Pessoas que largaram tudo para se aventurar nesse mundão de Au Pair!

Inserir ou não o Au Pair no currículo?

O que as empresas precisam ultimamente é de gente inteligente e que aprende rápido. E esse tipo de habilidade nós, au pairs, temos de sobra!

Au Pair na Europa

Você tem mais que 26 anos? Não tem CNH? É casada ou tem filhos? Ou também não tem como comprovar sua experiência com crianças? Talvez fazer o programa de Au Pair na Europa seja uma boa alternativa pra você.

Agências para os Estados Unidos

Tudo sobre diversas agências que fazem o programa de Au Pair para os Estados Unidos.

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21 setembro 2017

O dia que eu perdi meu host dog

Oi pessoal, como vocês estão? Espero que estejam bem! 

No post de hoje, como prometido, vou contar para vocês como eu perdi meu host dog. 

Fonte: arquivo pessoal

Como vocês podem ver, além de culta, a Maya era um doce de cachorro. As crianças pintavam e bordavam com ela (e eu também). 

Ela me ajudava com a limpeza do chão quando as crianças derrubavam comida e protegia a casa. Tirando o carteiro e um dos vizinhos, a Maya gostava de todo mundo e não dava trabalho nenhum. 

Ela ficava feliz com duas caminhadas diárias e muitos, mas muitos cochilos. A Maya era como uma filha de quatro patas. Antes da Maya, o Scotty era o único cachorro da casa. 

Quando meus hosts decidiram ter filhos, eles compraram uma boneca pra acostumar os cachorros antes do bebê chegar. Que fofos!

Em um belo dia de reforma da cerca do quintal, a Maya estava conosco em casa e decidi deixá-la sair para usar o banheiro (leia-se quintal) depois que o pessoal da reforma tinha ido embora e nada da Maya voltar. 

Chamei, chamei e nada. Decidi descer as escadas e o portão estava aberto. Gelei. Saímos, eu e o meu host baby atrás da Maya e não a encontramos. 

Mandei mensagem pra minha host mom avisando e em dois minutos meu host dad me ligou.  Ele estava calmo, mas me deu 10 minutos para achá-lá, se não ele ia sair do trabalho para me ajudar a procurar. 

Peguei o carro e o bebê e saí dirigindo por onde ela costumava passear junto com o biscoitinho favorito dela, chamando e assoviando. Nada. Perguntei para todas as pessoas que estavam na rua e ninguém tinha visto um labrador cor chocolate. A esse ponto eu só pensava na minha extradição (ou rematch é claro). 

Detalhe que estava quase na hora de buscar o outro host kid na escola. Voltei para casa desolada, a ponto de fazer a ligação que eu nunca pensei em fazer na vida e para a minha surpresa, a Maya estava sentada em frente ao portão, toda plena. Desci do carro, tirei o bebê da cadeirinha e corri pra abraçar a Maya. 

Liguei pro meu host dad e avisei que a Maya estava sã e salva. Que alívio!

Tenham bastante atenção nos animalzinhos da host family de vocês e não se esqueçam que eles fazem parte do pacote ano de au pair, quer vocês queiram ou não. 

Se tiverem alguma dúvida ou sugestão, escrevam nos comentários. 

Beijos e até o próximo dia 21!

Bárbara Albuquerque
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21 agosto 2017

O dia que eu perdi meus host kids

Olá pessoal, como vocês estão? Espero que estejam bem!

No post de hoje vou contar pra vocês como eu perdi meus host kids que na época tinham entre 0 e 3 anos.

Fonte: Google Imagens

Os episódios aconteceram separadamente, para a minha sorte e para a saúde do meu coração. Para contar para vocês, vou dividir em partes que não necessariamente aconteceram na ordem que eu vou apresentar.

O primeiro mini enfarto que eu tive foi quando, em um dia qualquer de playdate cazamiga, meu host kid que tinha em torno de um ano resolveu sumir no playground. Estávamos com três crianças naquele dia, dois meus e um da minha amiga e quando dei conta tinha perdido meu baby de vista. Tudo o que eu consegui fazer foi pegar os outros dois pela mão e pedir pra ela ir atrás dele. Foram poucos minutos de sumiço que pareceram horas. Ele se enfiou embaixo de um dos brinquedos e estava brincando com a areia, super agachadinho. Quando ela o encontrou eu só consegui agradecer a Deus e fiquei abraçando ele por um bom tempo até o susto passar. 

Detalhe que sempre quando eu saia para lugares públicos eu escolhia as roupas mais chamativas que eles tinham, já para facilitar o meu trabalho na localição das kids, mas naquele dia nem a camiseta laranja dele ajudou muito. O playground que nós estávamos ficava próximo a uma avenida movimentada e era enooooorme.

Já o outro sumiço se deu com o outro host kid, o mais velho. Minha mãe estava me visitando nessa época e estávamos belas e bonitas com o baby na cozinha e notamos um silêncio estranho na casa. O chamamos algumas vezes e decidimos procurar. Fizemos uma revista na casa I-N-T-E-I-R-A, inclusive nos lugares que ele adorava se esconder e nada. Fomos no quintal e nada. Aí decidimos sair pra rua. Acreditem, a porta fazia um barulhinho quando era aberta e ele conseguiu destrancar a porta e sair sem fazer NENHUM barulho.

Achamos o bonito no caminho pro playground que ficava a duas quadras de casa. Ele estava quase chegando lá quando o encontramos. Ele estava pleno e decidido a ir brincar no parquinho, sozinho. No caminho encontramos uma mulher com uma criança que, ao perguntarmos, disse que tinha visto uma criança andando sozinha. Normal, né? Não me conformo até hoje como ela foi incapaz de tentar ajudar.

No final tudo deu certo, mas aprendi as lições e fiquei bem mais ligada. Nunca duvide do poder de uma criança.

No meu próximo post vou contar sobre o sumiço do host dog. Aguenta coração!

Se tiverem alguma dúvida ou sugestão, escrevam nos comentários.

Beijos e até o próximo dia 21!

