Pessoas que largaram tudo para se aventurar nesse mundão de Au Pair!

Inserir ou não o Au Pair no currículo?

O que as empresas precisam ultimamente é de gente inteligente e que aprende rápido. E esse tipo de habilidade nós, au pairs, temos de sobra!

Au Pair na Europa

Você tem mais que 26 anos? Não tem CNH? É casada ou tem filhos? Ou também não tem como comprovar sua experiência com crianças? Talvez fazer o programa de Au Pair na Europa seja uma boa alternativa pra você.

Agências para os Estados Unidos

Tudo sobre diversas agências que fazem o programa de Au Pair para os Estados Unidos.

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25 julho 2013

Aquele post sobre se valeu a pena...

Uma das perguntas que mais me fazem é se valeu a pena e a resposta é a mais obvia de todas, CLARO QUE SIMMMM! É claro que ficar sozinha por 1 ano é assustador e as vezes eu queria voltar correndo mas no geral a agencia de viagens tinha razão quando falou que seria o melhor ano da sua minha vida...
As saudades me consumiam as vezes e eu queria ficar no meu quarto me empanturrando de oreo e sorvete e vendo Sex and the City mas logo passava e eu voltava a ter aquela alegria de viver que tive por lá: aproveitava os finais de semana como se fossem os últimos, ia aos museus de Washington DC que são todos de graça, ficava passeando  pela cidade sem rumo, era tão bom....Quando olho para trás hoje, vejo que tudo aconteceu do jeito que tinha quer ser mesmo, portanto meninas, fiquem calmas que vocês vão para onde tiverem que ir mesmo e o match vai dar certo na hora que tiver que dar.


Minha host family era ótima, claro que tinha gente com famílias melhores (que ate ganhava cartão telefônico para falar com o Brasil) ou piores (que quase passava fome e a gente ajudava trocando ou dando comida) mas eu tive muito conforto e fui feliz com eles sim.

DC é um ótimo lugar: é calmo mas tem toda estrutura que uma cidade grande tem: há museus, historia, lugares bonitos, o Potomac River para namorar, é um lugar muito gostoso, eu ainda não consegui voltar a minha casa americana mas espero retornar logo! J

2006 foi o ano que mais cresci, onde fiz amizades verdadeiras, daquelas que quando você chora e quer voltar para o Brasil, a pessoa esta do seu lado te apoiando com tudo. O ano que + viajei na vida (conheci 13 estados americanos), que sai, comprei e vivi porque tudo foi intenso demais.

A volta foi dolorosa mas com o tempo você se acostuma ao Brasil e a fazer as coisas que você fazia antes, logo que voltei, eu acordava de madrugada e tinha quer ver as fotos dos EUA para ter certeza de que tudo aquilo não tinha sido um sonho, não parece loucura? Morar fora era um sonho dourado e ser AP é para poucos e fortes, só que já foi é que sabe disso, ne?

Desejo a vocês muita sorte no caminho, muita perseverança e paciência e que o melhor ano da vida de vocês, seja realmente o melhor! J
Beijos,
Marcella.
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25 junho 2013

Consumo na Terra do Tio Sam.

Dia 25 de novo!! Tudo bem com vocês?
Hoje resolvi falar sobre compras, talvez porque eu esteja comprando muito – rs. A América é um dos lugares do mundo que é mais atrativo para compras, né? Como fazer para aproveitar tudo isso sem enlouquecer?#beckybloomfeelings
Peguei algumas dicas por ai e também vou contar um pouco da minha experiência:
1 – Cheguei no inverno, bem em Janeiro! Tinha comprado um casaco bem pesado aqui no Brasil mas comecei a ficar cansada de aparecer sempre com ele nas minhas fotos que fazia outdoor......Ai fui numa loja e comprei logo 2 (não façam isso, ok? Quando voltei, vendi um deles e o outro está no maleiro, uso ele quando vou para neve, ou seja, raramente)., então me senti feliz de ter uma variedade grande.....
Problemas: trazer de volta para o Brasil - são muito volumosos - e você nunca mais vai usar isso cotidianamente, né? Hoje, eu teria comprado somente mais um de cor neutra, sem exageros! O mesmo vale para luvas grossas, botas UGGs e toucas. Acabei doando ou as coisas estão todas aqui no maleiro......
2 – Quando fui não tinha nada eletrônico: comecei usando uma maquina digital antiga da minha host ate comprar a minha, a câmera era o que eu queria comprar + rápido, entrei logo comprei. Esperei ate o Thanksgiving para comprar meu notebook porque na casa tinha um que eu podia usar e fui me virando.
Na época, não queria um Ipod mas antes de vir embora, resolvi comprar e comprei um usado na Target – acho que era um sinal compra-lo usado porque me roubaram em 2007, no mesmo ano que voltei......Só não fiquei + revoltada porque namorada um gringo que trouxe outro para mim #revolta#changebrazil
Acho que todo mundo já sabe mas não custa lembrar que após o Thanksgiving e o Natal, há grandes liquidações nos EUA mas grandesssssss mesmo! As pessoas fazem fila na porta das lojas e a gente acordou as 5AM – comprei umas coisas muito legais nestas big sales. Voltei dos EUA em 2007e ainda tenho muitas roupas daquela época, durante e me fazendo muito feliz ainda. J
3 – Roupas e cosméticos são a maior perdição......Se você agora comprar como eu, estará no paraíso: H&M, Forever 21, MAC, Aldo eram nosso paraíso para compras.... Na verdade, no supermercado, eu já me sentia feliz porque queria provar tudo! Minha host me dava grana para comprar o que eu quisesse de comida e isso me deixava super curiosa para provar tudo.
Meninas, não se esqueçam que depois temos que trazer na mala todas as compras...Voltei com 6 malas, ainda bem que minha queria host me deu um kit de goodbye muito simpático com o dinheiro para eu pagar o excesso de bagagem, chicletes e aquele negocinhos para por no ouvido na hora do embarque, lenços para quando chorássemos e oreos, minha eterna paixão....
É com muita nostalgia que termino este post, aproveitem meninas, façam compras inteligentes ai – façam o dinheiro circular! Rs
Beijos,
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25 maio 2013

