Pessoas que largaram tudo para se aventurar nesse mundão de Au Pair!

Inserir ou não o Au Pair no currículo?

O que as empresas precisam ultimamente é de gente inteligente e que aprende rápido. E esse tipo de habilidade nós, au pairs, temos de sobra!

Au Pair na Europa

Você tem mais que 26 anos? Não tem CNH? É casada ou tem filhos? Ou também não tem como comprovar sua experiência com crianças? Talvez fazer o programa de Au Pair na Europa seja uma boa alternativa pra você.

Agências para os Estados Unidos

Tudo sobre diversas agências que fazem o programa de Au Pair para os Estados Unidos.

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15 novembro 2012

Olá!


Tudo bem com vocês? Eu sempre torço que esteja tudo melhor do que da última vez que vocês leram meu post. 
Ultimamente, por coincidência ou não, a minha história vem se repetindo. Não especificamente a minha vida, mas o destino vem me mostrando que eu nao fui tão única assim. Sem mais delongas, estou falando de que, nessas ultimas semanas, atentei para o fato de que muitas meninas retornaram aos EUA ou estão retornando em breve. Pra quem não lembra ou não sabe, eu fui au pair em 2007 e 2008 e voltei para essa parte de cima da América no final de 2009, após 10 meses no Brasil.
Muitas voltam com agência, sendo au pair pela segunda vez, e outras voltam para fazer faculdade. Umas voltam para a mesma família, outras para famílias diferentes. Por mais que o assunto já tenha sido mostrado aqui no blog, acredito que eu tenha a acrescentar e trago como novo a bagagem de estar aqui por 4 anos e 7 meses recém completos em Novembro. Pausa pro suspiro.
Seguinte, ladies (and very few gentlemen): voltar pode ser incrível, se é o que você deseja. Mas algumas considerações devem ser feitas. Vejamos:
Pontos Positivos
Pontos Negativos
1.   Já conhecer a família – sem mais surpresas, right?
Já conhecer a família – sem mais surpresas, right?
2.   As kids já te conhecem e vice-versa.
As kids já te conhecem e vice-versa.
3.   Você provavelmente já sabe onde vai morar e lembra dos seus lugares preferidos.
Você provavelmente já sabe onde vai morar e lembra dos seus lugares preferidos.
4.   Você já domina o idioma, ou pelo menos tem bem mais facilidade com ele
Você já domina o idioma, ou pelo menos tem bem mais facilidade com ele
5.   As regras ficam bem mais fáceis de cumprir porque você já se acostumou. E se você volta sem agência, você cria as próprias regras.
As regras ficam bem mais fáceis de cumprir porque você já se acostumou. E se você volta sem agência, você cria as próprias regras.

 Gente, eu sei que desenhei antes de perguntar se precisava. J Mas deu pra entender? Tudo o que é um ponto positivo pode ser também um ponto negativo. Explico: Quando a gente vem como au pair pela primeira vez, e demos a sorte de conseguir uma família boa, a gente fica confortável com eles. No retorno, esse `comforto` pode virar algo ruim porque você perde aquela vontade de agradar, pelo menos depois de um tempo, e muito importante: a família também perde essa vontade. Precisa ter muita força e sabedoria para não misturar as coisas e ainda entender o trabalho como trabalho. As regras ficam bem mais fáceis de serem quebradas porque você sabe que não vai haver punição, ou você já não é tão inocente pra temer. Após todo esse tempo, eu confesso que não sei se ainda consigo.

