domingo, setembro 25, 2016






Já parou pra pensar na quantidade de presentes, ou lembrancinhas, que distribuímos? Minha mãe me ensinou a mostrar carinho para pessoas que gosto. Se visito a casa de alguém pela primeira vez, levo presente. Se alguém me convida para um aniversário, levo presente. Se alguém me ajudou com algo e eu quero agradecer além do “obrigada”, levo presente também!

Uma situação que eu não havia completamente digerido ainda, antes de embarcar para Alemanha para o programa de Au Pair, era que minha família seriam cinco pessoas com costumes parecidos aos meus, ou seja, comemorava-se natal, páscoa e aniversários.

Umas semanas antes do meu embarque, quando já estava tudo certo e só faltava chegar o dia para eu entrar no avião e ir, minha futura mãe postiça me mandou um e-mail pedindo se eu poderia levar-lhes algumas coisinhas do Brasil que eles gostavam, dentre elas: guaraná em pó para fazer suco, havaianas (para os cinco), uma cuia (de chimarrão), erva mate e polvilho (para fazer pão de queijo).

Não neguei nada à eles, e dei um jeitinho de levar tudo na mala.

Eu já gostava deles antes mesmo de chegar, e um dos meus passatempos favoritos é ser recebida em aeroportos (ou rodoviárias) e lá fui recebida pela mãe e duas das três crianças. Por isso que quando distribuí os “presentes” a alegria deles foi maravilhosa de sentir!

Logo na primeira semana, já perguntei dos aniversários de todos e deixei anotado para eu não esquecer.

Então, apesar de eu gostar de dar presentes sou péssima para escolhê-los haha Então que nos aniversários todos ganharam chocolate. Como eu conhecia melhor a menor das três crianças, ela ganhou um cd de histórias para ouvir antes de dormir.

No meu aniversário eu também ganhei presente – um Dirndl - e um churrasco à moda alemã! Foi lindo, e eu não esperava nada do que aconteceu.
(Dirndl é um traje típico alemão e pretendo escreve sobre ele outra hora ;D)

Para o natal então eu pedi ideias para minha mãe (mães sempre sabem das coisas, não?) e ela disse que me mandaria camisetas do Brasil para os guris. Então de natal as crianças ganharam cada uma uma camiseta da seleção brasileira de futebol e uma faixa de cabelo também do Brasil, e para os pais eu não lembro o que dei.

Deles eu ganhei um livro de receitas da Bavária!!Na hora eu achei meio estranho, mas foi o melhor presente que poderiam ter me dado como lembrança daquele ano utópico. Na dedicatória, todos assinaram indicando os pratos favoritos das receitas que estavam no livro. As crianças me deram chocolate, o irmão da mãe postiça me deu um cachecol bem lindinho e da avó – mãe do pai – eu ganhei vários tipos de chocolate e um livro de pensamentos.

 O livro se chama "Bayerisches Kochbuch" - Livro de receitas da Bavária

Achei tudo lindo, pois eu não estava esperando nada, para não me decepcionar com o que aconteceria. E eles conseguiram me surpreender e encantar \o/

Dia das Mães e Dia dos Pais também encontrei uma lembrancinha para cada um.

Minha última data comemorativa com a família foi a Páscoa. Eu montei pacotinhos de chocolate para todos e escondi pelo quintal. Nesse dia meu pai postiço estava com um dos pés machucados e não podia andar, mas quando eu disse que havia escondido o dele também ele se levantou e foi procurar (comigo do lado dando umas dicas diretas de onde estava rsrs).


Como achei as etiquetas muito caras no mercado, decidi eu mesma fazê-las ;D



Ainda sobre lembranças, às vezes de viagens que eu fazia eu trazia um copinho de schnapps ou um imã de geladeira para eles também.

E antes de voltar para o Brasil, fiz um porta retrato com uma foto nossa que eu acho linda e dei para eles.

Como era bastante gente eu buscava coisinhas baratinhas, para não me comprometer muito financeiramente. Para a Páscoa eu vi um coelho de chocolate LIINDO no mercado que se eu pudesse, e não fosse chegar triturado no Brasil, eu levaria para a minha mãe. Queria dá-lo para a minha mãe postiça, mas custava para lá de 30 euros... rsrs Acabei comprando um menorzinho..