#medodeseraupair


Oi meninas, tudo bem?
Estes dias, participei de uma palestra sobre intercambio e fui falar sobre minha experiência em ser AP nos EUA. Fiquei impressionada como as pessoas estão preocupadas em serem traficadas por causa da novela Salve Jorge.... Ai resolvi escrever este post para tentar ajuda-las. ;)
Para quem esta pensando em ir, eu sugiro procurar uma agencia conhecida (como Experimento, CI ou STB) e ir lá conversar. Quanto mais informação você tiver, melhor. Na minha época, so fui na Experimento porque queria ir com a APIA – Au Pair in America, eu achava que ela era melhor e me identifiquei com a agencia; nem comparei nada mas acho que hoje, farias as coisas diferente e iria em todas as disponíveis no mercado.
Cada pessoa curte mais uma agencia: as vezes pelos benefícios, pela localização, pela processo.....Tantas variáveis mas acho que o importante mesmo é ir com uma, qualquer uma delas que seja reconhecida pela BELTA – Brazilian Education and Language Travel Association que você ta no caminho certo, ok?
Por mais que algumas pessoas reclamem das agencias, elas te proporciona m seguro saúde, passagens aéreas, uma conselour para te ajudar e mais importante, elas estão ali caso você precise de um rematch. Vai por mim, é melhor não arriscar!
Eu conheci gente que queria ir sem agencia, eu acho isso a maior loucura da vida.... Sei que tem uns sites de procura de AP e que a economia de grana pode ser atrativa mas não faria isso jamais! Teve uma amigona que conheceu a host family num site destes, ai ela disse pra família que so iria por agencia e a família entrou na APIA so por causa dela.... Deu tudo certo porque a família era seria! J
Não corra o risco de ir parar no fim do mundo e sem nenhuma assistência, caso precise de algo, ok? Va com uma agencia e nenhuma delas esta patrocinando este post, é bom sendo mesmo! Rs
Beijos,
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28 abril 2013

Vamos estudar garotas?

Hoje vamos falar de estudos, certo? Sim, porque muita gente vem ser AP porque não tem é bancada pelo pai e a mãe para vir estudar inglês, ne? Nada contra pessoas privilegiadas mas aqui estamos falando de AP, ne?
A maioria das meninas que conheci, foi seu AP para pegar mesmo fluência no inglês e era legal como umas incentivavam as outras neste sentido; na minha época (2006) recebíamos uma bolsa de 500,00 dolares pelo ano todo para estudar e este valor é bemmmmmmm pouco, então como fazíamos para que ele rendesse?
Separei algumas dicas do que fazia, espero que ajude alguém:
1-    A típica dica que acho que todas já sabem mas não custa lembrar, ne? Veja com sua conselour os cursos disponíveis na cidade e quais deles te interessam, assim você já consegue ir juntando dinheiro para seus estudos, caso o valor seja maior que o concedido.
2-    Conversando com as meninas, descobri alguns cursos em igrejas que eram de graça! Gente, eu ia estudar, tinha lanche e material de graça!! Minha host me dava grana pra condução ou gasolina se eu fosse estudar, então era perfeito...Fiz dois cursos em igrejas que gostei muito, os professores eram ótimos: nos davam dicas, livros, indicavam passeios, foi muito bom pro meu desenvolvimento.
3-    Fuçando na internet, encontrei um programa de tutoring que me ajudou bastante: tutoring é ter um tutor que vai te ajudar com alguma matéria, no meu caso, era uma senhora. Nos encontrávamos uma vez por semana, por uma hora; ia ate a casa dela e ela me ensinava gramatica, idioms, expressões. Este programa é de graça também e era voltado para as minhas necessidades: nós fazíamos aquilo que eu queria, então era muito proveitoso. Recomendo para todo mundo e ate hoje, tenho contato com ela! J
4-    Já falei aqui no post de Dezembro, sobre o www.meetup.com, este site me ajudou a encontrar muitas pessoas que queriam praticar o português, assim eu os encontrava e os ajudava com português e eles me ajudavam com o inglês. Conheci pessoas muito legais e me sentia bem ajudando alguém que queria aprender a minha língua... Nos encontrávamos para almoçar ou para tomar cafés, era divertido.
5-    Além dessas atividades, fiz muitos outros cursos: Business English (sou secretaria executiva), TOEFL Writing (eu ia prestar o teste, então fiz este curso – recomendo que todos façam um curso do tipo pois quando voltamos para o Brasil e vamos procurar emprego, sempre tem uma redação em inglês para provar a fluência e este curso ensinava uma “fórmula mágica” ótima! Rs). Fiz uns cursos de moda porque adoro o tema: de coloração pessoal e maquiagem, eram incríveis e nestes, o que era melhor, é que so tinham americanas, então dava para desenvolver vocabulário....
Espero ter ajudado quem esta meio perdido sobre o que estudar: acho que pensar na carreira que tem ou quer seguir e observar custo beneficio são ótimas pedidas.
Beijos e qualquer duvida, escrevam,
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25 março 2013

