quinta-feira, agosto 25, 2016









Vou contar uma coisa: eu viajo! Em todos os sentidos literais, figurados e sarcásticos que essa palavra possa ter. Se for pra inventar história eu invento, se for pra cantar música eu canto, se for pra continuar história sem pé nem cabeça eu também continuo, e se for pra entrar num avião eu também vou!

E nem sempre a viagem precisa ser minha pra eu viajar. Adoro compartilhamentos! Se tu quiser me contar sobre tua viagem pra Bangkok, pode vir. Vou morrer de inveja, mas vou adorar ver cada foto.  Me conte sobre Santos também. Adoraria conhecer Santos sob a tua visão. ;D

Então que várias pessoinhas já vieram falar comigo me pedindo dicas sobre lugares pra visitar na Europa, uma delas inclusive, me pedindo dicas pra viajar com criança! Rsrs Se jogue na Disney então! Uma horinha de Paris apenas. Não aceite tudo o que o hotel te empurrar, trens são mais baratos e geralmente mais flexíveis que transfers. Mas se quiser ir de transfer, vá de transfer. Antes de qualquer coisa, a viagem é tua, não minha. Quando é minha eu faço do meu jeito.

E por esse dias aí eu pensei em “Au Pairiar” de novo.. Mas mudo de ideia frequentemente porque depois que eu cuidei de três guris na Alemanha, acho que meu nível de paciência ficou negativo pra crianças..

Mas aí eu resolvi pesquisar, caso eu quisesse outra vez, agora, porém, com 27 anos, ir pra outro lugar.

Então, vamos lá pra ser Au Pair depois dos vinte e sete!

E se eu quisesse ir pra Espanha?
Na Espanha eu posso ser Au Pair até os trinta anos! Idade mínima é de 17, e máxima de 30.
O visto é de au pair e estudante. Para ser Au Pair tem que comprovar matrícula em alguma escola ou universidade pela duração do programa de Au Pair.
Teoricamente, o trabalho não pode exceder cinco horas por dia.
O programa é de um ano e pode ser estendido por mais um (Alemanha não pode =[)
Paga-se para Au Pair cerca de 70 euros por semana.
Informações no site da Embaixada da Espanha.

 Barcelona. Foto do Google.

E pra Austrália?
Pelo o que vi a Austrália não tem um programa chamado “Au Pair”, mas pode-se trabalhar como com um visto de trabalho durante as férias. Esse tipo de visto é pra pessoas de 18 até 30 anos, e tem a duração de 12 meses, não estendíveis.
O trabalho autorizado é de 30 a 40 horas por semana. Com visto de estudante, a carga horária é de 20 horas/semana.
Geralmente tem-se dois dias livres na semana, e o que se recebe varia entre 150 e 250 dólares australianos por semana, MAS depende da família.
Não é obrigatório que se faça um curso de idiomas enquanto estiver lá, mas dependendo do visto é obrigatório que o inglês seja fluente.

Sydney. Foto do Google.


Canadá também me aceitaria ainda!
Pra lá a idade mínima é de 18 e a máxima é de 30 anos.
O que se recebe lá não o mesmo pro país inteiro, varia conforme o território, mas a média é de 200 dólares canadenses por semana.
A carga horária é de 25-35 horas por semana, com um ou dois dias livres e ao menos um final de semana livre no mês.
Curso de idiomas não é obrigatório, mas se a/o Au Pair quiser é ela/e quem paga.
Duração de 12 a 24 meses.

Vancouver. Foto do Google.


Nesses três países a recomendação é que a/o Au Pair tenha um quarto separado e tenha as 3 refeições diárias. É o/a Au Pair quem paga a passagem de ida e volta e os custos com passaporte/visto. As tarefas são voltadas para as crianças.
Fiz um resumo bem resumido, sem a burocracia de requerimento do visto (nessa parte, além de outros documentos, o Canadá exige de ficha de antecedentes criminais, a Espanha quer uma carta de aceitação da escola onde a/o Au Pair estudará e a Australia quer saber se tu tem 5000 dólares australianos pra se manter por lá).

Agora é só escolher e se mandar \o/
Como diz o gato da Alice no Pais das Maravilhas “pra quem não sabe onde quer chegar, qualquer caminho serve”. Ou como eu digo “todo lugar é caminho pra algum lugar” ;D
Bom resto de agosto!

