Pessoas que largaram tudo para se aventurar nesse mundão de Au Pair!

Inserir ou não o Au Pair no currículo?

O que as empresas precisam ultimamente é de gente inteligente e que aprende rápido. E esse tipo de habilidade nós, au pairs, temos de sobra!

Au Pair na Europa

Você tem mais que 26 anos? Não tem CNH? É casada ou tem filhos? Ou também não tem como comprovar sua experiência com crianças? Talvez fazer o programa de Au Pair na Europa seja uma boa alternativa pra você.

Agências para os Estados Unidos

Tudo sobre diversas agências que fazem o programa de Au Pair para os Estados Unidos.

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16 fevereiro 2018

Sobre a eterna Holandinha do amor

O post de hoje vai ser cheio de amor e com um toque de nostalgia. Vou falar sobre a minha experiência no Reino dos Países Baixos, mais conhecido como Holanda (ou Holandinha do amor, para os íntimos hahaha). Como comentei mês passado, quando fui ser au pair na Holanda não sabia quase nada do país e acho que isso foi fundamental para a minha experiência ter sido positiva lá. Eu não tinha expectativas, não tinha sonhos, não tinha planos, não tinha nada, só a vontade de sair do Brasil e viver um ano de intercâmbio legal. 

Eu sempre me adaptei bem, mas também tive meus perrengues no começo, claro. Primeiro que eu morava em Geldrop, perto de Eindhoven, no sul da Holanda e lá não tinham muitas au pairs. Além disso, tive que aprender a me acostumar a andar de bicicleta novamente, coisa que eu não fazia há uns 10 anos, no mínimo. E como doeu a bunda, minha gente! Quando começava a melhorar, lá ia eu usar a bike de novo e a dor voltava. Durou pouco, claro, logo acostumei e peguei o jeito na bicicleta também. A primeira vez que pedalei quase morri pra pedalar 2km, achei que nunca ia conseguir... Uns meses depois eu ia e voltava (10km cada trajeto) pra aula de holandês. A bicicleta é uma das coisas que mais sinto saudades da Holanda. 

Na primeira família eu ainda usava o carro para dirigir as crianças e fazer algumas coisas. Na segunda família foi 100% imersão na cultura holandesa e eu usava a bakfiets (bicicleta de cargo) para levar as crianças. Eu tinha uma baby, uma de 2 anos e meio e um de 4 anos, e eu pedalava com os 3 na bakfiets! Nem eu acreditava que eu conseguia fazer aquilo, já que sempre fui acima do peso e essa bike é beeeeem pesada!

Essa era a bike que eu usava na primeira família que morei. As vezes levava o menino mais velho na cadeirinha e a mãe ficava com o baby, mas na maioria das vezes era de carro mesmo.

Essa é a bakfiets, não era essa que eu usava, especificamente, mas era esse estilo de 3 rodas.

Eu não canso de repetir como a minha experiência lá foi maravilhosa! Eu tive "sorte" de ir para uma família na qual as kids falassem inglês (na verdade um era baby haha então só o de 2 anos falava) e isso com certeza ajudou na adaptação. Eu optei por fazer aula de holandês, pois não achei cursos de inglês pro meu nível ou eram muiiiito caros e eu não queria bancar o restante. Confesso que no início estava bem animada, mas como eu não usava holandês pra nada, logo perdi o interesse e passei a ir só de corpo pra aula, copiava lição e nem me esforçava mais. Me arrependi horrores quando mudei de família, já que nessa as crianças só falavam holandês, mas eu aprendo bem rápido e em 1 mês eu já conseguia sobreviver bem.

Eu sou completamente apaixonada por Amsterdam, não de fazer coisas, de ir nesse ou naquele lugar, só de ir em dar pelas ruas e ver aqueles canais, as casinhas tortas, as bicicletas... tudo!!! A cultura da bicicleta pra mim é algo sensacional e é muito difícil andar a pé depois de viver na bike. Muitas pessoas reclamam da frieza dos holandeses ou de serem muito diretos, mas pra mim isso é um bônus, claro que as vezes falta delicadeza, mas prefiro isso a gente falsa que fala nas entre linhas, então, nem disso eu tenho o que reclamar.