Bárbara Albuquerque
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21 julho 2017

Best Friends Forever (or not)

Oi pessoal, como vocês estão? Espero que estejam bem!

Em alguns poucos países é celebrado no dia 20 de Julho o "Dia do Amigo". Já o dia 30 de Julho é considerado internacionalmente o "Dia da amizade". Pois bem. A essa hora você já deve estar se perguntando: what does that have to do with the price of tea in China, ou em português: o que isso tem a ver com o post de hoje? 

Fonte: Google Imagens

No post de hoje vou contar pra vocês um segredo: durante seu intercâmbio você vai fazer melhores amigos de um dia e vai descobrir que alguns dos que você chamava de melhores amigos, não passarão de estranhos quando você voltar do intercâmbio.

Isso se deve ao fato de que nem todo mundo irá aceitar que você não é mais a mesma pessoa de 12, 18 ou 24 meses atrás. E tudo bem. O programa de Au Pair é muito intenso e não dificilmente você perceberá que cresceu uns 10 anos em apenas um ou dois anos de intercâmbio, que conheceu tantos lugares e pessoas que na sua vida normal levaria anos luz para viver tanta coisa.

E sobre seus melhores amigos de um dia? Conserve-os e dê valor a eles. Crie laços ainda que sejam fáceis de ser desatados. Vão ser esses amigos que farão valer a pena aquela viagem sozinha que você fez de um final de semana.

Ah, e os amigos do intercâmbio? Se você der a sorte que eu dei, vai ter que entregar parte de você quando se despedir do seu ano de au pair. Eu mesma deixei partes do meu coração com uma colombiana e com uma mexicana. Elas acompanham de longe os meus passos e eu sou muito grata pela amizade delas. Se eu as verei novamente? Talvez sim, talvez não. Quem sabe?

Não tenha medo de dividir a sua história com alguém porque você sabe que aquilo tudo tecnicamente tem um prazo para acabar. Até porque no final, o que ficam são as memórias que contruímos.

Se tiverem alguma dúvida ou sugestão, escrevam nos comentários.

Beijos e até o próximo dia 21!

Bárbara Albuquerque
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21 junho 2017

Happy Blogiversary to me!

Oi pessoal, como vocês estão? Espero que estejam bem!

Por pura coincidência eu resolvi fazer a nostálgica e fui olhar meus posts aqui no blog. E para a minha surpresa, com o post desse mês, já são TRÊS anos de blog. Happy blogiversary to me <3

Fonte: Google Imagem

Gostaria de dividir com vocês leitores os meus Top 5 posts aqui do blog (links no título) e são esses (tanananam):


- Engordei uns 10 kilos na minha estadia de 18 meses nos Estados Unidos, mas já voltei ao peso de antes do intercâmbio, ufa. 


- Post pra quem está começando e não sabe o que perguntar no Skype e/ou email para as host families


- Eu acabei nem levando as coisas que chegaram aqui em casa por motivos de: não cabia na mala. Mas, hoje acho que minha host family nem ia ter ligado muito pra isso.


- Meu intercâmbio de 18 meses quase dura só 12 meses por causa dos créditos estudantis que eu não tinha entregado a tempo.


- Mantive contato até que constante com a host family antes de embarcar. Tudo bem que hoje em dia nosso contato não é lá essas coisas, mas vida que segue, right?

Tem muita informação valiosíssima nesse blog e é graças a ele que eu viajei sabendo tudo o que eu sabia. É uma honra ser uma das 30 au pairs <3

Beijos e até o próximo dia 21!

Bárbara Albuquerque

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21 maio 2017

Stop for me it's the law!

Oi pessoal, como vocês estão? Espero que estejam bem!

No post de hoje vou falar como é ser um pedestre nos Estados Unidos.

Momento reflexão aqui: no Brasil quando estamos atravessando a rua e um carro se aproxima, damos aquela corridinha, certo?! Ou então paramos no meio da rua para esperar o carro passar para então atravessarmos. 

Lá nos Estados Unidos não é incomum você ver placas como a da foto abaixo espalhadas pela cidade, que quer dizer: pare para mim, é a lei. Lá pedestres tem sim a preferência e são tratados com o devido respeito. Eles não precisam correr pra atravessar a rua, atravessam no tempo deles mesmo que as vezes a passos de tartaruga. As vezes você nem quer atravessar, só está parada na calçada sabe-se Deus porque e tem que ficar pedindo pros carros seguirem viagem e avisando que você não quer atravessar, chega a ser engraçado.


Fonte: Google Imagens

Se você estiver nos bairros residenciais, não digo todos, mas quase todos os carros vão parar para você atravessar mesmo se você estiver fora da faixa de pedestre. Nos grandes centros, os pedestres também são respeitados, mas também fazem o papel deles de atravessar na faixa e aguardarem a sua vez de seguirem viagem.

Não sei se é do conhecimento de todos vocês, mas um carro pode e deve virar a direita mesmo se o farol estiver vermelho. Mas você deve estar pensando: se o farol está vermelho pros carros, consequentemente estará verde pros pedestres, certo? Pois bem, ao virar a direita no farol vermelho tome cuidado com os pedestres e só acelere se a via estiver pedestre free. Não vou entrar em méritos de lei, mas a nível de curiosidade, no estado de Washington onde eu morei, o carro pode virar a direita quando faltar 25% pro pedestre completar a travessia dele, por exemplo.

Quando não for pra você virar a direita no farol vermelho, você verá uma placa como essa da imagem abaixo, não tem erro.

Fonte: Google Imagens

Ao voltar pro Brasil eu passei a respeitar e a dar vez aos pedestres. 

Be like Bárbara.

Se tiverem alguma dúvida ou sugestão escrevam nos comentários.

Um beijo e até o próximo dia 21!

Bárbara Albuquerque
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21 abril 2017

It's supposed to be fun!

Olá pessoal, como vocês estão? Espero que estejam bem!