As kids que voce amava cresceram, pelo menos um pouco, e o seu trabalho mudará gradualmente. Isso não é tão fácil de lidar quanto parece. Por exemplo, quando cheguei aqui minhas gêmeas tinham 3 anos e o menino maluquinho tinha 5. Hoje elas tem quase 9 e ele tem 11. Meu trabalho deixou de ser `braçal´ para ser completamente psicológico e mental. Antes eu precisava me preocupar com dar banho, escovar dentes, pentear cabelos, brincar. Hoje eu me preocupo com projetos escolares, atividades, em estar bem para dirigir MUITO, em escolher roupas que sejam fashion, em saber EXATAMENTE porque estou dando aquela ordem e em ter certeza de que o psicológico deles também está bem. É um trabalho MUITO mais cansativo e complicado, mas creio que tão recompensador quanto. No meu caso, sou responsável por tudo o que tem relação com a escola de 3 kids. T-U-D-O =tarefa diária, projetos, posters, aulas extras, provas, notas, ensinar espanhol, treinar pro show de talentos...ahn? Sim, isso mesmo. Up for it?

Quando você chega aqui, todo lugar é lindo e qualquer coisa que você quer fazer é novidade. Depois de um tempo, isso muda. Os lugares ficam tão familiares que perdem a ´magia´e isso pode complicar. É preciso não deixar o ´olhar´de encanto morrer ou tentar sempre fazer coisas novas.

Quanto ao inglês, tenho momentos que eu acho que estou desaprendendo. FOR REAL!! Me refiro ao fato de ter aprendido gírias, cacoetes, sotaques e tudo o que vocês podem imaginar das diferentes pessoas que passarm pela minha vida. Yo, it´s tuff, man.

Tudo isso deve ser pensado, fora o maior fator: você vai estar sozinha né? A não ser que tenha tanta sorte de ter muitas amigas aqui que tenham ficado ou voltado. Not my case. Redobre suas forças.

Bom, me perdoem o post longo, mas eu senti que devia falar um pouco (tá, muito) sobre o assunto. Se precisarem de algo ou quiserem conversar mais sobre o tema, só me escrever aqui ou me mandar email para becsbrazil@yahoo.com. See ya in 30 days.
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15 outubro 2012

Life, Liberty and the pursuit of Happiness

Diiia gente, tudo bem?
Espero que o mês tenha sido gentil com vocês. Para mim, foi um mês de reflexão. Dentre uma das minhas noites sem sono, percebi o quanto há meninas e meninos chegando nessa terra. Li posts, vi recados, vi anúncios de match e me peguei pensando na minha história e o que eu poderia passar com esse post. Dia 6 de Novembro eu completo 4 anos e 8 meses aqui. Carrego hoje experiência, cansaço, rugas, dúvidas e preocupação, mas também respiro maturidade, força e alegrias inigualáveis.
Desde o começo, lá em 2007, eu sabia que América iria me transformar. Eu sabia que eu iria amar. E sim, eu vou falar de amor. Do ônus e do dano que essa parte do continente inflige na gente. Que essas palavras inspirem e contribuam. Que levem coragem, mas que alertem também, aos que vem para passar um ano, ou dois, ou 4, ou sempre. Esses eu reconheço antes de chegarem aqui, só de ler depoimentos. Claro que não ter curfew, ter carro, ter feeling, ter folga, ter tempo livre, ter local para estudar, ter banheiro, ter amigas, ter preparo, ter experiência com crianças e ter gosto pelo trabalho, ter a mente aberta, ter aquecimento  ter dates, ter dinheiro e vários outros ter importam e fazem muita diferença. Fazem a sua experiência boa ou não. É mais simples do que parece, babes. Fez um check mark em quase todos os ter  que eu citei? Pois bem, agora é hora de pensar no seu coração. ESSA é, para mim, a reflexão mais importante a ser feita quando se vai morar em outro país. Ready? 
A coisa mais importante que a América me ensinou foi a amar: 
Amar previsivelmente, como eu sabia que iria, a diversidade, a cultura, o novo, a língua, o subúrbio, Jersey, a natureza (voltei a amá-la), o entretenimento fácil, a música, a praticidade. Amar a sensação de segurança, o consumo e a qualidade de vida. E absorvê-la, respirá-la, incorporá-la de um jeito que eu não sei mais se a operação reversa se aplica. Nem tudo que entra, sai, babes. Nem tudo.
Amar o desconhecido. Amar o próximo. Aprendi a amar de outra maneira, a maneira deles, respeitando o espaço e sem muita demonstração. Um amor que dá presentes ou agrados, que para eles vale mais que um `obrigado` ou um `abraço` e que por vezes eu ainda luto pra me acostumar, mas que eu recebo e retribuo.  Amo assim com quem tem que ser (como meus hosts, por exemplo). Ao mesmo tempo, me permiti distribuir toques, abraços, beijos, carinho e cafuné, como nós brasileiros fazemos, para quem eu tenho necessidade de tudo isso como para as minhas crianças e meu namorado. E passar o nacionalismo da maneira de amar brasileira e o regionalismo do cheiro e do toque, do chamego (cuddle) cearense, para as minhas amigas européias ou paulistas, por quem eu ainda sorrio de amor até hoje. E pra sempre.
E finalmente, aprendi a amar sem condição. Amor de pele, de coração para coração, de identificação, de cuidado, de atenção. Amor responsável e sincero, amor altruísta, de alma, and I dare to say, de mãe. Sim, por 3 pequenos que eu quero na minha vida pra sempre. Quero não, preciso.
Mas Bee, e os danos? O que você perdeu com tudo isso?
Perdi a minha liberdade.
Óbvio, por questões de relações internacionais (visto). Mas muito pior, porque eu não consigo mais viver sem isso. Sem eles. Sem o American Dream, que nunca foi meu, mas que agora me possui. E que me vencerá antes de que eu o domine.