Uma coisa importante que acho mencionar é a questão do idioma. Não digo para não irem para a Holanda caso o objetivo de vocês seja melhorar o inglês, mas se o objetivo for única e exclusivamente esse, eu não indico. Todo mundo fala inglês, sim, mas esse é o segundo idioma de todo mundo, então tem erros de gramática, pronúncia, mistura e etc. E também pra quem quer apenas melhorar o inglês, tem que pensar no tipo de amizade e no tipo de família que quer. Eu não fui pra Holanda pra melhorar o inglês, então pra mim isso não era problema. No meu caso, eu já fui com inglês fluente e eu regredi muito lá, pois eu falava inglês apenas 10% do meu dia, por exemplo, o resto era Português e Holandês (a partir da segunda família). 

Eu indico a Holanda e a agência que eu fui (HBN) mil vezes! Foi uma das épocas mais felizes da minha vida e desde que fui embora sinto um vazio que não consegui preencher com nada ainda! Eu fiz amizades incríveis, faz mais de 3 anos que eu voltei e ainda falo com as minhas amigas de lá e com as famílias. Não vejo a hora de voltar para visitar, matar as saudades e ver quão diferente estão as coisas que eu deixei há tanto tempo. 

Eu não canso de falar da Holanda, então, quem quiser conversar sobre, pode me chamar! Com certeza ainda falarei mais sobre lá nos meus textos. Como mencionei lá em cima sobre a bike e o fato de eu sempre ter sido acima do peso, o próximo post será sobre isso. Imagino que várias futuras au pairs fiquem preocupadas com o fato do peso e problemas pra ser au pair, então, quero dividir com vocês minha experiência e falar sobre isso.

By the way, hoje é meu aniversário e eu amo meu aniversário, por isso escolhi postar todo dia 16! ahhaha

Obrigada por lerem até aqui e até mês que vem!!

Beijão





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16 janeiro 2018

Continuação - fim do intercâmbio nos EUA e a decisão de ir para a Holanda

Bom dia, pessoal!! 

Estou de volta pra terminar de contar a minha saga nos Estados Unidos e a partida para o Reino dos Países Baixos (também conhecido como Holanda ou Holandinha do amor para os íntimos hahah). Antes de começar a soltar o verbo, queria desejar, novamente um ótimo 2018 para todo mundo e perguntar se vocês já começaram a se movimentar para que seus sonhos de realizem. Lembrem-se que ninguém vai sonhar nossos sonhos pra gente. Então, força na peruca e vamos atrás do que queremos!!

No post passado eu comecei a contar a minha experiência nos EUA, mas como ficou muito longo, deixei o assunto pela metade e estou aqui para terminar. Com menos de 2 meses de EUA eu passei pelo temido rematch e não tive um final feliz (pelo menos era o que acreditava na época, né? Hoje sei que foi a melhor coisa que podia ter me acontecido!). Agora vou contar como aconteceu e o desenrolar de tudo. 

Naquele dia 12 de Fevereiro de 2013 eu sabia que alguma coisa boa não ia acontecer. Sabe aquele dia que já começa todo errado? Então, foi esse. Meus hosts tinham deixado o carro sem combustível, o único posto que tinha diesel na vizinhança estava com a bomba quebrada, rodei km até achar um, não estava passando cartão, procurei outro, tinha prova pra fazer num college pra começar a estudar, estava atrasada.. enfim, tudo errado. Cheguei a quase ficar sem combustível na highway, mas mantive a esperança, achei o posto, abasteci e já tava quase dando pulos quando vi que faltava menos de 2 quarteirões pra eu chegar no college e encontrar minha amiga.

Parei naquelas intersections (que eu odeio até hoje e tenho frio na barriga toda vez que estou num carro em uma delas), observei o trânsito e tudo parecia okay. Nenhum carro vindo, carros parados, então comecei a me preparar para virar à esquerda e foi aí que tudo aconteceu. Quando eu vi, eu já tava rodopiando e em menos de 5 minutos a polícia chegou. A policial foi muito simpática e atenciosa (até me desejou parabéns, já que meu aniversário era dali a 4 dias) e entregou a multa para mim e para outra moça lá mesmo. 

Eu e a outra motorista fomos para o hospital, mas não aconteceu nada sério com ninguém. O air bag queimou minha mão e eu fiquei com marcas do cinto, mas nada grave. Lembro o que minha host falou quando chegou lá, disse que estava feliz que eu estava bem e quando eu falei que estava preocupada com o carro, ela respondeu (eu lembro como se fosse ontem): "cars can be fixed, people can't. I'm glad you are okay". Quando ouvi isso até me deu um alívio, já que eu morria de medo de rematch. 

