Pessoas que largaram tudo para se aventurar nesse mundão de Au Pair!

Inserir ou não o Au Pair no currículo?

O que as empresas precisam ultimamente é de gente inteligente e que aprende rápido. E esse tipo de habilidade nós, au pairs, temos de sobra!

Au Pair na Europa

Você tem mais que 26 anos? Não tem CNH? É casada ou tem filhos? Ou também não tem como comprovar sua experiência com crianças? Talvez fazer o programa de Au Pair na Europa seja uma boa alternativa pra você.

Agências para os Estados Unidos

Tudo sobre diversas agências que fazem o programa de Au Pair para os Estados Unidos.

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20 fevereiro 2018

Vida pós-au pair, planos e despedida do Blog

Oiii gente! É com uma sensação estranha que eu convido vocês a lerem meu último post. Após um ano de Blog, eu encerro minha participação como autora, e deixo aqui o meu agradecimento a todas as leitoras e colegas de equipe. Mas antes de dar adeus, eu decidi fechar o tópico volta ao Brasil/desistência do programa. Hoje eu vou falar sobre todos os clichês necessários como: como anda minha vida, se o programa me ajudou profissionalmente, meus planos futuros e se eu pretendo fazer outro intercâmbio.


Bom, eu não tenho muito do que reclamar da minha vida no momento. Apesar de todas as bads que batem em nós, jovis de vinte e poucos anos, eu tenho conseguido me virar. Arrumei um emprego na minha área de formação (jornalismo), mas como por enquanto eu só estou prestando serviços para a empresa e não tenho carteira assinada, eu decidi procurar um segundo job num ramo bem comum entre ex-au pairs: professora de cursinho de inglês. E isso entra no segundo tópico, sobre como o au pair tem me ajudado profissionalmente.

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Definitivamente sem o programa eu não teria conseguido a vaga, pois, antes de morar fora, meu inglês era bom, mas eu era muito travada e envergonhada para falar. Agora eu tenho mais confiança e certeza de que mesmo que eu cometa alguns errinhos eventualmente, é aceitável, pois nem os americanos dominam totalmente a língua.

Eu também estou nos preparativos para mudar para o meu próprio apartamento! A partir de abril eu vou morar sozinha - uma vontade que eu sempre tive e que foi agravada depois de morar com 3 host families. Acho que esse é um caminho para qual muita gente vai depois do programa. A gente se submete a tantas regras dos outros, que tudo que mais queremos depois dessa fase é um cantinho só nosso pra mandarmos e decidirmos tudo. Eu to tão felizinha com essa etapa! Passo boa parte do meu dia vendo vídeos sobre decoração e comprando coisas de adulto na internet. Abaixo uma imagem ilustrativa do que tem me dado mais prazer de comprar ultimamente. <3

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Sobre futuros intercâmbios - gosto de pensar que eu tenho ainda muito tempo para ver que rumo minha vida vai me levar. O au pair com certeza abriu portas no sentido que agora eu sei que não é impossível migrar, não vai ser mais tão difícil convencer minha família de que eu consigo me virar etc etc. Confesso que no próximo intercâmbio eu não queria sair daqui sozinha. Adoraria ir junto com algum amigo(a) ou @, alugar uma casa e não depender mais de host families. Mas isso vai depender de muitas coi$a$.

É engraçado pensar que quando eu saí do Brasil, eu não entendia quase nada sobre finanças (banco, cartões etc), não sabia lavar roupa nem na máquina, e confesso que minha mãe ainda marcava meus médicos, rs. Quinze meses depois, aqui estou eu, bem diferente. Não estou dizendo que isso vai acontecer com todo mundo que venha a ser au pair, mas com certeza a gente muda e amadurece nesse período uma quantidade desproporcional ao resto da nossa vida.

Dito tudo isso, é de se imaginar que eu estou numa outra vibe, e o assunto au pair está se distanciando cada vez mais de mim. Por isso, antes que eu comece a fazer posts vazios e repetitivos, eu me despeço do blog com um apertinho no coração, mas com a esperança de ter ajudado um tiquinho algumas pessoas. Foi ótimo compartilhar essa experiência louca com vocês! Continuarei ajudando da forma que puder, por inbox, ou nos cometários. Quem quiser acompanhar essa e todas as minhas próximas fases, meu Instagram é o @juubabu.

Toda sorte do mundo para quem está começando essa jornada, e para quem for me substituir aqui no dia 20: vai que é tuaaaaaa!