Gente que fala mal da gente.....



Oi meninas, tudo bem? Hoje falaremos daquelas “pessoas” que insistem em jogar areia no sonho das outras. Vocês conhecem o tipo?
Uma vez li que as pessoas que realizam algo grande e significativo na vida, sabem que aquela realização vai acontecer, no matter what... É um sentimento que nos diz que tudo ficara bem, algo inexplicável... Assim é como eu me sentia com relação a ser AP, eu sabia que daria certo, dentro de mim uma voz me dizia que daria certo e que eu não devia temer nada.....
Infelizmente, muita gente não tem coragem de ir atrás de seus sonhos e fica infernizando a vida dos outros: sabe quando você chega toda empolgada contando algo e alguém vem e começa a colocar defeitos? Então, bem assim...Resolvi fazer este post, pois percebi que varias AP já sofreram e sofrem deste mal. Fiz uma lista com as coisas + absurdas que ouvi e queria compartilhar com voces, depois coloquem nos comentários o que viveram tambem, ok?
- “E se ninguém entender o inglês que você fala?”
Gente, eu estudei inglês por uns 10 anos antes de ir aos EUA, se ninguém entendesse o inglês que eu falava, eu ia querer morrer, ne? Escutei muito esta frase e comecei a ficar irritada, ai comecei a responder: “Se ninguém entender, eu repito ate que a pessoa me compreenda”. Essa é uma boa!
- “E se você não fizer nenhum amigo?”
Tenho plena consciência que não sou a pessoa mais legal do mundo mas também não sou a mais chata, sempre encontro amigos em cursos, trabalhos ou pela vida afora.....Por que então, não conseguiria amigos nos EUA? Se ate Sheldon Cooper tem amigos, como eu não faria amigos? #bigbentheoryfeelings
Só para constar fui madrinha de casamento da minha melhor amiga dos EUA e continuo amizade com todas as outras após 7 anos do meu embarque! Engulam esta suckers! Hahaha
- “E se alguém da sua família no Brasil morrer enquanto você estiver fora?”
Por mais que isto tenha acontecido com 2 APs que conheci, acho que temos que correr o risco: infelizmente para alguem morrer, basta estar vivo, portanto bora viver e aproveitar o maximo, ne?
- “E se sua host family for insuportável?”
Sim, isto poderia acontecer mas para isto, inventaram algo chamado REMATCH! Sabemos que não é legal e ninguém quer fazer mas você não ira morrer se passar por isso.... Pensem naquela máximo “What does not kill me makes me stronger” e siga em frente! J
“E se seu host father te estuprar?”
Da uma olhada no nível de coisas que eu ouvi.....Eu ate conheci gente que andou de baby-doll pela casa e o HF deu uma olhada básica mas estupro eu nunca vi....Se você pensar nisso na sua vida, você nunca sai de casa, ne? Obvio que tomamos cuidado mas não podemos nos trancar numa redoma de vidro, concordam?
A vontade é de mandar a pessoa para *&%$#@ mas as vezes não podemos pois este tipo de bullying muitas vezes vem da sua própria família ou amigos, então temos que respirar fundo e soltar aquele sorriso amarelo.....
Fiz este post para confortar vocês, futuras APs, de que isto acontece com todo mundo.... Acho que todas sofrem isto, já to ate achando que a encheção é pre requisito para ser aupair.....Aguentem meninas, os frutos recompensam tudo isso, keep walkingJ
Beijos e ate a proxima, 

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25 fevereiro 2013

It´s homework time, baby!


Tudo bem gente? Hoje falaremos sobre a hora da lição de casa! Sim, porque se você tem crianças maiores de uns 4 anos, você terá esta happy hour com eles – rs.