No post de hoje falar sobre como em tese deveria ser o ano de au pair: 

Fonte: Google Imagens

É sabido que o programa de au pair é um jogo de sorte. Você sai da sua casa praticamente no escuro em busca do desconhecido e muitas vezes coloca sua felicidade bem aí, no desconhecido. Não te culpo se você fez isso porque eu também fiz.

Nesse jogo não há certo e errado, As regras você mesma faz. Mas cuidado! Não se sujeite a certos tipos de situações e se escolher se sujeitar pense com você mesmo se vale realmente a pena.

Sua vida no Brasil não pode ser perfeita, mas até aí trocar sua família e amigos, pra sofrer ou ser explorada, na minha singela opinião, não vale a pena. Saiba os seus limites e lembre-se que você pode desistir se quiser. 

Eu não recomendaria desistir na primeira dificuldade com a host family, mas e se você quiser? What's the problem?

Eu acredito que a escolha da host family seja de extrema importância e precisa ser feita com muita cautela e sabedoria. E se entrar em rematch? Bora lá escolher de novo, mas agora você tem o prazo bem mais apertado para isso: são duas semanas ou 14 dias ou 336 horas, pra ser um pouco mais exata.

Não pague pra ver e não ache que se algo te levantou uma bandeira vermelha que você vai aprender a conviver com aquilo. Até pode ser que sim, mas e o "it's supposed to be fun" que eu falei lá em cima?

Eu posso dizer que eu tirei a sorte grande com a minha host family, mas eu trabalhei pra isso. Ninguém é perfeito, eles não foram e eu não sou, mas nosso match foi perfeito e por causa disso meu ano foi maravilhoso.

Saiba o que você quer e saiba seus limites. Vale a pena se sujeitar a tanto por tão pouco? Think about it!

Se tiverem alguma dúvida ou sugestão escrevam nos comentários.

Beijos e até próximo dia 21!

Bárbara Albuquerque
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21 março 2017

Isso cê num conta!

Oi pessoal, como vocês estão? Espero que estejam bem!

Hoje eu vim contar pra vocês um segredinho que quase ninguém sabe... Sabe aquelas coisas que você acha que só acontece com você, mas que no fundo já pode ter acontecido com várias pessoas?

Pois bem. Nas minhas últimas férias como au pair, fiz a famosa trip pra Califórnia com uma amiga da Colômbia. Em 9 dias rodamos 1.500 milhas e passamos por três Estados diferentes: Califórnia, Arizona e Nevada.

Escolhemos deixar Las Vegas e o Grand Canyon por último. Chegamos em Vegas numa quarta a noite, aproveitamos a noite e partimos rumo ao Grand Canyon na quinta feira pela manhã. 

Queríamos cobrir 3 lugares próximos ao Grand Canyon. Além do próprio Grand Canyon, também o Horseshoe Bend e o Antelope Canyon. 

Fonte: Google Imagens - Grand Canyon

Fonte: Google Imagens - Horseshoe Bend

Fonte: Google Imagens - Antelope Canyons

Se não me engano, de Vegas pro Grand Canyon era quase 4 horas dirigindo. Já sabíamos que teríamos que eleger um ou outro para podermos visitar, por causa do tempo que havíamos separado para essa parte da viagem. 

Ao chegarmos no Parque Nacional do Grand Canyon, achamos que seria fácil chegarmos ao Canyon propriamente dito. Mas não, não foi tão fácil assim. Estávamos com o mapa em papel, que ganhamos na entrada do parque e com o GPS (visto que lá não tinha sinal de celular). 

Tentamos chegar perto dos Canyons, mas não sei porque cargas d'água não conseguimos. Aí para não perdermos o único dia que tínhamos, resolvemos ir até o Horseshoe bend. Eu estava no comando na direção e do GPS nessa hora e por algum motivo que eu desconheço até hoje, resolvi não checar o nome do lugar, pois acreditava que sabia de cabeça. E pra minha surpresa, o nome que eu achei que era existia e lá estávamos indo.

Dirigimos por horas a fio e fomos parar no meio do deserto, literalmente, Nossa gasolina estava quase acabando e quando chegamos onde o GPS nos levou, percebemos que estávamos indo pra nenhum lugar. Okay, pensamos: "Vamos voltar pro Grand Canyon e tirar uma fotinho que for e na manhã seguinte, seguimos de volta pra Vegas."

Quando finalmente chegamos no Parque Nacional de volta, o sol estava se pondo. Ficamos estonteadas com a beleza daquele lugar e também não era pra menos, vejam:

Fonte: Arquivo Pessoal

Depois de perdermos a fala e uns bons minutos admirando tanta beleza, resolvemos correr porque sabíamos que não tínhamos muito tempo até o sol se por. Parecia que naquele fatídico dia 21 de Julho de 2016, só tínhamos nós naquele lugar.

Quando finalmente chegamos nos Canyons já era tarde demais. O sol já tinha se posto e nós não conseguimos ver NADA. Querem ver a foto que eu tirei?

Fonte: Arquivo Pessoal

É sério gente, queria estar brincando, mas não, é sério. Nós não somos nenhum um pouco tapadas, mas acho que o cansaço ajudou a atrapalhar. Depois de apreciar os Canyons, fomos pra um hostel lá perto e seguimos de volta pra Vegas antes do sol nascer.

Aconselho vocês a fazerem essa parte da viagem com mais tempo, pelo menos 2 ou 3 dias e se não forem com alguém que se garanta, vão com guia turístico. Sai ônibus de Vegas todos os dias pro Grand Canyon e mesmo com o investimento que vocês vão fazer no passeio, alguém pelo menos que já conhece vai levar vocês até lá e trazer de volta. Vale a pena. 

Não fiquei mega frustrada porque eu estava com os olhos na balada que o Jason Derulo ia cantar e na Pool Party com o Calvin (Lindo) Harris de DJ que aconteceriam após nossa parada no Arizona.

Mas tá aí. Aprendam com os erros alheios pra cometerem não os mesmos, mas outros erros.

Se tiverem alguma dúvida ou sugestão escrevam nos comentários.

Beijos e até o próximo dia 21!