E ponto.



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15 setembro 2012

"Pride and Prejudice"

Hello you all,

espero que esse post encontre todos bem. A primeira coisa que preciso (e quero) fazer é agradecer por todos os comentários, leituras e elogios no dia 15 passado. É extremamente gratificante ler o que vocês têm a dizer. Tudo me impulsionou a tirar um tempo de uma semana que podia bem ter sido pulada no calendário e vir aqui com muito carinho pra rascunhar umas palavrinhas. Obrigada, queridos. 

O assunto de hoje é complicado, porque lida com opinião e é fruto de uma inquietação pessoal ( e não seriam todos os outros posts?!) e eu assumo que eu sou arrogante o suficiente pra tentar mudar as idéias de alguns. Mas só porque eu acho que irá necessariamente beneficiá-los, caros novatos e novatas e prepará-los melhor. Como alguns sabem, já me considero veterana, pois já estou aqui há 5 anos. E antes que me chamem de amarga, frustrada e todos esses adjetivos azedos, eu estou ficando velha e não louca (maybe a bit), sou feliz aqui e faria tudo de novo. Pronto e ponto. Esse assunto não tem nada a ver com o que acontece aqui na minha vida.  E o primeiro ( de muitos, cês vão até enjoar) conselho que eu dou é: SUPERE SEU PRECONCEITO! e faça com que os outros ao seu redor superem também. 

Explico: o primeiro bloqueio que você tem que superar, principalmente você que veio de um mundinho mais burgueso, é a vergonha de ser babá. Como assim? eu não tenho preconceito!!! ah não? então responde pra titia aqui, bebê: Quando você explica o programa, você começa pela grande oportunidade de estudar (oi?) nos EUA? você dá ênfase pra o inglês? fala da maior alegria de morar com uma família americana? das amizades? aí lá no fim do seu discurso você fala que ah, sim, vai ser babá?! 

 

Some nannies are pretty cool. You can also be. 


Tudo bem se for assim, eu também fiz isso. Porque eu também tinha vergonha de ser babá e sabia que a minha família, por mais orgulhosa que estivesse de mim, não exatamente amava esse 'detalhe' do programa. Exemplo? a minha avó, até hoje, fala que a neta dela estuda e mora em New York. Vó? eu faço o quê? não, não, vózinha, eu sou babá de uma família americana que eu amo de paixão ( e odeio ao mesmo tempo, fine) e sim, curso uma faculdade, mas que não é em NYC, é em Jersey. Eu também já neguei porque tive medo e quis evitar as perguntas que atirariam em mim, sem falar nos olhares. 

