs geralmente não trabalham, e por esse motivo você também vai querer ter fds off, pois enquanto você está trabalhando seus amigos vão estar viajando, fazendo road trip, e isso fará você trabalhar ainda mais exausta.
  • Feriados Off: Isso é algo que eu me arrependo muito, estamos aqui para viver um Intercâmbio, e devemos viver uma troca cultural, o que não acontece quando você tem que trabalhar 4th July ou Natal por exemplo... Se eu voltasse no tempo eu faria um acordo, claro que o melhor seria não trabalhar feriado, até porque geralmente os pais não trabalham feriado, e aí fica muito mais difícil trabalhar, pelo menos comigo, as crianças não podem ver os pais que se transformam... Bom, na minha opinão, eu acho que deveríamos ter pelo menos 4 dos 10 feriados grande que tem nos EUA. Dentre eles: 4th July, Thanksgiving,  Natal e Ano Novo. 
  • Salário: Por último e não menos importante, o nosso salário. Para quem não sabe, o nosso salário ele pode ser acordado com a família, e dependendo de como e onde mora a sua host family, você deveria acordar um salário. Pq? Porque tem regiões nos EUA que é muito mais caro de morar, e isso vai afetar muito a sua rotina, seja ela de viagens ou até mesmo para guardar dinheiro, outro quesito, é o número de crianças, eu acredito que se a família tem mais de 2 crianças você pode e deve conversar sobre o salário, isso é um direito seu e vai fazer você aproveitar muito mais o seu intercâmbio.
Por mais que você esteja com medo de não conseguir ir a tempo, tente não aceitar o que vem de primeira, sei que a ansiedade é grande, mas pensem que serão dois anos e que só depende de você para tentar deixar ele mais fácil, converse, pergunte, tire suas dúvidas antes de ir, chame outra Aupair para conversar, pesquise sobre o lugar, pergunte tudo o que gostaria de saber, e venha viver essa experiência que querendo ou não, vai mudar muito a sua vida! 
Xoxo ♥♥



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10 julho 2020

Leonara Gonçalves - Au Pair aos 45 do Segundo Tempo

Meu nome é Leonara, eu sou Aupair há 1 ano e 5 meses, moro em Aliso Viejo CA, e cuido de trigêmeos! 

Conheci o Aupair com 26 anos, e embarquei em fevereiro de 2019 com 26 anos e 5 meses. Eu vou contar um pouco de como foi o meu match e o meu visto.

Eu sempre quis muito fazer um intercâmbio, mas nunca tive money suficiente, foi então que eu descobri o AuPair e amei pela facilidade financeira, porém eu estava muito em cima com a idade e pra ajudar meu inglês era péssimo! 

Comecei o meu processo em agosto de 2018, fui em várias agências, umas não me aceitaram pela pela idade e outras pelo bendito inglês, no fim fechei pela IE (APC) no dia 17 de setembro, dia 09/10 entreguei o App, dia 19/10 fiz a entrevista pra Infant Specialized (IS ou IQ), e fiquei online na mesma hora, estudei muito com uma amiga minha, que aliás se não fosse ela eu não teria passado nas provas ou feito skypes (Obrigada Marina Marmontel), fechei meu match com minha família em dezembro, durante esse tempo, eu tive umas 9 famílias, no início tive muito perrengue nos skypes, mas depois com estudo e decoreba foi sucesso. Fechei com a família que me senti mais segura e que foi mais paciente com meu inglês. Por ser formada em educação Física, o que eu mais tinha eram horas com crianças. 

Sempre fui muito sincera com as famílias sobre o meu inglês e sobre não estar acostumada a dirigir e isso me ajudou muito! 

No dia 07/01/2019 fiz minha entrevista no consulado (Porto Alegre/RS), entrevista TODA EM INGLÊS, nem um "Oi" em português rolou. Mas Ok, tive meu visto APROVADO!

Hoje estou aqui 1 ano e 5 meses depois relembrando essas histórias, eu estendi com a mesma família e hoje meus bebês estão com 1 no e 7 meses e são os amores da minha vida. 

Então menin@s minha dica é, sejam sincer@s com as famílias, se vocês estão com medo seja pela idade, ou pelo inglês, ou ambos, estudem bastante e tenham fé que vai dar certo. 
NÃO DESISTAM DE VOCÊS!
Xoxo ♥♥


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