Bárbara Albuquerque
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21 fevereiro 2017

Religião Au Pair X Religião Host Family

Oi pessoal, como vocês estão? Espero que estejam bem!

No post de hoje eu vou falar sobre religião e o programa de au pair. Na minha opinião, desde que haja respeito e tolerância, tanto faz se sua host family professa da mesma fé que a sua ou não.

É necessário que haja um posicionamento da sua parte em quesitos como: aceitaria trabalhar mesmo sendo impedida de ir a igreja, por exemplo? E esse impedimento pode vir em decorrência de N fatores, como não compatibilidade de horários, ou outra coisa qualquer.

Tudo isso deve ser tratado antes mesmo de um possível match, pois tem coisas que simplesmente nos deixam desconfortáveis, e quando o assunto é religião o desconforto pode ser ainda pior.

Minha host family ia a igreja apenas nos holidays como Páscoa e Natal, por exemplo, mas nunca falaram nada deu ir aos cultos na igreja que eu me tornei membro enquanto eu estava na terra do Tio Sam. Muito pelo contrário, eles me perguntavam sempre como tinha sido e se eu tinha me divertido, as always.

Sou evangélica e antes de viajar encontrei um grupo no facebook chamado “Au Pais Cristãs” e lá encontrei meninas super dispostas a ajudar com suas próprias experiências e dicas. Thank you girls! <3

Acredito que o intercâmbio pode te aproximar ou te afastar da sua religião, vai depender de você, da sua fé e das circunstâncias, é claro. O importante é manter a cabeça no lugar e não fazer nada que você vá se arrepender de ter feito ou de não ter feito. O intercâmbio não é a primeira e nem a última coisa que você vai realizar na sua vida, lembre-se disso.



Se tiverem alguma dúvida ou sugestão escrevam nos comentários.

Beijos e até o próximo dia 21!


Bárbara Albuquerque
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21 janeiro 2017

What happens in your Au Pair year stays in there!

Olá pessoal! Como vocês estão? Espero que estejam bem!

Meu primeiro post de 2017, yay! Sinto-me renovada com a virada do ano e espero que isso perdure por algum tempo ainda. É como se tivéssemos a chance de começar tudo novo de novo e apesar de parecer bullshit não é, pelo menos pra mim. Se você ainda não tentou se reinventar em 2017, tente!

Estava conversando com uma amiga que ainda é au pair, pelo telefone, e depois de um bom tempo de conversa, e das boas, me surgiu um tema pro post de hoje. Sabe aquela história de: "o que acontece em Vegas, fica em Vegas?". Não sei se você já foi pra Vegas e se de fato sentiu isso na sua própria pele (e sim, é real). Mas, chegamos a conclusão que uma trip pra Vegas e o ano de Au Pair podem ser a mesma coisa, ou não.


Tanto em Vegas como no seu ano de Au Pair você pode fazer coisas que nunca imaginou fazer. E não estou falando de coisas "erradas", erradas entre aspas okay?

A gente se descobre forte, autossuficiente e principalmente dona do nosso próprio destino, em 1 ou 2 anos como au pair. Tem companhia pra assistir àquele filme que você tanto esperou estrear? Vai ao cinema. Mas, e se não tem? Vai ao cinema também, Mas, sozinha? Não! Com a sua melhor companhia: você mesma.

Você passa 2 dias em Vegas e é o suficiente ou pelo menos quase. Nunca achou que seria capaz de fazer tanto, ou festar tanto em 72 horas. Isso sem contar as milhares de fotos em todos os mils pontos turísticos da strip.

O que eu quero dizer com isso tudo que apesar de parecer muito tempo, o período de au pair passa voando. Você faz melhores amigos do mundo, dos quais talvez você nunca verá novamente, em pouquíssimo tempo, viaja e já se vê morando no lugar que mal conhece, experimenta comidas novas e pensa: "como eu demorei X anos da minha vida pra comer isso", chora de saudade de quem você deixou para trás pra só depois ver que quem muda é você e que quando você voltar, tudo será o mesmo. Isso sem contar que muito, eu disse MUITO do que acontece, não sai de onde aconteceu. Seria muito esforço empenhado pra fazer alguém entender e as vezes, não vale a pena.

"Ah, finalmente ela chegou no título do post", você pode estar pensando. Se você ainda não é au pair, vai lembrar de mim quando for uma depois desse post. Por isso, o que acontece no seu ano como au pair, fica no seu ano de au pair. Nem todo mundo vai te entender. No bem da verdade, só entende a intensidade e a insanidade das coisas quem viveu mesmo.

Se prepare pra ser a chata que só fala de au pair antes de ir e quando voltar. Só fala de quão incrível foi a sua experiência. De quantos lugares e pessoas você conheceu. De quantas experiências você viveu. E de tudo aquilo que por algum motivo se acabou pra você enquanto você estava lá vivendo a sua tão louca vida de au pair. Nesse jogo chamado vida nem sem é ganha - ganha. As vezes perdemos pra ganhar lá na frente. Prefiro ver esse tipo de situação como livramento de Deus, amém?

Mas se neste ano você está pensando em sair por aí e ser uma de nós. vai fundo! E eu só desejo que esse seja o melhor ano da sua vida, assim como aconteceu comigo. Mas acaba, viu? Não importa o quão incrível e o quão intenso foi, um dia acaba e a realidade vem e joga isso na nossa cara, momento desabafo aqui.

Se tiverem alguma coisa pra adicionar ou comentar a respeito do vocês leram aqui, por favor escrevam nos comentários.

Feliz 2017 pessoas e até o próximo dia 21!

Bárbara Albuquerque
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21 dezembro 2016

Então é Natal, e o que você fez? Ou vai fazer?

Olá pessoal, como vocês estão? Espero que estejam bem!

Estamos há alguns dias do Natal e pelo menos aqui em São Paulo parece que as pessoas não estão mais tão engajadas em enfeitar suas casas, comprar presentes e confratenizar como antigamente o faziam. Isso está me dando uma mini deprê, não sei se é porque eu passei o Natal passado nos Estados Unidos e até o papai noel lá parece de verdade (sim, não estou brincando e não, não acredito em papai noel).