Eu confesso pra vocês que nunca tinha pensado nisso antes de chegar lá: eu fiz match com uma família de uma criança de 11 anos e eu nunca mas nunca pensei que eu teria que ensinar biologia – lembro principalmente da parte das células vegetais e animais - e matemática – lembro em particular quando tive que ensinar frações. Portanto, se você vai cuidar de crianças maiorzinhas, pense nisso!
Todas as tardes, após pegar a kid no colégio, tínhamos a tal hora da lição: já vinha um e-mail falando o que ela tinha que fazer para cada matéria, então eu já sabia o que faríamos. Sentávamos lá na cozinha e ela começava a fazer os exercícios mas sempre que não entendia algo, eu tinha que estudar e ensiná-la: as vezes, eu não lembrava o que ela estava estudando mas dava uma olhada rápida nos livros e já entendia ou, acontecia um milagre e eu lembrava toda a matéria e aí, principalmente nos primeiros meses, começava a quebrar a cabeça de como eu ia explicar para ela aquilo em inglês....
Não vou mentir para vocês, era difícil explicar a lição mas ao mesmo tempo, muito prazeroso também quando ela fazia aquele “Aannnnn” quando tinha entendido a matéria. Eu aprendi muito inglês tendo que ensiná-la, ia lendo os livros dela enquanto ela fazia outra matéria e era legal ver as coisas que eles aprendem por lá.
O que acontecia era que, como todo estudante, ela tinha provas! Então tínhamos que estudar toda a matéria e depois eu também ficara apreensiva com o resultado. Geralmente, ele era bom e ai eu ficava super orgulhosa. JEla também tinha uma matéria que era vocabulary (eu nunca tinha feito isto no Brasil quando era criança), que consistia em decorar o significado das palavras.....Ela tinha uma lista para decorar toda semana, ai enquanto ela tomava banho na banheira, eu ficava la, fazendo “chamada oral” rs, este foi o jeito que encontramos de não ficar tão chato e maçante!
Bom, pessoal pensem nesta hora também quando estiverem escolhendo a família, ok? Acho que quem vai com o inglês mais básico, pode realmente ter mais dificuldade.....
Beijos e se tiver perguntas, I´m glad to help youJ
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25 janeiro 2013

Vamos viajar?

Ótimo ano para vocês meninas e que tenham muitas viagens em 2013! Isso mesmo, hoje falaremos sobre viagens, afinal não conheço nenhuma AP que não goste de viajar, né?
Com o prof. de sky em NH
Se você vai ser uma AP, se prepare porque é um dos anos que você mais vai viajar na sua vida e isto não é uma benção divina? #oremos... Não sei como é para vocês, mas como eu sabia que aquele ano ia acabar, viajava em todos os feriados e muitas vezes nos findes! Resultado? Conheço mais a América do que o Brasil! J
Eu morei em Washington DC, na costa Leste, então fui 6 vezes para NYC (eu sei, sou meio louca mesmo mas eu queria ir em todos os lugares em que o Kevin McCallister do Esqueceram de Mim 2 foi) e para os estados próximos... Aproveitei também para visitar varias das minhas amigas que conheci em blogs e moravam mais longe e, além disso, acontecem algumas viagens – nem sempre tão legais – com a host family mas que nos permitem conhecer lugares novos, ne?
Acho que é muito válido pegar um calendário e já se alinhar com sua host mother para ver em quais findes você estará off e já ligar para as amigues e começar a programar! Usava muito o site www.expedia.com e tentava comprar tudo bemmmm antes para quando a viagem chegasse, ter grana para gastar lá!
Às vezes é difícil encontrar companhia para fazer as viagens com você: eu por exemplo, queria muito ir para Disney mas minhas amigas APs queriam ir para outros lugares, então acabei indo para lá com uma turma que nem conhecia pessoalmente, só por blog mas que deu super certo porque elas tinham um grupo que uma menina desistiu, então deu certinho! É importante saber para onde se quer ir pois lá tem muita opção, né?
DICA: O site www.contiki.com tem pacotes que são ótimos para quem vai viajar sozinho e não quer estar 100% sozinho. Deem uma olhada, é uma opção muito valida e os preços não são tão caros.
Espero ter ajudado vocês com estas dias,
Beijos
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25 dezembro 2012

E quem serão os seus amigos enquanto você estiver fora?