Ah, eu mal sabia o que estava por vir... A LCC me mandou uma mensagem mais para o fim do dia dizendo que tinha ficado sabendo do acidente e que no dia seguinte iria ver como eu estava (eu inocente nem me toquei). Na manhã seguinte ela chegou e sentou comigo e meu host e aí me informaram que eu estava em rematch, mas que não era por causa do acidente (fiquei ué, por quê então, né?). Enfim, as duas semanas de rematch foram péssimas e eu não via a hora de me ver livre de tudo isso, mesmo que fosse pra voltar pro Brasil. 

Não achei família em duas semanas e eu mesma paguei meu voo pro Brasil. Avisei a agência que tinha comprado a passagem saindo de Orlando e que eles precisavam dar um jeito de me levar até lá, pois eu não tinha como chegar até o aeroporto. Então, minha LCC me buscou, pagou hotel e me levou pro aeroporto. Quando embarquei no avião estava aliviada e pronta para deixar tudo aquilo para trás. Pena que não foi assim.

Uns 4 dias depois que cheguei no Brasil, o host me mandou um e-mail que a motorista tinha entrado com processo. E foi aí que o pesadelo parte 2 começou. A host family me mandava e-mail, o seguro me mandava e-mail, a APC me mandava e-mail. Por fim, descobri que a moça estava processando, pois ela também tomou multa (por cruzar o sinal vermelho) e o seguro dela não queria cobrir. 

Além disso, descobri que a família não tinha me colocado no seguro do carro e eles estavam querendo que eu fosse declarada culpada para arcar com as despesas do meu bolso, já que o seguro não iria pagar. Chegou um ponto que a agência me disse para parar de responder às mensagens da família e dizer para eles que contatassem a advogada da Au Pair Care, pois eu já estava no Brasil e não tinha nada o que eu falar com eles mais. Isso durou meses, era uma dor de cabeça sem tamanho e eu ficava desesperada pensando como eu ia pagar qualquer coisa em dólar, né? Para vocês terem ideia, quando o caso foi encerrado já fazia 1 mês que eu estava na Holanda. 

Não preciso nem dizer o baque que foi voltar para o Brasil... Eu tinha  me planejado por tanto tempo, tinha tantos planos, abandonei tanta coisa (como a maioria das pessoas) e recebi aquele banho de água gelada. 

O retorno foi muito difícil, muito mesmo, fui à psicóloga, queria voltar a todo custo, pesquisei mil jeitos de voltar pros EUA. Até que um dia acordei e pensei "que saber, meu negócio é sair do Brasil, vou pesquisar outro programa de Au Pair". Eu nem me lembro como cheguei até a Holanda, mas lembro que decidi ir pra lá por causa do idioma, já que diziam que apenas inglês era suficiente. 

Pois bem, entrei em contato com a HBN que me aceitou mesmo sem ter referência da Host Family (minha ex-LCC tinha escrito uma carta de referência e eles aceitaram) e decidi ir sem criar expectativas. Eu não pesquisei NADA sobre o país, nada mesmo. Eu sabia apenas que tinha maconha e bicicleta... nada mais. Lembro que pesquisei também "Snow in Amsterdam" já que  meu sonho ainda era ver neve hahaha.

Depois da minha experiência nos EUA vocês devem pensar que fui bem criteriosa pra escolher família, né? Errado hahahahah, eu só queria sair do Brasil. Eu lembro que coloquei no meu app da Holanda que a única idade que eu não tinha experiência era recém nascido e, que embora eu tivesse carta de motorista, não queria dirigir. Um pirulito pra quem adivinhar como era a minha host family. Fechei match com a host grávida (precisavam para dali um mês), tinha que dirigir e eles precisavam só por 6 meses (ou seja, eu teria rematch 101% de certeza). Loucura? Pode ter sido... mas querem saber, foi a melhor coisa que fiz! 

Não me arrependo nem meio segundo, foram 6 meses maravilhosos e eu não mudaria nada. Quando fazia 4 meses que eu estava na Holanda já comecei a entrar em contato com a agência para saber da troca de família. Consegui outra sem problemas, mas isso fica de assunto para outro post! Se deixar eu falo da Holandinha do amor o dia inteiro! 