Mas sabe o que aconteceu? um dia eu conversei com a minha babá. A pessoa que me criou tão bem que eu poderia chamar de mãe. A pessoa de quem eu sinto tanta falta, mas tanta falta, e que eu penso todo dia em momentos difíceis. A pessoa a quem eu mandei os primeiros dólares que eu ganhei. E que eu mando até hoje. Eu simplesmente entendi, que NÃO INTERESSA A PROFISSÃO que eu tinha no Brasil, isso não me faz mais digna do que ninguém. Essa, aliás, é a pior coisa que eu escuto. As babás são, sim, interligadas à pobreza e falta de instrução no nosso país e a gente, por vezes sem perceber, diz coisas preconceituosas e feias mesmo. Burras. 

Por isso, caros e caras, tenham orgulho de vir aqui ser babá. Nào digo que vocês tem que fazer isso pro resto da vida ( e se for? e se fizer? não há problema, bem). Vocês farão um trabalho importantíssimo na vida de pessoas inocentes ( mesmo que só um ano), que se aprenderem pelo menos uma coisa contigo, já é uma marca que você deixou no mundo. Valorize-se e valorizem a classe, porque tem gente que vive disso, como eu, que não sou pior que ninguém, mas, desculpem, sou melhor só por pensar assim, livre desse preconceito.

Abraços e sorrisos.


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15 agosto 2012

"There's a time to change and a room to grow"