E também estamos há alguns dia do Ano novo, onde teremos a oportunidade de fazer tudo novo de novo. Por isso, nesse meu último post de 2016 gostaria de incentivá-los a se planejarem e tirarem da mente ou do papel aquilo que vocês sempre quiseram fazer e nunca tiveram tempo ou coragem para fazê-lo.

Esse post pode parecer mais um mimimi de fim de ano, mas se pararem pra pensar, quantas coisas você já deixou de fazer por "falta de tempo"? E por tempo, leia-se tudo aquilo que te afasta do que você almeja.

Quer ser au pair em 2017? Tira essa bunda da cadeira e vai atrás de tudo o que é necessário para se inscrever na agência e conseguir o dinheiro pra pagar. Não aguenta mais ser au pair? Lembre-se que nada para sua paz interior e que se tem algo ou alguém tirando isso de você, chegou a hora de repensar se realmente todo esse esforço e/ou sofrimento vale a pena. Seu programa de au pair já acabou e você já está em terras tupiniquins? Faça novos planos e vai atrás daquilo que você tanto quis fazer (lembra que você usou a "desculpa" do programa de au pair pra tantas pessoas e disse que era pra te ajudar a procurar aquele emprego no Brasil?).

Fonte: Google Imagens

A vida é muito curta e somos muito jovens para vivermos insatisfeitos com algo ou alguém e só sermos felizes aos finais de semana.

Eu desejo a vocês um ótimo final de ano e espero que, principamente pra quem está longe de casa, esse fim de ano seja especial e que 2017 seja um ano diferente de 2016 (pra melhor claro).

Se tiverem alguma dúvida ou sugestão escrevam nos comentários.

Beijos e até o próximo dia 21!

Bárbara Albuquerque
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21 novembro 2016

EXISTE VIDA PÓS AU PAIR

Oi pessoal, como vocês estão? Espero que estejam bem!

Faz quase dois meses que eu voltei da terra do Tio Sam e considero que tenho me saído muito bem, yay!

Fonte: Google Imagens

Como eu prometi no meu último post, vou contar como está sendo voltar a vida real no Brasil.

Desde o meio desse ano eu já comecei a me preparar pra voltar ao mercado de trabalho quando voltasse ao Brasil. Me formei em Relações Públicas antes de ir pros States e um dos motivos que eu fiz o intercâmbio foi por motivos profissionais (como várias de vocês).

Comecei a trabalhar provisoriamente há uns dias numa loja de fast food, só enquanto espero algumas respostas de trabalho na minha área. Fiquei parada por um mês e não foi fácil. Apesar de sempre ter reclamado que $200 era pouco e blá blá blá, eu pelo menos tinha dinheiro toda semana e quando cheguei aqui me vi pedindo dinheiro pro meu pai pra ir na esquina e isso não me pertence mais. Não gosto de depender financeiramente de ninguém, nunca gostei.

Vejo essa minha nova experiência de trabalho como mais um aprendizado e devo isso ao Au Pair, que abriu meus olhos pra várias outras oportunidades, porque por mais que nós acreditemos as vezes que é um baita de um programa, o baita de um programa vem com trabalho duro e as vezes algumas horas extras que você não conta pro seus amigos. Em contrapartida vem com algumas várias oportunidades de vivência que você nunca imaginaria passar assim tão nova. O Au Pair foi até agora a experiência mais incrível da minha vida.

Falando um pouquinho de vida pessoal, foi ótimo rever família e amigos (não consegui ver todos meus amigos ainda, mas já já eu chego lá), mas eles tem a vida corrida deles e você passa rapidamente de a grande novidade pra o que você era antes do programa, uma amiga, e tudo bem, juro, no heart feelings here.

Eu estou feliz por estar de volta e apesar de ter surtado no exato dia que eu voltei, tudo está indo muito bem so far.

Eu estava ouvindo uma playlist no Spotify outro dia e me deparei com uma música do Shawn Mendes que tem muito a ver com essa fase que eu estou passando agora e gostaria de compartilhar com vocês o link da música no Vagalume. Prestem atenção na letra, é linda demais!

Se tiverem alguma dúvida ou sugestão escrevam nos comentários.

Beijos e até o próximo dia 21!

Bárbara Albuquerque
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20 outubro 2016

O dia que eu quase matei minha família do coração

Oi pessoal, como vocês estão? Espero que estejam bem!

Voltei às terras tupiniquins há 20 dias e de surpresa. Sim, de surpresa. Estava um pouco receosa, mas no final deu tudo certo. E o melhor: todos da minha família gostaram.

Eu tive essa ideia assim que eu recebi o email com as possíveis datas do meu voo de volta, Dividi a ideia com uma das minhas irmâs e uma amiga e perguntei se elas topavam me ajudar, Minha irmã, no calor do momento concordou e passou dias de agonia porque estava guardando o segredo. Ô coitada. Bom, deixei minha irmã contar pro meu cunhado e eles juntos ficaram responsáveis de reunir a família toda no dia do meu retorno.. NINGUÉM desconfiou de nada, a surpresa foi um sucesso!

Acho que nada melhor que eu falar ou escrever aqui, eu gostaria de dividir com vocês esse momento especial de reencontro após 18 meses de intercâmbio:



É legal chegar ao aeroporto e ter sua família e amigos te esperando? Sim e muito. Mas pra mim, fazer surpresa foi muito mais especial. Eles estavam com festa marcada e tudo pro dia que eles achavam que eu ia chegar.

No próximo post vou contar pra vocês como está sendo estar de volta ao Brasil e o que eu ando fazendo por aí.

Se tiverem alguma dúvida ou sugestão, escrevam nos comentários. Espero que tenham gostado do vídeo!

Beijos e até o próximo dia 21!

Bárbara Albuquerque
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21 setembro 2016

That's Life!

Oi pessoal, como vocês estão? Espero que estejam bem!