Oi meninas, tudo bem?
Um dos posts que as meninas me pediram para fazer era sobre os amigos, acho mesmo que esta é uma das maiores preocupações que temos quando saímos do país porque ninguém quer ficar um ano fora sem amigos, né? Amigos dão um brilho na nossa vida, nos trazem alegrias e nos ajudam nesta caminhada que é morar fora, sem eles acho que a gente não conseguiria, sem demagogia! J
Bom, então vou contar como foi minha empreitada: Como já falei aqui, tinha um blog e através dele e de um grupo no Yahoogroups, eu conheci muitas meninas que estavam no processo, algumas delas iam embarcar na mesma época que eu e ficamos mais amigas. Também fazíamos uns encontros de AP em shoppings e tínhamos uma comunidade no OKT onde trocávamos informação e dicas. Então eu já fui com umas pessoas conhecidas, no meu vôo já fui com duas APs que se tornaram grandes amigas. O bom disso é que você já tem com quem dividir as coisas, desde o avião mesmo, ainda mais eu jeca que era, andei a primeira vez de avião quando fui aos EUA!
Do meu cluster, não me dei bem com ninguém ao longo do ano.....ate sai com umas pessoas umas vezes mas nenhuma delas virou minha amiga. Tinham umas comunidades no Orkut de Brasileiros que moram em DC e lá conheci umas pessoas bem legais.....Sabem como é: um te apresenta para outro, que te apresenta para outro e ai você já tem seu grupo formado! J
Não tive nenhuma grande amiga que não fosse do Brasil, essa historia de “Não ande com brasileiros” não funcionou comigo mesmo: quando eu precisava desabafar, estava carente e precisava de um amigo mesmo, eram só os brasileiros que me ajudavam, mais ninguém no mundo.......#drama
Uma dica que quero dar para vocês é o site www.meetup.com. Neste site, você procura pessoas que tenham o mesmo interesse que você – eu encontrei um grupo chamado Portuguese speakers living in DC e indo as reuniões deste grupo, conheci muitos americanos que ficaram meus amigos enquanto eu morava lá, a gente marcava almoços/cafés semanais e eu os ajudava com o português e eles me ajudavam com o inglês, foi um jeito super barato de conhecer gente e ainda, melhorar o idioma. Eles ainda me davam dicas de programas para fazer, foi super legal mesmo.
Hoje, 5 anos após minha volta, posso dizer que mantenho contato com todas minhas grandes amigas dos EUA e fazemos, pelo menos, um encontro anual..... Uma delas ate fui madrinha de casamento – prova que as amizades são as que vão durar para vida toda mesmo: os amigos se tornam sua família mesmo quando você esta fora, você cozinha com eles, viaja, dorme....Eles te conhecem num nível e grau bem maior do que muitas pessoas que você chamava de amigo aqui no Brasil.......
Gente, eu não sei as outras ex AP mas eu não conheci muitos americanos enquanto estava lá: a gente conhecia caras na balada que viravam possíveis rolos ou não mas nas escolas, a gente só conhecia estrangeiro também.....Claro por que nenhum americano vai estudar inglês, ne? Esse grupo do meet up foi ótimo para isso, recomendo muito que vocês dêem uma olhada no site......
Por isso, se você chegou a pouco tempo e não tem amigos ainda, procure o facebook, seu cluster ou entre no meetup.com! J
Esta é a foto do meu aniversario em Dezembro: americanos e AP brasileiras, fazendo meu ano muito mais feliz! :)

Beijos para todas e boas festas a todas e que seus sonhos se tornem realidade em 2013!
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25 novembro 2012

Como fazer seu salario de AP render?

Oi, tudo bem?
Muitas meninas falaram para eu fazer este post e espero que minhas dicas ajudem vocês! J Todo mundo sabe que salário de AP é pouco e eu não sei direito quanto é hoje (alguém me ajuda?) mas na minha época era USD139,05 por semana – dependendo da host, ela te dava USD140 mas eu juro que eu conheci gente que ganhava os 5 centavos toda semana! Haha
Bom, quando cheguei la, tinha uma wish list que continha câmera, notebook, ipod, viajar muito e estudar e sabia que tinha que economizar porque a Marcella aqui gasta muito com roupas mas muiiiiito mesmo e tinha que dar um jeito de não fazer isso lá.....Tambem é importante lembrar que não tinha cartão de credito, quer dizer, levei o meu do Brasil para emergências mas não ia ficar usando para minha mãe pagar a conta aqui, ne? Então não usei o ano todo...
Se você parar para pensar, vera que uma AP não gasta com celular(minha família pagava o meu e podia usar o quanto quisesse e também tinha um telefone no quarto so para mim), nem com comida (eles me perguntavam o que eu queria comer e também deixavam um dinheiro somente para isso), nem com gasolina (eles enchiam o tanque mas eu não usava o carro direto) e nem com transporte para aulas - minha host me dava grana para o onibus..... Entonces, sobram as saídas, viagens, compras e estudo. Precisava, desesperadamente, conseguir um jeito de juntar dinheiro sem conta bancaria.
Quando eu cheguei nos EUA, eu não tinha conta e não sabia o que fazer....Comecei a guardar a grana em uma caixa de sapato, bem old school mesmo, carregava um pouquinho na carteira e ia colocando lá o resto, ai ia trocando as cédulas com a minha host por umas mais altas. O problema é que eu estava gastando muito, tinha que achar um jeito de parar com isso....Ai comecei a fazer um envelope de papel e cada vez que juntava 100 dolares, eu fechava ele com cola branca, depois que tava fechado, ia para caixa....Ai, quando queria comprar algo, pensava: “Vale a pena rasgar meu envelope com 100 dolares para comprar isso” e muitas vezes, não valia..... Eu ficava muito feliz quando via os envelopes acumulando e meus bens materiais serem adquiridos. :)
O problema foi que a situação ficou insustentável quando eu comecei a querer comprar pela internet, ir a shows ou comprar passagens aereas. Então, abri uma conta corrente no Citibank e ela me possibilitou acesso a este mundo mas minha host continuava a me pagar em cash, então eu recebia na sexta-feira, passava o final de semana e na outra sexta, eu ia la no banco depositar o resto da grana.
Algumas coisas que eu e minhas amigas fazíamos para economizar:
- Sempre que um dos hosts viajava, a gente ia para casa dessa pessoa e fazia um jantar com comida brasileira, cada uma levava uma coisa, a gente gastava bem pouco e se divertia horrores;
- A gente sempre jantava em casa antes de ir para balada, e la geralmente vinham uns nice guys pagarem nossos drinks – essa era a melhor parte!!!J
- Quem era boa em fazer unha, fazia das outras....Outra ajudava na escova, emprestava roupa quando tinha um date também, costurava roupa....rs - todo mundo se ajudava para que não gastássemos muito com o que não era realmente necessário.
- La em DC, conseguíamos pegar ônibus por uns períodos de tempo, umas 4h com a mesma passagem, então tentávamos otimizar também o tempo para economizarmos em qualquer coisa.
- Eu queria estudar muito, queria voltar falando tipo o povo que eu via nos filmes (#aloca), então comecei a procurar mil e um cursos de graça para fazer! Fiz vários que eram ministrados em igrejas, encontrei uma tutora que me encontrava uma vez por semana por uma hora para me ajudar e também descobri o site meet.com, onde você anuncia o que procura e encontra grupos de pessoas que querem o mesmo que você.......Achei um grupo de pessoas que falam português e moram em Washington DC e comecei a ir aos encontros, neles, fiz vários amigos americanos que precisavam de ajuda com o português, então eu os ajudava e eles me ajudavam! Nos encontravaos uma vez por semana para comer e ai iamos nos ajudando com o idioma... Foi muito mas muito legal mesmo!
- Claro que aproveitavamos tambem as sales tipo a Black Friday que la foi maravilhosa (eu esperei o ano todo para comprar meu note, paguei muito barato mesmo).
- Juntava pontos de milhagem com os voos: eu voei bastante, tanto com ahost family quanto passeando e ia pegando pontos em todos, voces acreditam que quando voltei conseguia ir e voltar para qualquer lugar da America Latina com estes pontos? Como eu voltei totalmente sem dinheiro (post em breve sobre a volta), eu acabei vendendo estes pontos porque eles iam expirar mas me pagaram 500 reais por eles!!!! Voces tem ideia que ganhei 500 reais sem fazer nada? rs Genial, ne?
 Essa sou eu no restaurante com meu nome em MD, quando a jantar com a familia, tambem nao pagava! ;)
Espero ter ajudado voces, coisas simples que funcionaram, de verdade, para mim! )
Beijos e ate o post do dia do Natal onde esta que escreve ja tera completado 30 anos! :)