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20 janeiro 2018

Desistir também é um ato de coragem


Como eu contei no post anterior, o meu intercâmbio não terminou da forma esperada. Decidi abandonar o programa no primeiro mês do meu segundo ano. Um caminho que, a princípio, me deixou com uma sensação de fracasso. Algumas pessoas vão pensar que não foi nada demais. “Quer ficar, fica, quer desistir, desiste, ué”. Mas quem já foi ou está no processo, sabe como é demorado e estressante conseguir chegar e permanecer lá. A gente cria expectativas, se esforça, investe tempo e dinheiro, e muitas vezes fecha algumas portas no Brasil pelo fato de ter decidido partir. Tudo isso acaba gerando um apego à nossa vida de au pair.

Somado a isso tem a dor de dizer adeus às amizades, às facilidades de viver num lugar desenvolvido, e às coisas que construímos. E, o pior, dizer adeus ao seu Eu de lá. Eu sempre tive a sensação de que a personalidade livre e forte que adquiri como au pair seria esquecida a partir do momento que eu deixasse de ser uma intercambista solta pelo mundo e voltasse a ser só uma pessoa normal.
Dito tudo isso, acho que dá pra ter uma ideia do que eu quero dizer com a frase do título. E não se engane: não estou me referindo coragem devido à violência, corrupção e todo o resto do pacote que a gente ganha ao voltar. Afinal não foi porque passei um ano nos Estados Unidos que vou ficar com medo do país em que eu vivi a vida inteira.

Eu falo em coragem para abrir mão de tudo que você lutou para ter, por não se identificar mais com aquilo, ou porque não é o melhor pra você no momento. Coragem para ouvir as pessoas falarem “não volta, a situação no Brasil está pior”, enquanto você trava uma luta interior se questionando se está fazendo a coisa certa. Você precisa ser forte e decidida para, seja qual for sua escolha, não viver olhando para trás.
Então, não, minha decisão não deve ser encarada por mim como um fracasso. Pelo contrário: talvez tivesse sido muito mais fácil continuar, mesmo com as dificuldades. Difícil mesmo é deixar o seu sonho ir embora, aceitar que é hora de buscar outro novo, e saber que não vai ser fácil, como esse não foi. Difícil, mas necessário e engrandecedor.
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20 dezembro 2017

Meu primeiro mês em São Francisco e último nos Estados Unidos

Ficou confusa com esse título? Confuso mesmo. É que muita coisa aconteceu da última vez que postei para cá, e é isso que eu vim contar hoje.

Em apenas um mês eu dei adeus a minha família do Brasil que estava me visitando na costa leste dos EUA, me mudei para a Califórnia, vivi momentos incríveis e momentos de profunda crise existencial, fui praticamente expulsa da casa que estava e finalmente tomei a melhor decisão, a de sair do programa.

Entrarei em detalhes sobre cada uma dessas coisas que eu citei mais à frente. Sobre desistir do programa no meu décimo terceiro mês, foi uma coisa muito recente e eu ainda não consegui digerir e trazer uma mensagem de ensinamento pra vocês da forma que eu gostaria. Mas vai rolar em 2018!

Agora vamos entender o que rolou comigo de 20 de novembro pra cá. Quem leu meu último post talvez lembre que eu estava bem emocional com o fim de um ciclo. Eu terminei meu maravilhoso ano na Pensilvânia, e estava esperançosa sobre São Francisco, mas confesso que não tão empolgada quanto deveria. Algo me dizia que não seria tão mágico quanto a primeira vez. Talvez pelo cansaço da vida de au pair, talvez por já saber exatamente o que me esperava - tanto as coisas boas, quanto as ruins. 

De qualquer forma minha decisão estava feita, passagens compradas, e eu não via motivos para desistir antes de tentar, afinal era São Francisco! Minha cidade queridinha trazia uma promessa de que eu me animaria quando chegasse lá.

Não demorou para eu perceber que não bastava eu estar num lugar que amo, se eu não me sentisse em casa. Minha nova host family começou a apresentar problemas de privacidade, e eu percebi que tínhamos muitas divergências no estilo de vida. Eu não estava me sentindo feliz onde vivia, e sabia que isso não iria mudar. Decidi falar com a host mom com antecedência sobre rematch. A ideia era oficializar assim que terminasse o mês de adaptação, mas ela ficou chateada demais comigo e pediu que eu saísse da casa imediatamente. Assim o fiz.

Claro que eu estou contando bem por cima e não é minha intenção sair como a vítima da história. Num relato superficial como esse não tem como vocês saberem tudo que se passou com ela ou comigo. Eu acredito que ninguém tenha culpa do que aconteceu, e, sinceramente, não tenho raiva dela.