Por hoje acho que está bom! Próximo post vou falar um pouco mais da Holanda e da minha experiência por lá! 

Como eu disse, não tenho quase fotos dos EUA, então vou deixar aqui 3 fotos minha no meu último dia em Amsterdam, antes de voltar pro Brasil depois de um ano maravilhoso como Au Pair.


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16 dezembro 2017

"Tenho em mim todos os sonhos do mundo" (Fernando Pessoa)


Olá, pessoal! Bem-vindos a mais um dia 16. Nos últimos tempos as memórias do Facebook têm sido sobre os preparativos de quando fui Au Pair nos Estados Unidos, o que tem tudo a ver com o post de hoje. Como disse mês passado, hoje falarei sobre meu tempo nos EUA e sobre a decisão da Holanda (se não ficar muito comprido, caso contrário, vou contando tudo na ordem cronológica dos fatos hehehe). Eu, como a maioria das pessoas, sempre tive o sonho de morar fora, mas nunca tive o dinheiro para bancar um intercâmbio de estudos, por isso optei pelo Au Pair. Na verdade, eu já sábia sobre o programa desde meus 15 anos e, inicialmente, queria ir logo após terminar o Ensino Médio, porém, eu não trabalhava e meus pais jamais bancariam pra mim. Sendo assim, entrei na faculdade (e não me arrependo disso nem por um milésimo de segundo) e comecei os preparativos durante meu último ano graduação de Letras.

A minha ideia não era necessariamente melhorar o inglês, eu já dava aulas, já estava me formando em Letras com habilitação inglês, já me comunicava perfeitamente bem... porém, eu era louca, doida pelos EUA desde sempre. Quem me conhece sabe que não existia nada além dos Estados Unidos pra mim, era o melhor lugar do mundo, tudo era ótimo, meu maior sonho. Então, lá vamos para a agência. Fechei com a STB/APC em fevereiro de 2012, mas só poderia ir na segunda semana de dezembro de 2012 ou a partir de 2013. Como eu estudava e trabalhava, queria fazer tudo com calma. Long story short, fiquei online (nem lembro quando mais) e aí em 30 de setembro de 2012 (obrigada, Gmail, por ter as datas dos meus emails haha) a primeira família entrou no meu perfil e já mandou email.

Era uma família da Flórida, com 3 crianças e a mãe estava grávida. Conversamos muito e o match ficou meio que subentendido, não rolou email com pedido bonitinho ou nada, nós já conversávamos como se fosse certeza e em 12 de novembro eles avisaram que tinham feito o pedido no sistema da APC. No total, foram 2 ligações e um skype e mais de 100, sim CEM, emails. Tínhamos discutido tudo possível e imaginável. Nunca rolou o feeling, mas eu achava que era uma boa e estava super animada. Eles queriam alguém pra começo de dezembro, mas me esperaram até o primeiro embarque de janeiro. Chegou o tão esperado dia, embarquei 7 de janeiro de 2013, com mais um mooooooonte de meninas. Até hoje lembro a sensação!

Depois que cheguei na host family, caiu a ficha e eu realmente tinha conseguido ir para os Estados Unidos!!!! Sempre fui bem tratada, muito elogiada, nunca tinha recebido críticas... Era recente, claro, fazia 1 mês que estava lá e eu não queria meter os pés pelas mãos, mas quem não gosta de receber elogios e feedbacks positivos, né? Mas mesmo assim, eu nunca consegui me sentir em casa... claro que era a fase de adaptação, mas algo lá dentro não me deixava a vontade. Conversando com outras meninas, todas diziam que era assim mesmo, então, fui deixando passar. O tempo resolve tudo, né? Talvez, mas já que nunca tive esse "tempo", não sei se um dia teria me acostumado com a vida nos Estados Unidos.

Eu já pensava em pedir rematch, mas estava levando, esperando que com tempo tudo mudasse... Eles não me tratavam mal, respeitavam as regras, não negavam comida, nada... mas alguma coisa não batia. Enfim, nem tive tempo de pedir rematch, pois sofri um acidente de carro e eles mesmo pediram! Foi horrível (não o acidente em si, mas a situação), pois todo aquele tratamento legal que eu recebia mudou completamente. Eles faziam questão de mencionar quão inconveniente aquela situação era, quantos problemas eu poderia ter, quantas coisas ruins poderiam me acontecer... Passaram fingir que eu nem morava na casa (eu, inocente na época e não querendo causar mais transtorno, nem pensei em pedir pra sair). Eu quero contar em detalhes como foi o acidente e o desenrolar de tudo isso, mas percebi que o post vai ficar gigante (quase o dobro do que já está) e aí ficaria muito entediante pra quem está lendo e eu também não quero apressar as coisas e pular fatos, pois tem muita coisa que quero falar sobre isso (inclusive sobre como isso me afetou psicologicamente e me fez acreditar que eu não era capaz de ser au pair).