Ainda dá tempo pra ser Au Pair?

terça-feira, agosto 23, 2016

INHAEEEEE gente dia 23 e Flávia aqui com vocês!! Primeiramente essas duas semanas de ontem até 5 de setembro vai ser punk com 4 Kids em casa 10 horas por dia!! Mas eu terei uma recompensa: uma semana de férias remuneradas (que eu estarei viajando quando for o dia do blog) então vamos ao que interessa! 
Eu não sei se por esse clima de jogos olímpicos ou por loucas coincidências mas nesse mês de agosto eu passei por duas situações digamos estranhas nessa vida de AuPair vivendo nos EUA! 
Para quem não sabe (todo mundo) eu sou louca/maluca/alucinada por Paul McCartney e tem uns 5 meses que eu soube que ele iria fazer show aqui dia 7/8 e lógico que eu iria ver o meu benzinho custe o que custar... Bem bla bla bla de ingresso, cheguei lá e tudo! Gente quando o show começou que eu vi TODO MUNDO SENTADO TIRANDO FOTO E NEM BATENDO PALMINHA...
Meu mundo caiu! Eu fui com um "amigo" gringo e pelo menos ele também achou tudo aquilo uma Palha assada! Eu fiquei chocada! Eu gritava para as pessoas se levantarem e nada nadinha! Tudo bem que eu gritava em português mas mesmo assim... Então eu disse algo para esse amigo: EU DUVIDO QUE ISSO ACONTECERIA NO BRASIL! 
Ele duvidou na hora! Mas eu mantive minha opinião já que eu parecia a louça do pão, me jogando, pulando e chorando feito louca! Acho que menos de uma semana depois esse mesmo amigo viu pela TV uma partida de tênis pelas olimpíadas e ficou chocado com a animação da galera! Então eu pude provar que no esporte animação é sempre ouro para o Brasil! 
É o outro evento foi domingo agora, eu mas 2 amigas fomos para o treino dos NY Jets e eu nuca vi um povo que nem batia palma! Senti saudade daquele povo que leva tambor e corneta pros estádios! Nós gritavamos vai Neymar pra ver se animava a coisa mas nada... Saímos tão desanimadas quanto o público lá! 
Não sei se o post desse mês é muito relevante com o programa mas se eu sempre (mania de educadora) de procurar uma moral da história aqui vai: às vezes devido as coisas que acontecem no nosso país pensamos que os gringos são melhores em tudo (devo admitir que eu me pego pensando assim depois de meia hora vendo as notícias do Br no FB) nós também temos nossas qualidades que os gringos admiram!! Assim como indivíduos que as vezes pensamos que não temos nada a oferecer temos algo que justamente a outra pessoa não tem! Pensem nisso e até mês que vem! 
Onde eu estarei em algum lugar entre a Carolina do Norte e Orlando!! 

Segue a imagem de uma brazuca maluca no show do seu amado Paul McCartney!! 

Os americanos e a apatia...

domingo, agosto 21, 2016

Oi pessoal, como vocês estão? Espero que estejam bem!

No post de hoje eu vou contar pra vocês como os americanos vivem o esporte. 

Moro no estado de Washington, na Costa Oeste dos Estados Unidos e aqui, diferentemente do Brasil, o esporte nacional não é o futebol. Aliás que futebol e Estados Unidos não é uma boa combinação. Nem levar time de futebol pras olimpíadas eles levaram, mas enfim. 

Temos aqui em Washington três esportes que se destacam: futebol, baseball e futebol americano. Os times são respectivamente Sounders FC, Mariners e Seahawks. 

Eu tive o privilégio de poder ir assistir no estádio jogos dos três times. Temos dois estádios aqui em Seattle, o Century Link Field e o Safeco Field. O Century Link é usado para futebol e futebol americano e o Safeco pro baseball. 

O que eu percebi aqui é que muitas pessoas vão aos estádios pra hang out com família e amigos. É como se fosse um evento social. Meus hosts parents, por exemplo, quando fazem date night, vão pro estádio assistir jogo do Mariners.

O que eu acho bem legal é que as torcidas sentam juntas e todo mundo se respeita. Não precisam ser separadas para não se matarem. 

Famílias inteiras assistem aos jogos, o ambiente é saudável para todas as idades. 