E você aí, conte pra gente como fazia!!
Bom resto de setembro!
Até a próxima!
o/

Sobre presentes

sexta-feira, setembro 23, 2016

Oi pessoas! Dia 23 aqui! E com isso chega Flávia comemorando seu 1 ano e 6 meses de programa! Só faltam mais 6 meses pra o meu programa acabar! E sim o pânico está batendo na porta e água na bunda! HAHAHAHA! Vim aqui para falar sobre algo que muita gente não gosta: Quando as coisas dão errado! 
Essa semana tive uma semana de férias de presente dadas pela minha host family! Então decidi vir para a Carolina do Norte realizar um sonho de conhecer a cidade do meu seriado favorito! One Tree Hill! Pois bem ontem meu sonho virou um pesadelo! Tive problemas com o carro e fui parada pela polícia! Long History short: vou ter que voltar aqui para vir para Court em dezembro! No mês de dezembro posto aqui tudo o que aconteceu! Pois nem eu sei o que me espera! Chorei muito mas graças a Deus estou viva e bem! E ainda está rolando o maior protesto em Charlotte! Eu não sei muito bem o que está rolando mas amém que estou indo embora daqui hoje! É mesmo os trancos e barrancos eu realizei meu sonho de 13 anos atrás! É pessoas merda acontece! Mas Graças a Deus eu tenho uma família linda no Brasil que me apoia! Uma família aqui nos EUA que me respeita e amigos maravilhosos que não merecem essa pessoa aqui que vos escrevem comendo o juízo deles! Mas que eu amo de paixão! Estou com medo mas vai ver nem ser nada tão sério! E vida que segue! 
Ps: hoje é o aniversário da irmã mais linda que eu tenho! (A única kkkkk) e mais um ano longe dela! É gente não é fácil! Mas ser amado não tem fronteiras! Amem amem muito!! Não importa o país, o idioma nada! Amem e sonhem! E lutem pra realizar o sonho de vocês!! E se preparem porque merda acontece! Mas coisas boas também!! 

Eu na ponte do seriado da minha vida! Não tem palavras que expressem a emoção que foi esse momento! 

Sh*t happens e como happens

quarta-feira, setembro 21, 2016

Oi pessoal, como vocês estão? Espero que estejam bem!

No post de hoje vou contar minha experiência (que é mais uma expectativa) de como vai ser a chegada da próxima au pair. 


Nada melhor que começar esse post dizendo que nunca, nunquinha mesmo eu pensei que algo aqui fosse meu. A host family não é minha família (apesar de termos uma relação excelente), os host kids não são meus filhos (apesar de educá-los as vezes mais que os próprios pais), o quarto a casa nada é meu também. 

Bom sabendo disso desde sempre, eu ainda me pego na sofrência em ter que ceder "meu quarto" pra au pair nova antes do meu ano acabar, já que vamos ter uma semana juntas aqui na casa. 

Eu ajudei a entrevistar a menina, participei no processo de escolha e tudo mais, mas ainda assim não consigo ter nenhum tipo de sentimento por ela. 

Pra mim ela é a pessoa que vai me substituir e cuidar das "minhas crianças" e morar na "minha casa" e com a "minha família". 

Você pode achar que é drama, e até talvez seja, mas você só vai saber se já passou por isso ou se um dia passar. 

As vezes me pego pensando: e o português que eu ensinei pras crias? Já era. Agora vai virar espanhol e pronto. Isso sem falar nas crianças que são extremamente apegadas a mim. As vezes acho que esse programa é meio injusto com as crianças. Você tem no mínimo 1 e no máximo 2 anos com determinada pessoa, se acostuma, entra no ritmo, se apega, aprende a amar e logo já é hora de conhecer sua próxima au pair. 

Eu sei que todo ciclo tem início, meio e fim, mas ainda assim é difícil aceitar. 

Mas eu espero que a próxima au pair seja um bom match pra "minha host family" e que tudo seja tão bom pra ela quanto foi pra mim. 

No mais, terei três dias pra passar 1 ano e meio de erros e acertos pra ela. Vamos ver como será. 

Um ciclo que se inicia pra ela e um que se encerra pra mim. That's life. 

Se tiverem alguma dúvida ou sugestão escrevam nos comentários. 

Beijos e até o próximo dia 21. 

Bárbara Albuquerque

That's Life!