No post de hoje vou contar minha experiência (que é mais uma expectativa) de como vai ser a chegada da próxima au pair. 


Nada melhor que começar esse post dizendo que nunca, nunquinha mesmo eu pensei que algo aqui fosse meu. A host family não é minha família (apesar de termos uma relação excelente), os host kids não são meus filhos (apesar de educá-los as vezes mais que os próprios pais), o quarto a casa nada é meu também. 

Bom sabendo disso desde sempre, eu ainda me pego na sofrência em ter que ceder "meu quarto" pra au pair nova antes do meu ano acabar, já que vamos ter uma semana juntas aqui na casa. 

Eu ajudei a entrevistar a menina, participei no processo de escolha e tudo mais, mas ainda assim não consigo ter nenhum tipo de sentimento por ela. 

Pra mim ela é a pessoa que vai me substituir e cuidar das "minhas crianças" e morar na "minha casa" e com a "minha família". 

Você pode achar que é drama, e até talvez seja, mas você só vai saber se já passou por isso ou se um dia passar. 

As vezes me pego pensando: e o português que eu ensinei pras crias? Já era. Agora vai virar espanhol e pronto. Isso sem falar nas crianças que são extremamente apegadas a mim. As vezes acho que esse programa é meio injusto com as crianças. Você tem no mínimo 1 e no máximo 2 anos com determinada pessoa, se acostuma, entra no ritmo, se apega, aprende a amar e logo já é hora de conhecer sua próxima au pair. 

Eu sei que todo ciclo tem início, meio e fim, mas ainda assim é difícil aceitar. 

Mas eu espero que a próxima au pair seja um bom match pra "minha host family" e que tudo seja tão bom pra ela quanto foi pra mim. 

No mais, terei três dias pra passar 1 ano e meio de erros e acertos pra ela. Vamos ver como será. 

Um ciclo que se inicia pra ela e um que se encerra pra mim. That's life. 

Se tiverem alguma dúvida ou sugestão escrevam nos comentários. 

Beijos e até o próximo dia 21. 

Bárbara Albuquerque
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21 agosto 2016

Esporte nos Estados Unidos

Oi pessoal, como vocês estão? Espero que estejam bem!

No post de hoje eu vou contar pra vocês como os americanos vivem o esporte. 

Moro no estado de Washington, na Costa Oeste dos Estados Unidos e aqui, diferentemente do Brasil, o esporte nacional não é o futebol. Aliás que futebol e Estados Unidos não é uma boa combinação. Nem levar time de futebol pras olimpíadas eles levaram, mas enfim. 

Temos aqui em Washington três esportes que se destacam: futebol, baseball e futebol americano. Os times são respectivamente Sounders FC, Mariners e Seahawks. 

Eu tive o privilégio de poder ir assistir no estádio jogos dos três times. Temos dois estádios aqui em Seattle, o Century Link Field e o Safeco Field. O Century Link é usado para futebol e futebol americano e o Safeco pro baseball. 

O que eu percebi aqui é que muitas pessoas vão aos estádios pra hang out com família e amigos. É como se fosse um evento social. Meus hosts parents, por exemplo, quando fazem date night, vão pro estádio assistir jogo do Mariners.

O que eu acho bem legal é que as torcidas sentam juntas e todo mundo se respeita. Não precisam ser separadas para não se matarem. 

Famílias inteiras assistem aos jogos, o ambiente é saudável para todas as idades. 

Nossos times não são os melhores, mas mesmo assim levam multidões por onde passam e são muito queridos por todos. A competição não se dá DENTRO do Estado, como entre Corinthians e Palmeiras, mas ENTRE Estados como Corinthians e Flamengo, por exemplo. 

Gostaria de dividir algumas fotos com vocês:

Jogo do Sounders


Jogo do Mariners


Seahawks Preseason Game

Se tiverem alguma dúvida ou sugestão, escrevam nos comentários e Go Hawks!

Beijos e até o próximo dia 21. 

Bárbara Albuquerque
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21 julho 2016

Mundo de Cobras

Oi pessoal, como vocês estão? Espero que estejam bem!

No post de hoje vou falar sobre um assunto um tanto quanto delicado, mas bem recorrente no mundo auperiano. 


Eu tive "amigas" aqui que só Jesus na causa. É engraçado que quando estamos fora da nossa zona de conforto é fácil colecionar melhores amigas pra sempre em um curto e quase ínfimo espaço de tempo. Mas tome cuidado porque como diz minha mãe, amigo mesmo só Deus. 

Eu tive "amigas" se eu não tivesse sido esperta e me afastado, poderiam ter causado um grande dano na minha vida. E coincidência ou não, as najas eram brasileiras. Então, tome BASTANTE cuidado com quem você chama de amiga. 

Você deve estar pensando que eu estou exagerando, mas eu vou exemplicar um dos causos. Quão normal é enviar um nude pra seu ex namorado brasileiro no snapchat sabendo que você ainda morre de amores pelo menino? Estou falando desse tipo de amiga (Y)

Meu conselho pra você oh querida au pair é que você fuja de trouble makers. Sabe aquela amiga que todo mundo pergunta porque você é amiga dela e só você não vê o porque de tanta preocupação alheia? Pois é, é esse tipo de naja que você precisa manter bem longe de você. 

Não se relacione com pessoas tóxicas por falta de opção, porque melhor só do que mal acompanhado, right?

Amiga gringa é o melhor negócio porque além de você treinar outra lingua (o que está acontecendo no meu caso) o drama é zero. Nós brasileiras somos muito intensas, Jesus amado. Não fuja de brasileiras, there is not what I'm saying, mas tenha muito cuidado. 

Quando este post for ao ar, estarei fazendo minha roadtrip pela Highway 1 com minha linda amiga Colombiana ❤️ (colombianas e mexicanas são mais amor, just saying). 

Se tiverem alguma dúvida ou sugestão, escrevam nos comentários. 

Beijos e até o próximo dia 21. 

Bárbara Albuquerque



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21 junho 2016

It's Almost Over

Oi pessoal, como vocês estão? Espero que estejam bem!