Nossos times não são os melhores, mas mesmo assim levam multidões por onde passam e são muito queridos por todos. A competição não se dá DENTRO do Estado, como entre Corinthians e Palmeiras, mas ENTRE Estados como Corinthians e Flamengo, por exemplo. 

Gostaria de dividir algumas fotos com vocês:

Jogo do Sounders


Jogo do Mariners


Seahawks Preseason Game

Se tiverem alguma dúvida ou sugestão, escrevam nos comentários e Go Hawks!

Beijos e até o próximo dia 21. 

Bárbara Albuquerque

Esporte nos Estados Unidos

sexta-feira, agosto 19, 2016

Eis a questão! 

Quando eu era adolescente, meus pais decidiram que a ter mais um filho, minha prima tinha acaba-se de nascer, depois mais primos vieram, ou seja... Desde que me tornei mais responsável por mim, ajudei a tomar conta das crianças menores. 
Um certo dia, quando eu descobri o programa de Au Pair, não tive dúvidas, pois a minha bagagem familiar era grande e com certeza eu tiraria de letra essa experiência. Mas por exigência da agência, fui cuidar de não familiares, e sempre gostei do que estava fazendo.
Depois veio o Au Pair, host family 1, host family 2 e o fim... No começo, sentia falta da bebê que eu cuidava com todas as gracinhas, a de 2 anos também, pois estava naquela fase de aprendizado intenso e cada dia era uma coisa nova pra me entreter.
Casei! E casei com um americano. E aos poucos fui perdendo todo esse contato diário com crianças que vivi por anos e anos. Convivendo só com adultos, fui me acostumando com o silêncio é a tranquilidade de uma casa sem crianças. Sim, pode se tornar entediante às vezes, porém é fácil achar algo pra se ocupar logo e esquecer do silêncio ou o incorporar na atividade a qual estou realizando.
E depois de quase dois anos de casamento, me peguei pensando que ser mãe pra mim, de uma certeza  virou uma questão



Não sei mais se que o passar por esse desafio. Ser Au Pair foi uma grande amostra pra mim. Ah, mas tem uma pequena diferença entre ser mãe e Au Pair : ser mãe, ninguém vai falar a frase mágica: You are off!
Nós, enquanto nessa experiênciade, presenciamos e vivemos todas as alegrias e tristezas desse mundo materno/paterno, sabemos o que esperar, a caixinha de surpresas que pode ser, emfim, É um treinamento intensivo para aquelas que sobrevivem e ainda cultivam a vontade de ser mãe/pai. 
Decidir ser um "parent" depois dessa experiência, é uma decisão de coragem e hoje em dia eu entendo cada ex Au Pair, Babá ou professor que optam por não ter filhos, pois não é fácil ter que administrar uma pessoinha que vai ser dependente de ti por muitos anos à frente. 
Eu tento ver os lados bons e mudar a minha idéia, porém neste momento eu digo: eu não quero ser mãe depois de ter sido Au Pair!
E você? Continua com a mesma opinião de antes? 

Até o mês que vem!


Desejo de ser mãe depois de ser Au Pair?

quinta-feira, agosto 18, 2016


Quando a gente decide juntar nossas coisinhas e sair de casa pra cair no mundo é fácil encontrar mil razões pra ir. E outras dez mil pra ficar, claro.

A Maricota quis ir pra melhorar o inglês dela e achar um emprego melhor quando voltasse. Ou pelo menos foi o que ela disse pra família e pro namorado pra não ter que explicar que ela simplismente queria ir, precisava ir... Porque ela queria ir e ver o mundo. Ela queria se ver no mundo. Ela precisava descobrir quem era ela, sem o mundo dela.

Maricota sabia que estar sozinha em um lugar novo seria um desafio mas imaginava que também seria libertador. Ela poderia ser quem ela quisesse. Quem ela tinha sido ou o que ela tinha feito até então não importava mais, porque ninguém precisava saber de nada se ela não quisesse.

Arrumou as malas e guardou tudo que sobrou no canto do guarda roupa. Se questionou se veria aquelas coisas de novo em dois meses, um ano ou uma década. Escreveu uma carta pra mãe, fez despedidas com os amigos e chorou de saudade de tudo e todos antes mesmo de embarcar. Maricota sabia o quão sortuda era por tudo que tinha. O que fazia tudo ser ainda mais assustador. E se quando voltasse seu tudo tivesse se tornado nada? E se tivesse abandonado tudo por nada?
Mas continuava sem saber explicar porque esse tudo ainda não era suficiente. Então ela foi.