Pôr do sol (provavelmente em Sarasota)
Eu não tenho muitas fotos do meu tempo nos Estados Unidos (deletei quase tudo quando voltei), mas segue aqui duas que salvei.














Mesmo pôr do sol



















Vou encerrar o assunto de hoje com a história pela metade, mas prometo que no mês que vem eu termino isso, falo da Holanda e de de coisas boas hahahaha, pois a minha experiência nos EUA é uma tristeza só! Uma coisa que quero dizer ainda hoje é, ninguém pode sonhar nossos sonhos e vive-los por nós, então, não importa o quão difícil seja, não deixem de acreditar que vocês são capazes!!! Mês que vem conversamos mais sobre os EUA e a Holanda e sobre como rematch é, ao mesmo tempo, o fim e o começo de muita coisa. O próximo post será em 2018 já, então, vou aproveitar para desejar um Feliz Natal e um ótimo Ano Novo pra todos vocês! Beijem e abracem muito quem vocês amam e aproveitem, onde quer que vocês estejam...

Merry Chistmas and Happy New Year!!!
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16 novembro 2017

The beginning is always today.

Estar na nossa zona de conforto e ótimo, não é mesmo? Mas querem sabe o que é melhor ainda? Sair dela, arriscar e fazer coisas diferentes. E é por isso que estou aqui hoje, para começar algo diferente, algo que eu sempre pensei em fazer, mas nunca tive coragem: escrever em blogs! Vamos deixar essa lenga-lenga de lado e ir ao tópico de hoje. Esse é meu primeiro post, então nada mais justo que começar me apresentando.


Meu nome é Rúbia, tenho 28 anos e a partir de agora também faço parte da equipe do “Blog das 30 Au Pairs”. Lembro que lá em 2012, quando comecei a pesquisar sobre Au Pair, eu lia muito o blog e estou muito feliz de poder compartilhar minha história e experiência com vocês. Um pouquinho mais de mim: sou formada em Letras (Português/Inglês), já morei nos Estados Unidos, na Holanda e há 2 anos moro no Canadá. Se tudo der certo, ano que vem me tornarei residente permanente aqui (tópico para posts futuros, ehehe, fiquem ligados hahaha.)
Eu adoro compartilhar minhas experiências e ajudar as pessoas com as informações que eu sei, seja sobre Au Pair ou não. Acredito que por ter morado já em 3 países e ter tido 4 host families, será muito legal dar dicas sobre o relacionamento com a host family e também sobre diferentes culturas e a adaptação toda. Eu gosto também de falar bastante sobre as opções fora dos EUA e de como esse mundão é grande, só basta a gente dar a chance pra outros lugares.
No próximo post eu contarei um pouco sobre a minha experiência nos EUA (que foi bem breve) e sobre a decisão de ir para a Holanda. Caso exista algo específico que vocês queiram que eu fale sobre, é só deixar nos comentários. Como eu nunca tive um blog, qualquer crítica para que eu possa melhorar meus textos também é muito bem vinda! Vou deixar aqui uma foto em cada país que morei, quando escrever sobre esses lugares mais especificamente, coloco mais.




Sarasota (FL) - Janeiro 2013
Windmill na Holanda (Geldrop) - Outubro 2013


Outono em Vancouver (Canadá) - Novembro 2017

Outra coisa muito interessante que posso oferecer para vocês é dicas e informações sobre a vida pós-au pair, especialmente agora que moro no Canadá, visto que aqui existem inúmeras oportunidades pra quem ainda quer morar fora, mas já não quer mais cuidar de crianças. Como eu comento muito nos grupos de au pairs, pode ser que alguns dos meus assuntos não sejam novidade pra quem está nesses grupos, então, peço desculpas desde já e me comprometo a tentar sempre trazer coisas novas.



Obrigada por lerem até aqui e até o próximo mês!
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