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25 outubro 2012

Treinamento do APIA e Chegada na host family


Ola povo, tudo bem? Continuando a historia, no meu vôo, tinham umas 30 meninas que seriam au pairs também, todas uniformizadas, olhem so:
                                    (eu sou a terceira da esquerda para direita na fleira de baixo)
Foi muito legal poder dividir tudo com elas, era minha primeira vez voando de avião.... #dica: sempre levem uma muda, pelo menos, de roupa na mala de mão porque se sua mala sumir, você tem roupa....Como nós saímos daqui em plano verão, levamos roupas pesadas e íamos trocando durante o vôo mesmo; tinham algumas pessoas que eu já conhecia pois tínhamos um grupo no Yahoo Groups e no Orkut e eu também tinha um blog (hoje ele ta desativado, era mais para contar o que acontecia comigo p/ minha família e amigos e não ter que responder a mesma pergunta mil vezes......rs), inclusive tenho uma amigona que conheci pelo blog e foi sentada no meu lado no avião! J
Nós chegamos lá e tava super frio, outra #dica que dou é: saiba que os 3 primeiros meses vão ser os piores mesmo, como em qualquer processo de adaptação, tipo emprego novo.....Se você vai no inverno, é pior ainda porque você não vai estar acostumada e o frio da um desanimo mesmo para algumas pessoas.....Tinham me falado que por mais ruim que fosse o começo, aquilo tudo ia passar, o gelo iria derreter e eu ia sobreviver e realmente foi isso o que aconteceu! Por isso, sempre digo para ninguém desistir de nada nessa vida com medos de 3 meses!
No treinamento não parecia que eu estava nos EUA, parecia que estava em um hotel em um local X, com muitas meninas que seriam AP também mas não parecia nada concreto.... Tinham muitas brasileiras e ficávamos entre a gente mesmo....No ultimo dia que foi dando mais frio na barriga e ai, peguei o trem para ir de Stamford-CT para Washington DC.
La no trem, minha host mother e minha kid estavam me esperando, acho que foi quando realmente caiu minha ficha de que aquilo tudo estava acontecendo de verdade...A gente estava no carro e ela foi me mostrando os monumentos de DC, tudo estava iluminado e tão lindo....Foi ai, que soube que tinha feito a coisa certa! J Meu sonho finalmente tinha se realizado.
Minha host era daquelas profissionais porque eu era a nona AP deles e ela tirou a sexta feira de folga para me entregar um manual de AP da casa (sim, isso mesmo!!!) com todas as normas e me levou para tirar o social security.para que eu pudesse tirar a carta de motorista logo.
Com 4 dias na casa, minha host family fez uma viagem sem mim e eu fiquei forever alone por 4 dias.....Mesmo assim deu tudo certo e este tempo sozinha foi bom para eu conhecer a vizinhança, fazer umas primeiras amizades e me acostumar com a casa. Também comecei a procurar cursos porque queria estudar imediatamente, não queria perder tempo.
Enfim, comecei a me adaptar e a entender qual seria a minha rotina naquele ano e tinha a certeza de que aquele ano, seria o mais louco e intenso de toda a minha vida! J
No próximo mês, farei um post sobre como fazer a grana render – afinal, vocês sabem que o salário de AP é bem pequeno, ne?
Beijos,
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25 setembro 2012