O fato é que eu decidi que estava na hora de voltar para casa. Quando questionada sobre o rematch pela agência, eu não via mais motivos nem disposição para mudar pela quarta vez de host family e ter que me readaptar mais uma vez. 

Agora era só esperar as burocracias de compra de passagem e papeladas de encerramento do programa.

Minha última semana morando nos Estados Unidos foi bem louca. Eu fiquei na casa da LCC, quem eu descobri ser uma pessoa maravilhosa e que me ajudou muito a aceitar que as coisas aconteceram como tinham que acontecer, e eu não tinha que me culpar ou ficar triste por isso. Tanto ela, quanto o marido e o filho, me acolheram muito bem. 

Como todas as meninas que eu tinha conhecido estavam trabalhando de segunda a sexta, eu, que já não era mais uma au pair, explorei SF sozinha - um sentimento bem parecido do que eu tive quando cheguei nos Estados Unidos - mas dessa vez o saudosismo tomava conta de mim e eu sabia que deveria desfrutar daquilo o máximo que eu pudesse. Apesar do mix de sentimentos bons e ruins, eu senti que foi uma maneira bem legal de dar adeus àquele país. 

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Bom, sobre minha estadia no blog, eu só digo que este ainda não é um adeus. Acho que ainda tenho coisas interessantes pra compartilhar, então vou ficar aqui até quando fizer sentido para mim, para a equipe do Blog das 30 Au Pairs e, claro, para vocês leitores. Como sempre, obrigada por ler até o fim, e boas festas!! 
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20 novembro 2017

O que tenho a dizer sobre um ano de intercâmbio

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O post de hoje é comemorativo - no começo do mês eu completei um ano morando nos Estados Unidos. Foram dias de luta e dias de glória. Ou, melhor dizendo, dias de luta e noites e finais de semana de glória. Mas, preciso dizer: valeu muito à pena!

Um total de 7 crianças, 3 host families, e não me atrevo a fazer as contas de quantas fraldas. Eu vivi os meses mais intensos da minha vida, aprendi muito mais do que inglês, e praticamente zerei minha listinha de coisas pra fazer antes de morrer.


Não vou negar que às vezes o monstro do medo batia na minha porta. No topo da lista, estava o receio de não ter mais espaço na vida das pessoas que amo quando voltasse. De ficar sozinha devido a minha decisão de viver livre pelo mundo. E o medo e a solidão são dois sentimentos danados demais.


Por isso, se eu tivesse que dar um conselho para quem está vindo, eu diria para não se isolar e não tentar segurar o mundo nas suas costas. Eu sei que você vai se sentir capaz de tudo, mas você ainda precisa de ajuda. Encha o saco dos seus amigos e família mesmo, fale coisas repetidas, fale coisas bobas que estão passando pela sua cabeça. Pode não parecer, mas isso ajuda bastante. E, claro, se permita ser muito feliz, afinal, o seu tempo aqui vai passar voando.


Apesar desses momentos de fraqueza, eu ainda acho que o maior ganho pra mim no ano de au pair foi em relação a coragem e autoconfiança. Eu passei a me amar e confiar em mim como nunca. Descobri uma Juliana muito mais independente e forte do que eu pensava ser. E isso, meus amigos, ninguém pode nos tirar.


Por pouco eu poderia falar que sobrevivi a um ano inteiro longe da minha família, mas felizmente essa afirmação não estaria correta. Meus pais, irmão e cunhada vieram me visitar no meu décimo primeiro mês aqui, e eles chegaram na hora certa, me pegando à beira de um colapso nervoso. Era saudade que não cabia mais no meu peito, mas as 3 semanas de “férias”* com eles me ajudaram a superar qualquer bad e renovar minhas energias para os próximos 6 meses de extensão na Califórnia. Resta saber se meu segundo ano vai ser tão intenso e cheio de surpresas quanto o primeiro. Claro que eu vou contar a vocês. ❤

*Eu já tinha tirado meus 15 dias de férias remuneradas do primeiro ano, mas consegui negociar com a agência três semanas livres entre o término do contrato com uma host family e o início com a outra. Como eu estava basicamente sem status, eu não recebi nada durante esse período.
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20 outubro 2017

Sobre estender por 6 meses com outra família

O objetivo do blog de hoje é contar sobre meu processo de extensão e me disponibilizar a tirar dúvidas de quem está pensando em fechar contrato de apenas 6 meses com uma host family diferente do primeiro ano. Espero com isso amenizar o medinho que eu sei que bate na hora de tomar essa decisão.