Ela chegou e descobriu como era se sentir maravilhada e aterrorizada ao mesmo tempo. Maricota se sentiu completa absorvendo toda a beleza da Catedral de Notre Dame e ficou totalmente deslumbrada pelas luzes da Times Square. Conheceu gente da Alemanha, da Espanha, da Itália, da China e da Austrália. O mundo era de fato incrível e as possibilidades infinitas.
Ela tentava não pensar nos perrengues do dia-a-dia e em como era difícil lidar com eles sozinha. Ela aprendeu a apreciar o silência e a gostar da própria compania.
Mas o Natal chegou e as passagens eram muito caras. O aniversário da irmã passou e ela cantou parabéns pelo Skype. Viu no instagram que um amigo casou.
Ela não estava lá. Porque estava aqui e ali. E enquanto contemplava toda a magnitude do Coliseu Maricota sentiu seu coração se quebrando em mil pedacinhos.

Maricota não conseguia entender como era possível se sentir assim, tão confusa. Parte dela era tão curiosa e aventureira. Ávida pelo próximo desafio. Amava viajar e explorar o mundo. Queria conhecer pessoas de diferentes culturas e experienciar tudo. Sentia que nunca teria tempo suficiente pra ver e viver tudo que precisava!
A outra parte estava cansada de se apresentar constantemente. Ela só queria alguém que a conhecesse na sua totalidade e pra quem ela pudesse dizer "lembra quando...?". Essa parte queria almoçar com a família no domingo e ouvir as histórias da vó de quem ela tinha tanta saudade. Queria não ter que se preocupar e planejar tanto pra se sentir segura.
Essa parte ansiava voltar pra casa. Mas onde era sua casa agora? Ela já não sabia se seu tudo ainda esperava por ela. E se tudo tivesse mudado? Ela tinha mudado.

A idéia de voltar era tão assustadora quanto ficar. Por um segundo Maricota desejou nunca ter saído de casa. Mas só por um segundo.
Aos poucos ela foi entendendo que quando ela escolheu ir, ela escolheu um caminho sem volta. Parte dela sempre terá saudade. Saudade do que é familiar, seguro e acolhedor. Ou saudade das aventuras que ela ainda não viveu e das pessoas que ela ainda não conheceu. 
Maricota era uma dessas pessoas que precisa ir. E vir. Se ela não fosse, nunca seria feliz por ficar. 

Mais uma vez Maricota arrumou as malas. E então ela foi.

Maricota precisava ir.

quarta-feira, agosto 17, 2016

Oii, primeiro post que faço de terras nórdicas e já posso dizer que estou amando aqui, já estou bem adaptada com a família e com a rotina, mas o meu maior impasse sem dúvidas é a língua. A língua Finlandesa é muito difícil e prevejo muita “aventura” aqui por conta disso. Como era de se esperar as minhas kids só falam finlandês e pra piorar a situação minhas aulas de finlandês só começam em setembro.



No inicio eu não entendia nadinha do que eles falavam, então ou eu ignorava ou eu ria (se eles estivessem rindo). Depois de um mês de convivência e talvez umas dez palavras aprendidas, eu aprendi a interpretar o que eles estão querendo, através do som das palavras, do que está acontecendo no momento, da expressão no rosto deles e claro muita mímica envolvida. O que posso dizer??? As crianças estão sobrevivendo, e o meu maior impasse é não conseguir argumentar com eles, é só sim ou não.

Para vocês entenderem um pouco o que é a lingua, ontem o mais velho me perguntou que horas o avô dele iria chegar, faltavam 45 minutos e eu coloquei no Google Translate “quarenta e cinco minutos” e traduziu para “neljäkymmentäviisi minuuttia” Eu sei, eu sei, mas não tinha muita coisa que eu poderia fazer naquele momento. E além disso, quando eu tento falar alguma coisa que eu traduzi pelo translator eles geralmente não entendem e dão muita risada.

Enfim, estou me divertindo muito com esses impasses, e por enquanto não tive muitos problemas por conta da língua. Volto no mês que vem com mais novidades.




Beijos, Paula!

E quando as crianças não falam sua língua?

segunda-feira, agosto 15, 2016

Oi, gente tudo bom?

Hoje meu post tá atrasado de novo, como vcs perceberam.