No post de hoje vou contar como tem está sendo a reta final do meu intercâmbio. 

Fonte: Arquivo Pessoal

Meu ano acaba em exatos 100 dias e eu já sinto como se tivesse fazendo algumas coisas pela última vez. Como isso é estranho... 

É tudo muito louco aqui, ao mesmo tempo que as vezes parece que eu estou  há muito tempo longe de casa, parece que eu cheguei ontem também, vai entender. 

Tive um mini infarto quando a Cultural me enviou um email com instruções para solicitar meu voo de volta, tudo começou aí.  Eles me deram um prazo médio de 20 dias pra submeter uma data. Você pode voltar logo depois que seu ano acaba, ficar 30 dias após o fim do seu ano (o famoso grace period) ou voltar antes do seu ano acabar. 

Se você quiser usufruir do grace period, prepare o bolso pra comprar um seguro se saúde pro mês adicional. Na CC está $100 (valor referente ao mês de junho de 2016). 

Sou muito planejada e já comecei a pensar nas malas, se conto ou não a data que eu volto pra minha família no Brasil, presente pra deixar pros host kids, enfim, aloka do planejamento.  Mas ao mesmo tempo estou tentando não deixar de viver o presente por estar pensando no futuro, tá fácil não. 

Fonte: Google Imagens

Se tiver alguma dúvida ou sugestão, escrevam nos comentários. 

Beijos e até o próximo dia 21!

Bárbara Albuquerque

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21 maio 2016

It's Good for you... Wait, What?!

Oi pessoal, como vocês estão? Espero que estejam bem!

No post de hoje vou falar sobre uma expressão que é muito usada aqui nos Estados Unidos e confesso que demorei um pouco pra entender o que ela realmente significava.


A expressão "Good for you" pode ser traduzida como "Bom pra você". Eu me ofenderia se alguém no Brasil me desse esse tipo de resposta depois de escutar eu contando alguma novidade, por exemplo:

eu: "Decidi que vou passar um ano nos EUA como au pair"
outro: "Ah, bom pra você"

Com certeza eu pensaria imediatamente, "é bom pra mim mesmo, bem que você queria ter a coragem que eu tenho", aloka.

Mas aparentemente aqui nos EUA isso e super aceitável. Eu estava contando para a mãe de um coleguinha do meu kid que eu tinha ido viajar sozinha nas minhas férias e ela disse super animada: "Good for you".

Eu pesquisei no Urban Dictionary duas possíveis definições para a expressão "Good for you" e as traduzi para o português:
a) "Uma colocação rude colocada numa conversa quando a pessoa não esta nem aí pro que você está falando" como o "bom pra você" falado no Brasil. 
ou
b) Você fala isso quando você está feliz pela pessoa. Você acha que ela merece tudo de bom que está acontecendo com ela, mas mesmo assim você não liga muito, porque não tem nada a ver com a sua vida
É lógico que depende muito de quem dá esse tipo de resposta pra você, da sua relação com a pessoa, mas no geral ela é positiva ou neutra, como na definição B.

Por isso, se você um dia ouvir essa expressão (e pode ter certeza que você vai escutar), não se ofenda, como eu um dia me ofendi.

Se tiverem alguma sugestão ou dúvida, escrevam nos comentaáios.

Beijos e até o próximo dia 21!

Bárbara Albuquerque
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21 abril 2016

Better Safe Than Sorry

Oi pessoal, como vocês estão? Espero que estejam bem!

No post de hoje vou falar da importância de ser caxias em determinadas situações.

Todos que embarcam pela Cultural Care tem o seguro de saúde completo no primeiro ano, mas queridxs, nada que é bom dura para sempre. Pois bem, se quiser ter seguro completo no segundo ano voce tem que pagar a mais por isso. 

Eu resolvi pagar os $300 pros meus 6 meses de extensão (incluindo o complemento esportes), porque o futuro a Deus pertence, não é mesmo?!
Fonte: Google Imagens

Não aconteceu NADA comigo no primeiro ano e olha que eu sempre fui a loka do médico no Brasil, sentia uma dorzinha e já ia correndo checar o que era. Mas, como nem tudo são flores, as vezes o azar bate a nossa porta.

Antes do meu primeiro mês da extensão acabar, eu caí no último degrau da escada de casa. Não me perguntem como eu fiz isso (dica: isso aconteceu as 2am quando eu estava chegando da balada).

No outro dia quando eu acordei, meu pé estava inchado e eu não tinha firmeza nenhuma para pisar no chão. Pensei em não ir ao médico? Pensei.  Mas não tinha como não ir, porque estava doendo DEMAIS. Fui ao médico com a minha host mom e esperamos por 3 longas horas para sermos atendidas. Diagnóstico: torsão do tornozelo, nada demais. 

Estava me sentindo o cocô do cavalo do bandido por tirar a fofa de casa em pleno domingo de sol (quem mora em Seattle sabe o quanto esses momentos raros devem ser aproveitados), mas ela disse: "that's okay, its part of the deal of being a host family". Até tentei ir dirigindo e uma amiga iria me acompanhar, mas a fofa não deixou.

Agora estou esperando a conta chegar e acredito que eu tenha que desembolsar $35 pela consulta e o restante o seguro vai cobrar. Se não tivesse o seguro completo isso subiria para $95. Abaixo, segue tabela de comparação entre o seguro completo e básico, pra vocês terem uma ideia de como funciona na Cultural Care:

Fonte: http://help.culturalcare.com/au-pair/knowledge-base/insurance/

Bom, história pessoal a parte, se planejem e se possível, paguem o seguro. Nao deem bobeira com a saúde morando nos Estados Unidos, conheço meninas que tem o nome sujo aqui por causa de dívida médica. Não tem perdão, não tem desculpa. Se tem seguro, amém, se nao tem: SE VIRA. Ainda bem que temos o SUS no Brasil <3

Se tiverem alguma sugestão ou dúvida a fazerem, escrevam nos comentários. Agradeçam o Tiradentes pelo feriado. Nada de folga pra mim hoje :/

Um beijo e ate o próximo dia 21! 