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Antes de começar o post, é importante dizer que eu estou com a Cultural Care, portanto quando eu falar sobre fluxo de famílias e custos, eu estarei me referindo à esta agência. Mas no geral eu vou tentar trazer informações que ajudem todo mundo.


Eu já me adianto em dizer que se seu único medo é não conseguir match por falta de demanda, pode ficar tranquila(o)! Um dos maiores questionamentos que fazemos sobre esse assunto é se é difícil encontrar host family disposta a acolher uma au pair por apenas 6 meses. Bom, com base na minha experiência, eu posso afirmar que não precisam se preocupar.


Durante o meu processo, eu tive diversas entrevistas, e meu perfil ficou ocupado quase todos os dias. Então, sim, dá para ser seletiva(o). Só porque você vai ficar metade de um ano, não significa que tenha que aceitar qualquer oferta. Se você chegou até o segundo ano, é porque tem experiência de sobra e um inglês acima da média. Seja exigente!


escolhendo o que vestir


Os motivos que fazem as famílias de acolhimento quererem contrato de curto prazo são diversos. Pelo que percebi, os mais comuns são: por serem novas no programa e querem ver se se adaptam; terem criança(s) prestes a entrar na primeira série (cujo período é integral, então logo não vão mais precisar de au pair); e pais com trabalhos sazonais. Este último foi o meu caso. Minha futura host mom trabalha para o Ballet de São Francisco e só precisa de ajuda extra quando a companhia está em temporada de apresentações, que dura exatamente os meus 6 meses de extensão.


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Custos


Em qualquer extensão, independente de ser com a mesma família ou outra, e independente de ser por 6, 9 ou 12 meses, nós temos que pagar uma taxa de $367 para a agência. Esse valor pode ser pago em cartão de débito ou crédito (mas não aceita Discover). Muitas host families se oferecem para pagar esse valor como presentinho de boas vindas, mas não foi o caso da minha. /chorosa


Já os custos com seguro saúde/viagem são equivalentes à quantidade de tempo que você optar. No meu caso, o seguro completo ficaria por $250, mas eu resolvi não pagar. Ao contrário do que a agência vai dizer pra tentar te convencer a pagar, eu não acho que ele seja tão necessário assim. é que ainda temos direito ao nosso plano básico.


Se você for mudar para um estado muito longe do seu atual e precisar pegar avião, a agência paga essa passagem, mas as bagagens são por sua conta. O meu voo vai ser pela American Airlines, que só dá direito a uma carry-on. A primeira bagagem despachada é $25, e a segunda, $35.


Esses são os únicos custos que eu vou ter.


Créditos, férias e travel month


As férias e os créditos também são equivalentes aos 6 meses. Agora, ao invés de duas, eu só terei direito a férias de um semana remunerada, e a Host Family vai me pagar só até $250 para o curso. Pelo menos dessa vez eu só preciso de 3 créditos, e não mais 6, para completar o programa com sucesso.


Quanto ao travel month, aquele período em que temos direito a viajar pelos Estados Unidos (sem sermos pagas), ainda é válido pelo mês inteiro, e ele vai ser transferido para o fim do seu ano.


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Então é isso. Espero ter muitos leitores interessados no assunto extensão, pois ainda tenho muito o que falar sobre isso, e principalmente sobre minha mudança para a Califórnia, que acontece no dia 15 de novembro. Me desejem boa sorte!
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20 agosto 2017

Tudo sobre o summer break

Duas semanas para o fim das férias escolares e eu vim aqui relatar como tem sido para mim, e tentar matar um pouco da curiosidade de quem está vindo. Afinal, dura mesmo o verão inteiro? E é tudo isso de ruim que falam?

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(spoiler: é pior)


Antes do intercâmbio eu ouvia falar que algumas crianças daqui iam para o famigerado Summer Camp (acampamento de verão), e eu nunca entendi direito do que se tratava. Afinal, por que uma Host Family pagaria para ter uma au pair durante esses meses se ela despacharia os filhos para um acampamento? Apesar de não fazer muito sentido, eu torcia para que a minha futura família fizesse isso.  Desejo realizado. Pouco antes das minhas host kids entrarem de férias, em junho, recebi a linda notícia de que eles se inscreveram num bagulho desses.