INICIO DO PROCESSO / ESCOLHA DA HOST FAMILY


Tudo bem meninas? Como estão? Quando vocês lerem este post, estarei chegando da Europa..... Serão minhas merecidas férias depois de mais de um ano de muito trabalho! J
Fui aceita no programa em 31/08/2005 e no mesmo dia, recebi um e-mail falando que meu material estava com uma família....Era uma família de CT (2 kids de 12 e 9 anos, um dog, um parrot-rs) mas eles nunca me ligaram....... Esperei e esperei triste e desolada (#drama) mas nada acontecia......
Perguntei ao APIA se havia algo que eu podia fazer para melhorar minhas chances de match e me falaram para dar um update nas horas de childcare e de direção. Não sei como é agora, ate preciso ler uns posts do blog para me atualizar mas na minha época, nos íamos a agencia no Brasil, fazíamos uma entrevista e entregávamos o application tudo no mesmo dia, ai ficávamos esperando o “aceite” que queria dizer que nosso perfil estava disponível e a, partir daí, receberíamos contato das famílias. O APIA enviava um e-mail com o perfil da família e falava que eles podiam te ligar nos horários que você tinha informado, este e-mail dava medooooo – e se eles ligassem e eu não conseguisse falar? E se meu pai atendesse e eles desligassem? Lembro que deixei uma cola ao lado do telefone com frases básicas de inglês.......hehe
Eu disse que não queria cuidar de newborn e tinha carteira recém tirada, então achava que era isso que me fazia uma pessoa sem familia – rs - mas tentei ocupar minha cabeça para não ficar pensando negativo e saía, resolvia coisas da viagem, também estava trabalhando e fazendo duas matérias extras na faculdade para me ocupar....Ate que tava conseguindo lidar bem como fato de que o processo das minhas amigas tava andando e o meu não.... L
Em 16/10/2006, recebi outro e-mail de host family: 1girl-10 y/o, pai e mãe, Washington DC e 1 dog. Voces se lembram que no mês passado falei que queria uma host family com somente uma criança e que fosse maior de 5 anos? Pois então, como a palavra tem força, eu já sabia que ESTA era a minha família.... E que eles TINHAM QUE ME LIGARRRRRR!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! rs
E não é que ligaram? Era um domingo chuvoso – acho que nunca vou me esquecer deste dia na vida! Fiquei na cozinha de casa falando com eles e foi a minha host quem me ligou, estava com vergonha mas a conversa fluiu bem e falamos por mais de 30 minutos.....Eu não sabia NADA de Washington DC, so sabia que era a capital do pais.... Eram pais que trabalhavam para o governo, a kid era adotada da China e eu seria a nona, eu disse NONA AP da família! Eu pensei: gostei dela, já estão acostumados com AP, terei carro e celular (naquela época não eram todas as famílias que davam um so para AP), a cidade é do jeito que eu queria (vide post de 25/08), ou seja, MATCH!!!!!!!!!!!!!!! Um dia depois da ligação, já tínhamos fechado!


Não sei dizer o que acontece mas é incrível como você sabe qual é a família certa, você sente, eu não sei explicar..... Não fiquei nem um pouco receosa de fechar com a primeira família que me ligou, nem pensando se podia vir uma family melhor  e nem nada, me sentia  a pessoa mais feliz do mundo, aquela que realiza todos os seus sonhos, me sentia super/ultra/mega realizada! J......Tudo encaixou perfeito, porque eu so poderia viajar depois de 14/01/2006 que era quando o curso que eu tava fazendo, acabaria e eles precisavam de alguem para janeiro mesmo. Minha host family e eu, desenvolvemos um vinculo muito grande antes de eu embarcar porque fiquei em contato com eles por 3 meses antes de chegar la, eles me mandaram presentes de welcome, aniversario, Natal e tudo o mais.... Tenho algumas coisas ate hoje!


 Assim, dia 23/01/2006, eu embarcava sozinha para a maior aventura da minha vida......#friodabarrigatotal......Isso tudo poderia ter sido a maior furada da minha vida: e se o host father fosse um tarado? E se você não se der bem com a criança? E se você não fizer nenhuma amizade? E se as pessoas não entenderem o seu inglês? E se, e se, e se.... “E se” é algo que odeio..... Ser AP é para quem é forte! É como aquela frase: não agüenta, toma leite...rsrsrs, por que as pessoas ficam falando algumas coisas querendo acabar com o sonho da gente? Nós pobres mortais que estamos indo cuidar de criança, sem nenhum glamour? rs
Não tem coragem, não vai!!!!!!!! E eu, que nunca fui de desistir, apesar do povo ficar falando varias coisas na minha cabeça, fui! J
TO BE CONTINUED......
Beijos meninas,
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25 agosto 2012

Dia 25 – Prazer, meu nome é Marcella......