Bom, queria dizer que hoje será meu último post aqui no blog. Depois de dois anos e meio de dedicação, tá na hora de passar a vez. Eu adoro escrever aqui e sempre adorei os comentários que recebi, mas acontece que a vida tá ficando difícil e acho que cada  dia desse blog merece ser preenchido por alguém que ainda se dedique ao mundo aupariano.

Antes de ir, contudo, quero informar vcs dos meus próximos passos e fazer uma lista das 10 coisas mais importantes que eu aprendi durante meu intercâmbio.

Bom, em 5 meses eu voltarei para a Suíça, eu e meu noivo vamos nos casar e estou procurando emprego de babá em Zurique ( caso alguém saiba, dá um toque hehe), ficarei lá pelos próximos 5 anos, eu acho, e depois disso, deixo a vida me levar. Irei começar meu mestrado em Education Science logo logo ( assim que pegar fluência no alemão- não tão logo, então hehe) e pretendo continuar trabalhando na área de educação infantil. Se vcs tiverem qualquer dúvida sobre vida na Suíça ou precisarem de qualquer informação, pode pedir. Já deixei meu e-mail aqui 300000000 vezes, mas vamos lá: luanapizzipucc@gmail.com

Bom, mas vamos à minha lista:

1. Seja realista: vc precisa ir com a cabeça aberta e os pés no chão! O intercâmbio de aupair não é fácil e vc trabalhará, possivelmente, mais horas do que está no seu contrato.

2. Não bata de frente o tempo todo, sua HF não é sua familía aqui do BRASIL! Eles não vão e não devem suportar suas birras. Converse sempre, como um adulto e tente resolver as situações sem brigar.

3. Experimente tudo que vc tem vontade! Não importa onde vc tenha ido! Coma e beba e faça tudo o que vc tem direito, esse intercâmbio vai passar voando e no Brasil a fartura acaba.

4. Viaje: aproveita o fds e vai viajar, nem que seja pro centro da cidade, sempre tem um pouco pra explorar, vc vai morrer de saudades.

5. Tenha chave no seu quarto e banheiro! Vc precisa de uma folga das crianças, não importa o quanto você as ama.

6. Ame, principalmente as kids. Não importa se sua HF é ruim, se eles te exploram, normalmente as kids não têm culpa, e, pelo contrário, fazem tudo o que fazem para chamar sua atenção e ter o seu carinho

7. Se preocupe com deixar um pedacinho de vc. Ensine musiquinhas brasileiras, algumas gírias, passinhos de dança, culinária, qualquer coisa que te faça eterno naquele lugar.

8. Leve um pouco deles. Aprenda o máximo que puder, aprenda a cozinhar, cantar e dançar, assim o intercâmbio será eterno pra vc!

9. Aprenda a língua. Esse é um ato de respeito pela cultura do país em que vc está hospedada! Não precisa ser numa escola, mas peça ajuda e tente se comunicar na língua do seu país!

10. DIVIRTA-SE e permita-se! Tem coisas que só acontecem uma vez na vida!

Gente, desejo toda a sorte do mundo para vcs, paciência pra quem está no processo e força pra quem tá no intercâmbio! Esse momento vale a pena, apesar de todas as lágrimas!

Beijinhossssss! <3

Hora de dar tchau

domingo, agosto 14, 2016


Olá pessoal tudo bem?