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Mas calma, as coisas não são tão perfeitas como parecem. É que summer camp nem sempre significa crianças acampando nessas colônias de férias em período integral, como vemos nos filmes americanos. Para falar a verdade, quase nenhuma criança faz isso (pelo menos onde moro). Esses “acampamentos” nada mais são do que aulinhas semanais, particulares ou públicas, que muitas vezes duram apenas uma ou duas horas! Uma diferença drástica para quem estava acostumada com kids na escola das 8am às 3:30pm. Existem das mais variadas atividades, geralmente relacionadas à arte ou esporte. Até agora, os meus dois kiddos (6 e 8) fizeram duas semanas de natação, uma semana no acampamento da igreja e o mais velho fez uma semana de golf.


Tá bom, vai, ajudou um pouquinho tê-los fora de casa por essas poucas horinhas da manhã, até porque eu ainda tenho uma baby para cuidar. Mas vou te contar isso não me impediu de formar minha opinião de que o verão foi, sem dúvida, a pior estação do meu ano nos Estados Unidos. Tirando o fato de poder usar short e havaianas, esse solzão todo só me trouxe dor de cabeça. Literalmente, porque os meus pais de acolhimento são desses que fazem questão de que as crianças brinquem na rua o dia inteiro para aproveitar o sol (não tiro a razão deles), logo, a minha cabeça e a deles fica torrando horas a fio.


E quando o playdate é na sua casa? Eu juro que um dia tinham 10 crianças aqui e eu me senti a própria Xuxa, só que sem o dinheiro e a plenitude da rainha.


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Outra curiosidade sobre onde moro é que apesar de estarem de recesso, a maioria das crianças tem obrigação de fazer dever de casa diariamente. Quando eu digo isso é porque na minha vizinhança tem muuita criança, e eu escuto relatos do amiguinhos sobre terem que ir para casa fazer suas tarefas. Aqui em casa, os meninos precisam praticar pelo menos uma hora de workbook, 30 minutos de leitura, e, no caso do de 6 anos, escrever o alfabeto e números todos os dias. Os pais têm medo que seus filhos vão para a próxima série e estejam atrasados para a idade deles.


Supostamente seriam quase duas horas do dia em que a au pair aqui teria um pouco mais de paz, mas acabou virando as piores horas do dia para mim. Eu não posso simplesmente largá-los estudando e cuidar da menina de um ano, pois eles precisam da minha ajuda e são muito dispersos. Então imagina só a cena: o de oito pede ajuda em matemática, e eu, que sou de humanas, abro o celular pra relembrar o assunto, enquanto o de 6 anos já levantou da sua cadeira pela milésima vez e a bebê chora por atenção.


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Esta sou eu tentando não perder a cabeça 

Então é isso, pra resumir, eu não posso falar por todas as au pairs, porque cada uma vai ter uma experiência totalmente diferente. Em alguns estados isso dura quase três meses, outros, um pouco menos, mas uma coisa é certa: o sofrimento é unânime. Uma boa dica é você deixar para tirar as suas férias de au pair no verão, se for possível. Assim você se livra de pelo menos duas semaninhas dessa amostra grátis do inferno hahah (eu não falei isso).
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01 agosto 2017

Minha experiência acampando no Grand Canyon e Yosemite Park

Bom dia, leitores! Hoje eu vim compartilhar com vocês os melhores momentos das minhas férias na Califórnia, Nevada e Arizona. No último post eu contei um pouco sobre a agência de turismo por qual eu viajei, a Au Pair Adventures, e dei uma introdução do que foram minhas férias. Se você não viu, clique aqui.


Hoje eu vou falar um pouco mais sobre os lugares que eu mais amei dessa viagem. Primeiro de tudo: esse tour me fez descobrir que eu sou uma pessoa mais aventureira do que imaginava, e que eu prefiro paisagens naturais do que cidades grandes. Antes de eu embarcar para essa aventura, eu tinha certeza de que São Francisco seria minha cidade favorita, e eu também estava bem ansiosa para a praia de Santa Mônica e Las Vegas. E por mais que esses lugares tenham me impressionado bastante, na minha opinião, eles não chegam aos pés de dois outros - O Grand Canyon e Yosemite National Park.


Por coincidência, minha estadia nesses dois parques nacionais foi acampando. Talvez isso tenha ajudado a tornar minha visão por eles tão mágica. Além disso, a maneira que o nosso guia turístico nos apresentava os lugares os tornavam sempre mais interessantes. Vocês vão entender mais para frente.



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O momento que eu vi o Grand Canyon pela primeira vez, definitivamente, vai ficar guardado na minha memória para sempre. Assim que chegamos, eu já estava totalmente entregue à beleza do parque. Eu só descobri que iria acampar ali no momento que chegamos, e já me tornei a pessoa mais feliz. Para quem não sabia, assim como eu, ambas as reservas são gigantescas e possuem opções de hospedagem em abrigo ou acampamento. Tem até um sistema de transporte público lá dentro que dá acesso aos mais variados picos, alojamentos, e até mercadinhos e restaurantes. Ou seja, é praticamente uma cidade banhada por uma das mais espetaculares paisagens do planeta.