Bárbara Albuquerque
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21 março 2016

Falando Sobre Gastos Extras na Extensão do Programa

Oi pessoal, como vocês estão? Espero que estejam bem!

No post de hoje vou falar sobre as despesas que temos que arcar pra estender o programa. Lembrando que podemos estender por 6, 9 ou 12 meses.


Fonte: Google Imagens

Eu resolvi estender por 6 meses e algumas das minhas despesas foram divididas ao meio. Meio que óbvio isso não?! Despesas como taxa de extensão e seguro saúde, por exemplo.

Eu vim pela Cultural Care e não sei exatamente como funciona nas outras agências, I'm sorry. Se você quiser me ajudar, escreve nos comentários como funciona na sua agência que eu posso editar o post depois. Bárbara agradece <3

Quem vem pela CC (sigla que usamos para Cultural Care) pode escolher se quer ou não pagar o seguro saúde. Como o sistema de saúde daqui dos Estados Unidos é bem complicado, eu preferi pagar. Nunca sabemos o que pode acontecer. Paguei $300 pelo seguro nos próximos 6 meses e nesse valor já está incluso o complemento esportes que saiu por $50. Esse complemento cobre acidentes que nos nos expomos. Por exemplo, você está andando de skate, cai e quebra o pé. Tecnicamente se você NÃO tem o suplemento esportes o seguro NÃO é obrigado a cobrir. Basicamente "você andou de skate e se machucou porque quis". Ridículo, mas enfim.

Sei que muitas familias arcam com a taxa de extensão da au pair, mas nao conte com isso porque vai que né.

Outra coisa que eu tive que gastar foi com a minha Driver Licence. Eu não precisei tirar no primeiro ano, porque o estado de Washington não obriga, mas naã me safei no segundo ano. A PID (carteira de motorista internacional) só vale por um ano aqui. Fiz a prova teórica e prática no último áabado e passei nas duas. YAY! É estranho como eu fiquei ~nervosa~ mesmo dirigindo há 6 anos, mas whatever.

Bom, acho que esses foram os meus maiores gastos pra poder estender o programa e resolvi falar disso porque nunca tinha visto ninguém falar antes e é sempre bom avisar.

Se tiverem alguma sugestão ou dúvida a fazerem, escrevam nos comentários.

Um beijo e até o próximo dia 21!

Bárbara Albuquerque

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21 fevereiro 2016

Sobre como eu quase tive que ir embora

Oi pessoal, como vocês estão? Espero que estejam bem!

No post de hoje vou contar como está sendo minha saga pra ficar nos EUA.

Em abril de 2016 vou completar 1 ano de intercâmbio e decidi extender por mais 6 meses, YAY! Estenderia tranquilamente por mais 1 ano, mas eu tenho planos no Brasil que nao podem esperar. That's okay, I'm fine!

Estava eu, inocentemente cursando minhas lindas aulas semanais de espanhol que acabam em março e recebo um email da Cultural Care dia 29 de janeiro exigindo que eu submetesse meus créditos até o dia 19 de fevereiro. Mas como assim se eu termino meus dois últimos créditos no final de março? Até aí achei que daria um jeito... 

Fonte: Google Imagens

Liguei na universidade e eles só podem fornecer qualquer tipo de documento (leia-se certificado) quando o curso está inteiramente cursado. Aí você pode se perguntar: mas não da nem pra escreverem uma declaração dizendo que até aquele dia você cursou X horas? Hmmmmm... NÃO!

Na minha cabeça ainda estava tudo sob controle. Liguei na agência e conversei com a coordenadora de extensão. Ela foi uma vaca comigo e disse que se eu não submetesse os créditos eu ia ser mandada embora pra casa. Ela poderia ter fingido que se importava com o sofrimento alheio. Mas se você não tem dinheiro ou tempo pra cursar 24 horas/aulas ou 2 créditos em 3 semanas, esse é o fim da linha pra você. 

Bom, tentei não surtar, o que foi praticamente impossível e antes de falar com minha host family decidi ligar pra minha LCC. Ela conseguiu negociar com a Cultural Care mais 6 dias de prazo. Parece pouco mas me ajudou, e como! Um beijo pra todas as LCCs que ajudam as au pairs <3 

Expliquei pra minha host mom e mandei a real dizendo que eu não tinha como pagar os cursos e que eu não queria voltar pra casa. Tenho tantos planos ainda pra esse tempo que me resta aqui, que só a ideia de voltar pra casa antes da hora drives me crazy.

Minha LCC e minha host family disseram que a gente ia dar um jeito e que não era pra eu me preocupar.

Fonte: Google Imagens

Me matriculei em 6 cursos em 3 universidades diferentes pra conseguir os 2 créditos. 

Eu que sempre fui super por dentro de todas as regras do programa me ferrei gostoso. Isso que eu nem demorei tanto pra começar a estudar. O problema foi que eu cheguei no meio de um quarter e so comecei a estudar não no próximo, mas no outro. 

Por isso, se você não quer passar pelo o que eu passei, lá vai algumas dicas:

- assim que chegar nos EUA, pense quais cursos você vai querer fazer e comece a estudar o quanto antes;
- não se esqueça que você precisa submeter os 6 créditos ou 72 horas antes do início do 11º mês, se for extender;
- e lembre-se que aqui não existe jeitinho e nem vem aqui, vamos conversar. Ou é ou não é.


Fonte: Google Imagens

Sabe qual o lado positivo disso tudo? Vou usar os créditos das minhas aulas de espanhol pro 2º ano e vai ficar faltando menos de 1 crédito pra eu estar totalmente done com isso. Easy, easy.

Se tiverem alguma dúvida ou sugestão a fazerem, escrevam nos comentários.

E se quiserem acompanhar meu dia a dia, me adicionem no Snapchat e no Insta: albuquerque_ba :)

Um beijo e até o próximo dia 21!

Bárbara Albuquerque




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