Chegou o grande dia, o dia de viajar com a host family.  O que esperar, o que fazer, como se comportar? Isso que quero esclarecer aqui com vocês. Eu já tive o prazer e o desprazer de viajar com as minhas host families pra muitos lugares e com isso tenho muita bagagem de experiência.
    De começo, eu sempre acho válido você ir na viagem se você não conhece o lugar para o qual a família esta indo. É uma oportunidade única da qual você talvez nunca mais volte a ter. E mesma que tenha eu não jogaria fora. Normalmente, e por dever, ele teriam de pagar o seu transporte e acomodação durante a viagem. Fora a comida durante o trabalho, mas alguns patrões sem noção não fazem. Os meus são bonzinhos e sempre fizeram.
    Agora, viajar com a família não quer dizer curtição o tempo todo. Ao contrario, quer dizer trabalho em dobro! Você saíra completamente fora da rotina e terá de fazer muito mais coisas que antes em um lugar que não esta acostumado. Trabalhará muito mais horas e por ser au pair acabará não ganhando extra. Mas como tem hosts bons, sempre tem uns que dão umas graninha a mais, uns dias off a mais, um presentinho, etc.
   Outra coisa ruim é que nem todo mundo leva suas babas e au pairs nas viagens, então você poderá acabar cuidando de outras crianças durante a viagem de graça. Eu fazia isso direto e ficava puta!!! Minha ex host tem a casa de ferias na florida e quando íamos ela convidava os amigos com as kids pra passar o dia, e claro que ninguém levava a baba. Sobrava tudo pra mim, olhar ate 13 kids tudo junto. Odiava demais mas não falava muito porque depois ela me recompensava com o fim de semana off em miami e uma graninha extra. Mas esse povo abusa, então se preparem.
    O lado bom das viagem são os lugares que voce vai conhecer sem gastar nada. Eu já fui pra Disney, pra California, e até pro Caribe, tudo com a host family. Mesmo com muito trabalho e o stress, valeu super a pena todas as viagens que eu já fiz com eles. Além de aproveitar os lugares, fazer os passeios com as kids e aproveitar com a família você também pode comer nos melhores restaurantes com eles, etc.
    Mas se você ver que for furada, que eles querem te cobrar transporte, hospedagem, comida etc. E que não te incluem nas coisas como família, e te tratam como estranho, pule fora. Viagem com a host family é pra ser algo gostoso e divertido, por mais que seja trabalho. Você deverá se sentir querida e bem recebida seja onde for.
    Qualquer outra duvida podem deixar nos comentários. Obrigada pelas visitas.

Super beijos,


Camila

Viajando com a host family.

sexta-feira, agosto 12, 2016

Oiiii, meninos e meninas,

Finalmente, chegou o mês do meu embarque!!!! uhuullll


E para você, que assim como eu, está preocupadíssima com as roupas/coisas que quer levar, aqui vai um post para se inspirar =)

Vale olhar as dicas do post “O que não levar para o ano de au pair Cah Fernandes” (11/06/2016)

Acho que cada um tem um jeito, um estilo, e principalmente uma cabeça, mas vai que alguém se identifica!

Da outra vez que fui Au Pair, mal me preocupei com o que levar, na verdade levei uma mala vazia e outra cheia de coisas que acabei não precisando tanto.

Isso porque, tinha duas visões:
I)                    Aqui no Brasil era verão escaldante, e eu pensei “ah to indo para Califórnia, porque levar lã?” Ah meus 19 aninhos
II)                  “Vou comprar tudo que puder”

Realmente, comprei tudo que pude, e mais um pouco, acabei voltando para o Brasil com 11 caixas e duas malas cheias!!!


Foi muito legal, muito divertido, tirando o fato que até eu receber meu salário e comprar meus casacos lindos, eu fiquei emprestando casacos de bons samaritanos e da fofa da minha host!!
Eu realmente tenho um problema de pensar no frio quando estou com calor e vice versa. Isso até hoje.

O fato é que dessa vez eu vou preparada. Vou com duas malas cheias, cada uma com 32kg, e uma mala de mão.
Não quero gastar um centavo com roupas, tranqueiras, sapatos, etc lá. Até porque, para quem não sabe, o salario de Au Pair na Holanda é de chorar (340e)

Acho que essa ideia veio, também, porque hoje eu penso muito mais em aproveitar meu tempo e dinheiro com viagens e experiências, e, definitivamente, não com roupas que eu vou perder durante a vida.

**Entendam bem, se você estiver indo pros EUA, você vai ter dinheiro o suficiente para se acabar em outlets, o que não é o caso das meninas que estão indo pra Europa.

Então meninas, segue uma ideia das roupas, acessórios e outros, que eu estou levando pra Holanda!

Roupas
Outros
Jeans
Underwear
Legging
Cachecol
Blusinhas (manga curta e longa - trabalhar)
Lenços
Blusinhas (manga curta e longa - sair)
Luvas
Camisas
Tops
Vestidos
Meia Calça
Shorts
Mochila
Saias
Sapatos
Malha de lã
Tênis
Roupa Social (1)
Bota
Vestido de Festa (1)
Chinelo
Pijamas
Sandália
Casacos
Sapatilhas


Espero que sirva de ajuda para alguém, ou que pelo menos dê uma base.


Muuuuitos beijos,
Desejem-me sorte,
Li Arbex


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Email: arbex@outlook.com.br

Com que roupa eu vou...