Não bastasse a notícia de que eu dormiria sob as estrelas naquele lugar encantador, o meu primeiro encontro com o Canyon foi coisa de filme. Após montarmos nossas barracas e deixarmos nossas malas na área apropriada para isso, seguimos para a área turística, onde o veríamos propriamente.




Tiramos essa foto na plaquinha meio com pressa; entre risinhos e especulações, ansiávamos para ver uma das sete maravilhas do mundo natural. “Calma, não é todo dia que vocês vão ver o GC pela primeira vez, então tem que ser algo especial”, falou o guia, mandando em seguida fazermos uma filinha, segurando uma no ombro da outra, que nem uma corda de caranguejo. Ele nos direcionou até o local sem falar uma palavra, e eu, lenta que sou, nem imaginei o que me esperava. Imaginem a minha cara quando ele nos mandou abrir os olhos e eu dei de cara com isso:


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Ele posicionou cada uma de nós de frente pra essas grades quando ainda estávamos de olhos fechados
[Foto tirada da internet]


Partindo para o Yosemite, a situação foi a mesma: pega de surpresa de que iria dormir lá, eu fiquei só empolgação. Com a diferença de que o Yosemite não tem só uma atração principal, sua composição toda é que o torna tão incrível.  Só o percurso de carro da entrada do parque até a área de camping já me tirou o fôlego. Na van, fomos apreciando o super longo caminho, cercado de paisagens naturais, ao som de clássicos da Disney. Me senti o próprio Simba, impressionada com tudo que o sol tocava e que, de certa forma, pertenceria a mim por aqueles dois dias. Auimaue, auimaue...


Primeira parada. Descemos do carro em um local que dava vista para uma das cachoeiras mais famosas, que por coincidência eu já havia visto em alguns dispositivos. é que, de tão bonito, o cenário virou wallpaper da Apple. Eu já tinha visto no escritório do meu irmão, mas nunca teria imaginado que um dia fosse ver ao vivo.

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De novo, uma surpresinha reservada pelo guia. Dessa vez ele não precisou nos pedir para fecharmos os olhos, já que estávamos prestes a entrar numa caverna tão escura que não dava para ver absolutamente nada. Pediu, entretanto, que ninguém ligasse a lanterna do celular, visto que fazia parte do joguinho não fazermos ideia de onde estávamos indo. "Vocês confiam em mim?" é né, como não nos restava muita opção... confiamos.

Apesar do medo de tropeçar e ser atacada por morcegos, essa caminhada de 5 minutos (que mais pareceu uma hora) valeu super à pena! Ela nos levou para uma das vistas mais lindas que eu vi na minha vida. Mais uma vez, eu tive certeza de que foi uma boa ideia ter feito essa viagem com pessoas que conheciam bem o lugar.


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Minha estadia tanto no Yosemite, quanto no GC foi deliciosa, mas também um pouco tensa e desafiadora. Para uma pessoa medrosa como eu, dormir sendo protegida apenas por uma fina camada de tecido sabendo que poderia receber a visitinha de insetos venenosos, ursos e cobras foi, no mínimo, assustador. Sim, eles fazem questão de dizer que isso é possível de acontecer num panfleto que nos dão assim que entramos nos parques! Além disso, não tinha sinal no celular, chuveiros eram limitados e longe no Yosemite (o que me fez ficar sem tomar banho um dos dias); plus eu descobri que o saco de dormir que eu havia comprado, e que prometia me aquecer em condições até abaixo de zero, era uma baita de uma propaganda enganosa. Dormi no frio e com pedras embaixo de mim todos os dias. Hahahah


Mas eu estou super feliz que a minha primeira vez acampando tenha sido tão real e, claro, nos melhores lugares possíveis. No final, só uma frustração: as fotos que tirei jamais vão se comparar à realidade. Só me resta torcer para que minha memória consiga manter essas imagens na minha cabeça por muitos e muitos anos.
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20 julho 2017

Western sun: férias com a Au Pair Adventures

Oi gente, como têm passado? Me: ótima. Motivo? Acabei de voltar das férias DA MINHA VIDA!