Oi, tudo bem?
Todo dia 15 você lerá sobre mim, acompanhará a minha história, os meus anseios, sonhos, desafios, fracassos e afins. Todo dia 15 será meu, de mim pra você. Será daquela menina, daquela mulher que já está nessa vida há tanto tempo que só sabe quando a história começou e sente que ela nunca vai acabar. Todo dia 15 será dia de experiência, boa vontade, amizade, seriedade, graça, simplicidade, sotaque, humildade, integridade, dúvida, angústia, alegria, dor, saudade, sorriso e amor. É isso, será como outro dia qualquer. Só que sem rosto e nome.
Pera, o quê? Ahn? Por que?
Porquê cada história é única, e a minha me encanta, e me limita.
Ela começou há muito tempo, minha memória nem tenta achar data exata. Lembro de ter 12, 14 anos e sonhar com passar um tempo nos Estados Unidos, pra conhecer aquela cultura dos filmes que eu tanto assistia. No meu quarto cor-de-rosa em uma cidade praiana quente do Nordeste do Brasil eu passava tardes a sonhar com grama verde, casas grandes, com falar inglês, andar de bicicleta em parques, jogar baseball, não usar uniforme, ter um armário na escola e amizades eternas. Culpa da sessão da tarde de filmes da rede Globo.
Não que a vida fosse ruim. A minha nunca foi, mas eu por vezes a fazia (e faço) assim. Eu tinha a praia na frente de casa e dependia mais dela do que eu imaginava, mas só tinha desdém. Aí eu cresci sonhando. Sonhei muito, muuuito. Mas o dinheiro da minha família não achava que meus sonhos cabiam no orçamento, tanto que ele parou de chegar até pro meu cursinho de inglês. Mas eu tinha tanta força de vontade que eu fiz algo sem perceber  e de repente eu falava inglês de tanto ver episódios de séries repetidas com a legenda tapada e de traduzir música. Eu tinha muito tempo livre.
 Aí eu cresci mais, ganhei internet e percebi que o dinheiro era muito menor do que meu sonho de highschool nos EUA. Pras minhas primas e primos não era não. Mas eu não tinha outra escolha a não ser crescer mais. Fiz isso, fiz o segundo grau no Brasil mesmo e fiz até faculdade. Fiz amigos, trabalhei, namorei. Eu fiz a vida no Brasil da praia e do trãnsito mesmo. E foi aí que minhas ruas asfaltadas sorriram pra mim um dia, numa calçada, quando alguém me falou do programa de au pair, em 2006.
Ah, gente, e o dinheiro? Ele sonhou comigo. E eu pesquisei , participei de grupos no orkut, entrei em agência, pedi mês a mês que o dinheiro descansasse no banco, escrevi carta, fiz app, estagiei voluntariamente em creche, fiz match, refiz match, chorei na despedida e vim, já com 24 anos, pelo menos 12 anos depois de ter começado a sonhar. Passei por tudo como ainda é, só que só com telefonema e email, sem skype e sem vídeo. Ah, o mundo moderno!
Vi a grama verde, o baseball e tudo mais pela primeira vez em maio de 2007. E vi a homesick também, palavra que eu nunca tinha nem escutado nas séries ou músicas, mas que eu aprendi o que ela significava ainda no hotel. Eu, que antes era cheia de desdém, chorei pela minha praia, pelos meus praianos, pelo meu pai, mãe, irmão e irmã. Mas eu passei a marca dos 6 meses e foi aí que eu escutei da minha mãe: “você nunca mais vai voltar, minha filha”. Eu ri, cheia de razão, do nonsense dela.
Mamãe errou, porquê mesmo depois de dois anos vivendo o sonho americano na família perfeita para mim, eu voltei, morta de saudade da minha praia e dos meus praianos. O tempo passou, lento que só ele, e eu me vi novamente homesick. SÓ QUE EU ESTAVA EM CASA!!
                É, o kansas já não era o kansas, e eu não era mais a mesma menina Dorothy que tinha saído em busca de uma aventura. Eu era, oficialmente, despatriada. Essa homesick não passou. Eu queria minha grama, meu quarto roxo, minhas amigas-irmãs, meus pubs, meus paqueras, NYC, meus passeios, meu subúrbio. Eu PRECISAVA das minhas gêmeas e do meu menino maluquinho. Eu até sabia, mas não queria viver sem eles.
                E foi assim por somente 6 meses no Brasil, até que meus gritos de saudade fizeram meus hosts me darem uma passagem pra eu vir visitar, nas minhas férias de professora de inglês sofrida do Brasil. Eu vim e meu coração quase morre de alegria ao ver meus pequenos amores. Tudo era lindo, a grama era mesmo mais verde aqui. E quando tudo tá lindo, a gente fica linda. Fica linda e quer aproveitar a vida. Agora eu tinha mais motivo pra continuar sonhando. Eu voltei pra praia e falei pra minha mãe, com muita dor, que ela estava certa quando disse aquilo. E em 3 meses eu arrumei minha mala e voltei pro meu subúrbio de New Jersey. 
E é aqui que a minha história fica anônima, perde rosto e nome. Por causa da pressa e do medo, eu voltei com visto de turista. Cheguei, menti como planejado pra imigração, esperei, troquei o status do meus visto pra F-1 de estudante e trabalho pra mesma família, fazendo faculdade. ‘Cuido’ das minhas gêmeas de 3 aninhos, que viraram mocinhas de quase 9, e do meu menino maluquinho, que virou um pre-adolescente de 11. E eles ainda são a minha maior alegria.
Essa é a minha história. Pro caso de não ter ficado claro, estudantes internacionais que moram nos Estados Unidos não podem trabalhar ‘legalmente’. Por isso, por motivo de segurança, eu não posso dizer quem sou. Mas mesmo sem poder fazer isso, o que eu posso é ajudar, dar dicas, dar conselhos, ajudar a pensar, porque de LCC toda au pair tem um pouco...aliás, tem muito.
Na verdade, eu sou minhas palavras, e não meu nome. Então essa sou, sim, eu. Prazer. Pode me chamar de Bee.
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