 Adoro o dia 25! Alem de ser o dia do meu payday e quando recebo meu ticket refeição (haha #trabalhadorafeelings), agora é meu dia de postar no blog! J Tenho 29 anos e, assim como a Lilly Costa do dia 20, fui au pair em 2006. Fiz este post em forma de entrevista pois acho que pode ajudar as futuras AP, se vocês tiverem mais alguma outra duvida, me enviem dos comentários que responderei nos próximos posts, ok?
Por que você quis ser au pair?
Sempre tive o sonho de morar fora: quando tinha 15 anos, ouvia as meninas da escola falarem que iriam para Disney e tinha muita vontade de ir. Alguns anos depois, estava me formando na faculdade e as pessoas falavam que iriam para Disney comemorar a formatura e eu sabia que não iria também pois meus pais não tinham condições de arcar com minha viagem; se eu quisesse viajar, eu teria que trabalhar e conseguir por meus próprios meios.
Eu tinha o sonho de falar inglês fluente, desde muito pequena tinha essa vontade: achava bonito ver as pessoas conversando com pessoas de outros países como se o mundo fosse muito pequeno e não houvesse fronteiras para elas. Além disso, um ano fora parecia perfeito porque poderia vivenciar as quatro estações do ano que são bem mais definidas do que no Brasil, estar presente em todos os feriados e comemorações que acontecem ao longo do ano e, pensava que este período era o suficiente para pegar fluência no idioma.
Como descobriu o programa?
A priori, queria ficar um ano estudando mas tudo era muito caro. Em 2005, a cotação do dólar estava em quase R$3,00. Não lembro direito como conheci o programa de AP mas eu havia sido baba quando tinha 17 anos e por isso, já tinha experiência em trabalhar com crianças, então sabia que ser AP era a maneira apropriada de ir morar fora.
Quem pagou o seu programa?
Enquanto eu fazia estagio, juntei o dinheiro para pagar o programa, também tive que tirar passaporte, carteira de motorista e comprar algumas coisas para a viagem, ia guardando o dinheiro todo mês mas não deixava de sair também.....Sentia uma necessidade muito grande de “aproveitar” o Brasil e tudo era motivo para comemoração antes de eu ir embora.....rs
Como você se preparou para seu ano?
Eu me formaria na faculdade em agosto de 2005 e desde o inicio do ano, eu comecei a procurar informações para a viagem e ate criei um blog sobre o tema. Com ele, conheci muitas meninas que estavam vivendo a mesma coisa do que eu e foi muito importante poder dividir todas as fases do processo com elas. Também entrei num grupo de AP do Yahoo Groups. Eu tirei carteira de motorista, fiz trabalho voluntario numa creche para ter o numero de horas suficiente, entrei na natação para aprender a nadar porque falaram que era importante...... Ainda é? rs
Qual o seu nível de inglês quando você embarcou?
Tinha concluído o curso no CNA e já trabalhava com executivos que não falavam português, então já me considerava bem avançada, acho ate que fluente.....Ai, quando cheguei nos EUA, vi que o buraco era mais embaixo e eu não era tão fluente assim.......rs
Com qual agencia você foi?
Fui com a Experimento, escolhi a agência porque queria ir com o APIA (Au Pair in America) e era a única representante deles no Brasil.
Como era a família que você procurava?
Eu queria uma família com uma criança só, tinha conhecido uma garota em um dos encontros de APs que fizemos que iria cuidar de uma menina de 5 anos, falei para ela “Ivy, quero uma família igual a sua.”. Eu achava que, com uma criança maior, conseguiria desenvolver mais o inglês, alem de ter o dia todo livre para fazer minhas coisas e, mais importante, eu não teria que trocar fraldas.....rs
Queria também morar em uma cidade legal, com muitas lojas, restaurantes e lugares bonitos para passear, onde o transporte público fosse também eficiente e houvesse varias escolas e universidades boas.
Quais eram seus objetivos no seu ano fora?
Fluência no inglês e por isso fiz muitos cursos, conhecer pessoas interessantes, ter um bom relacionamento com minha host mother, viajar o máximo que pudesse, comprar tantas coisas que eram muito caras no Brasil.... notebook, ipod, câmera.... Com muito trabalho e suor, todas as minhas metas foram atingidas la! Contarei para  vocês aqui um pouco da minha historia...
O que espera do blog?
Espero ajudar com a minha experiência as meninas que estão em processo do mesmo jeito que fui ajudada por muitos blogs que estavam no ar em 2005. Quero mostrar que, mesmo sem a ajuda financeira dos seus pais, você consegue sim pagar o programa e realizar seu sonho! J No próximo post, vou falar sobre a escolha da família, fiquem ligados!

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