Eu sempre tive uma vontade enorme de conhecer a Califórnia por causa dos filmes e séries que eu assistia, então uma coisa sempre foi certeza no meu intercâmbio - eu usaria pelo menos uma semana das minhas férias para conhecer esse estado. A princípio a ideia era visitar com calma as cidades mais famosas junto com algumas amigas. Faríamos nosso roteiro, afinal é uma coisa que eu adoro fazer. Planejar viagem chegar a ser, pra mim, quase tão bom quando viajar em si.

Mas calma. E se nenhuma das minhas amigas conseguissem tirar férias no mesmo dia que eu? Ou se não conseguíssemos chegar a um acordo sobre o roteiro?

Essas dúvidas me apareceram antes mesmo de eu chegar aos Estados Unidos, pra vocês verem o nível de ansiedade da garota. Eis que um belo dia lá por 2016 eu vejo uma publicação no grupão falando sobre uma agência de turismo especializada em Au Pairs que faziam pacotes bem legais pra alguns lugares. Salvei o link. Ou será que o link me salvou? Rs. Sim, sou dessas que tentam prever o futuro.

Meses se passaram e eu estou nos Estados Unidos prestes a escolher a data das minhas férias, quando eu lembro da agência e resolvo dar uma olhada. Foi aí que conheci o pacote Western Sun [mais detalhes aqui], que, além da Califórnia, incluía também uma road trip por Arizona e Nevada (Vegas, baby!). Então além dos destinos já previstos por mim como São Francisco, Los Angeles, Hollywood e Santa Mônica, em Califa, eu ainda conheceria o Grand Canyon, Death Valley (lugar mais quente do mundo), rota 66, Las Vegas e outros lugares que eu conto melhor depois. Você deve estar pensando: nossa, que legal, mas então quanto que ficou essa belezinha de passeio?



Bom, eu não achei o pacote tão caro ($889 por 8 dias), mas o problema é que a passagem de avião é por conta própria, então dependendo de onde você mora, quando somar as duas coisas pode ficar uma leve facada. Como eu comecei a me organizar com bastante antecedência, deu pra conseguir uns preços até razoáveis de voo, mas tive que ficar bem atenta, checando todo dia. Consegui a passagem de ida, saindo da Filadélfia, por $140, e de volta por $170.

A parte boa é que, tirando isso, eu gastei pouquíssimo, pois o dinheiro que pagamos a APA inclui quase tudo: hospedagem em hostels e campings, transporte terrestre (a viagem toda é numa van), quase todas as refeições, a maioria das atrações e tickets e um guia/motorista.

Eu sei que quando falamos em guia turístico automaticamente pensamos numa pessoa tagarelando para um público de 50 anos sobre a história do local. Mas não, todos os guias de lá são novinhos e não vão narrar nada a não ser que você pergunte. O papel deles é nos dar dicas de lugares badalados, nos ajudar a montar nossas barracas nos acampamentos, ser o DJ da van e comprar/organizar nossa comida enquanto passeamos, para não perdermos tempo. Além, claro, de nos dirigir pra cima e pra baixo.



Mas acho que a melhor parte de ter um motorista numa viagem como essa é não ter que se preocupar com estacionamento. Isso otimiza nosso tempo de uma maneira que vocês não têm noção. Fora que o rapaz já foi tanto para aquele lugar, que sabe exatamente os melhores pontos pra tirar foto, evitar engarrafamento, ter uma vista incrível etc.   

Um detalhe que eu esqueci de mencionar é que apesar da agência se chamar Au Pair Adventures, você não precisa ser au pair para participar. Precisa, entretanto, ter entre 18 e 29 anos, o que foi um dos maiores motivos pra me fazer querer ir. Imagina viajar de férias com uma família cheia de criança na mesma van que você? “tá amarrado”. Logo, se você quiser ir com o namorado(a), é bem ok, e, caso não tenha companhia pra ir, vá sozinha mesmo! garanto que fará ótimas amizades. Na semana do meu tour só foram au pairs, dos mais variados países, e foi ótimo conhecer a história e o jeito de cada uma delas.



Agora que vocês sabem os detalhes técnicos e minha opinião sobre as vantagens de fazer uma road trip com agência especializada, eu vou contar minha visão sobre os lugares, falar sobre meus momentos favoritos e compartilhar com vocês as dores e as delícias da minha primeira experiência acampando de verdade. Ops, parece que vai ficar gigante. Vamos deixar para o próximo post? A gente se vê no dia 20 de julho. Enquanto isso vocês podem dar uma sacada das fotos da viagem que eu continuo postando no meu Instagram @juubabu. C u guys!


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20 maio 2017

Por que eu amo morar na Pensilvânia



A Pensilvânia não é um destino tão conhecido assim por estrangeiros. A primeira coisa que as pessoas associam quando falo onde moro é ao Drácula, ainda por cima, erroneamente, uma vez que a história do Drácula se passa na TRANSILVÂNIA. Para quem fez uma pesquisa melhor, provavelmente sabe que essa é a terra de Rocky Balboa e deliciosos steakes sandwiches. Mas a verdade é que esse lugar é bem mais do que isso. Eu cheguei à conclusão de que PA é um lugar incrível de se morar, ou visitar. 



Antes de começar o texto eu gostaria de esclarecer que este não vai ser mais um roteiro turístico, pois eu acho que isso vocês encontram aos montes na internet. Também não vou entrar em detalhes sobre a sua importância histórica, apesar de achar um tópico que vale a pena ser pesquisado. O que eu quero é compartilhar algumas coisas legais sobre o estado que eu fui descobrindo ao longo desses 6 meses aqui.

A começar pelo fato de que não pagamos taxes (impostos) por roupas, calçados e comida de supermercado. Eu acho isso uma lindeza, e, falou em economizar, eu já boto no topo da minha lista.


Ao chegar nos Estados Unidos, os brasileiros costumam estranhar a maneira como os impostos daqui são calculados por fora. Entramos numa loja e vemos aquelas blusinhas a preço de banana e logo ficamos loucos, mas não demoramos a perceber que nem tudo são flores. É que as etiquetas mostram apenas o preço do produto, e as taxas só são descobertas na boca do caixa. Bom, isso nos outros estados, meu bem, porque na Pensilvânia você vai ter um total de $0,00 de acréscimo! É ou não é música para os ouvidos pobres da auperizada?

Outra coisa que eu AMO é a localização. Metrópoles como Nova Iorque e Washington DC são bem perto e acessíveis daqui. Para quem quiser mais detalhes das opções de transporte para essas e outras cidades famosas saindo da Filadélfia, pode entrar em contato comigo que eu vou ter prazer em tentar ajudar.

A vantagem disso é que os moradores daqui têm the best of both words: se quiserem as badalações de uma cidade turística famosa, é só dar um pulinho lá, mas sem precisar pagar mais caro em moradia, estudo, supérfluos etc. O custo de vida aqui é, no geral, bem mais barato do que nesses lugares. Eu também acho mais legal pra um intercambista viver como a maioria dos americanos vivem, e não como uma pequena parcela de ricos que podem se sustentar na Big Apple, por exemplo.

Mas não pensem que só porque não é Manhattam, a Pensilvânia é só mato e vacas. Além dos centros comerciais de cada cidade, tem sempre a opção de ir para as maravilhosas Filadélfia e Pittsburgh. Sério, ô dois municípios lindos e animados. Esse estado é gigantesco, então ter as duas principais cidades em cada extremo foi uma ideia bem esperta. Logo, independentemente de onde você morar, terá uma boa opção de lugar para ir.

Falando em Filadélfia, foi lá onde foi criada a rede de supermercado Wawa, minha loja favorita aqui nos EUA! É verdade que essa lojinha de conveniências não existe só aqui, alguns outros 4 ou 5 estados da Costa Leste também têm filiais, mas só em PA você encontra ela em cada esquina. Eles têm bebidas, lanches feitos na hora e lanches industrializados deliciosos e baratinhos. O café você mesmo prepara, escolhendo o tipo do grão, tipo do leite, e acompanhamentos como chocolate, caramelo, marshmellow e o escambau. Na minha opinião é bem melhor do que Starbucks.


Uma coisa que eu tinha como meta ao escolher meu novo lar era um lugar que tivesse as estações do ano bem definidas. Eu sempre quis ver as folhinhas marrons caindo no outono, as flores nascendo na primavera e, claro, a neve. Aqui eu estou tendo a oportunidade de vivenciar tudo isso e constatar que é mais bonito do que eu imaginei.

E tem mais, aqui eu tenho a oportunidade não só de ver a neve, como também praticar esportes de neve. A Pensilvânia tem montanhas de gelo que oferecem pacotes de lazer e aulas de esqui, snowtubing, snowboarding etc.

 

É isso aí, acho que já deu pra dar um gostinho de como é viver nesse estado, que eu sinto que já posso chamar de meu. Isso porque eu só estou na metade do meu ano. Será que ainda vou descobrir muita coisa legal? Eu vou contando pra vocês. E quem quiser acompanhar minha estadia em Warrington/PA, é só seguir no instagram: @juubabu.

Até o próximo dia 20 falando sobre as minhas tão sonhadas férias!
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