sábado, setembro 17, 2016

Oi pessoal, hoje o post será sobre as escolas finlândesas. A educação da Finlândia é considerada a melhor do mundo e eu já li vários artigos sobre como funcionam as escolas e muita coisa me impressionou.
Mas vou tentar manter o post somente com o que eu presenciei ou com o que a minha hostmom me contou, pois ela é professora e eu fui passar um dia no trabalho dela. Antes vou introduzir com algumas curiosidades que ela me contou e depois contar em ordem como foi minha visita lá.
O governo finlandês disponibiliza educação de qualidade e gratuita para todas as crianças e a partir dos seis anos (pré escola) elas são obrigadas a frequentar. As escolas precisam estar num raio de 3 km da casa que a criança mora (por isso a maioria vai sozinho de bicicleta para escola) ou se não o próprio governo disponibiliza táxi para os alunos.
Agora vou começar falando sobre meu dia na escola. Ao chegar na escola, como na maioria dos lugares na Finlândia, foi necessário tirar os sapatos. Entrei na primeira classe (5ª série), a qual minha hostmom somente leciona inglês e ela havia preparado um jogo para eles treinarem comigo. Enquanto eu respondia milhares de perguntas eu ficava observando a sala de aula, a mesma era super organizadinha e com tudo que a criança necessitava. Quarenta e cinco minutos respondendo eles quando tocou o sinal, todos se levantaram e foram para o intervalo. Sim, eu disse intervalo! Perguntei para minha host sobre e ela me explicou que eles tinham um tempo de 15 minutos a cada período e um intervalo de meia hora no meio da manhã, e obviamente sem contar o intervalo do almoço que é mais 30 minutos. Então eu pensei, quando é que eles estudam? Por que minha vida escolar não foi assim?
Fomos para sala dos professores e esperamos acabar, fomos então pra real turma dela, naquele dia ela tiveram três períodos, sendo um de gramática finlândesa e dois de educação artística, sendo assim nesses três períodos eu não participei da aula somente observei, e observando eu percebi que não era somente uma classe naquela sala, tinham duas turmas. Minha hostmom da aula ao mesmo tempo para terceira e quarta série. Fiquei me perguntando "como isso pode funcionar?" Mas funciona, melhor educação do mundo, lembra? Vim descobri depois que a mãe da minha hostmom, que também é professora, da aula pra quatro séries ao mesmo tempo, porque elas lecionam em cidades pequenas e as series normalmente são compostas por menos de 20 alunos, as vezes menos de 10.
Na aula de artes, eles passaram o primeiro período desenhando numa folha e o segundo reproduzindo esse desenho no chão com giz. Sim pessoal, eles puderam riscar a vontade no chão da escola. Sem querer julgar, mas já julgando, Brasil você precisa rever teus conceitos ao invés de me colocar pra somar frações. "Ah mas Paula, com certeza não é assim o tempo todo!" Claro que não, eles tem aula de musica, aula de educação física, aula de habilidades manuais (costura e marcenaria), aula comportamental e outras mais, e todas com o mesmo peso das matérias que pra nós são consideradas como essenciais, mais importantes ou até mesmo vitais para o ensino. Aqui não existe a matéria mais importante, todas são.
No meio desses turnos houve o almoço, o qual tinha batatas, almondegas, alface e pepino, e como bebida só há leite, nem água é permitido.

Como na Finlândia é costume e por isso muitos tomam leite em todas as refeições, eles acham essencial a criança crescer bebendo bastante leite, mas né, convenhamos, é um absurdo não deixar a criança beber água.
Meu último período na escola foi com a turma da 6ª série, que minha host também leciona inglês, foi o mesmo jogo de perguntas, nada muito novo, somente que o inglês desses alunos era muito bom, principalmente se comparar com alunos brasileiros.
Enfim, a escola finlandesa que eu conheci é muito diferente do que eu já vi no Brasil, tanto na estrutura quanto nos objetivos. Mas quero deixar bem claro que essa foi uma experiência com uma professora em uma escola na Finlândia e isso não quer dizer que todos os professores e escolas aqui são dessa forma.

Abraços,

Paula.

Escolas Finlandesas: como é a melhor educação do mundo?

sexta-feira, setembro 16, 2016





Hi there!

Hoje faz exatamente um ano que estou vivendo como aupoor em Londres e nesses 12 meses eu senti e vivi tanto! Decidi dividir alguns desses momentos com vocês.

Quando você foi embarcar e na hora de se despedir de todos não conseguia lembrar os motivos que te levaram até ali.




Quando você chegou e se lembrou de todos os motivos que te levaram até ali.




Quando você conheceu a host family e ficou naquele empasse "abraçar, acenar, dar um aperto de mão?" 




Quando você sentiu na pele o quanto é dificil conhecer uma gente jovem e descolada. (Alguém da época do chatline? haha)



Quando você achou que tinha feito uma amiga e no fim descobriu que ela era a maior falsiane.



Quando você conhece alguém legal e descobre que a pessoa vai embora em 2 semanas.



Quando você descobre os pubs e é claro, os pints...


Quando você descobre que o inverno (de verdade) pode ser cruel.




Quando você descobre o quão lindo é o outono (de verdade).


Quando você passa por acaso nos lugares que você via nos filmes e percebe o quão sortuda é por morar ali.




Quando tá tudo "dando ruim" e você tem a primeira homesick.


Quando você decide explorar toda variedade gastronomica que a city tem pra oferecer.



Quando você nota que talvez sua exploração tenha ido longe demais.


Quando as kids aprontam e você tenta ser, de fato, o adulto responsável.


Quando você perde a linha porque as kids estão wild e tirando, muito, com a sua cara.




Quando você quer contar suas sofrências pra sua mãe e o skype não para de travar.



Quando você viaja para os lugares mais incríveis.




Quando se imagina indo embora e dizendo adeus para as kids.





Quando você entende o quão grande o mundo é e como é maravilhoso viajar e ter a chance de experienciar um pouquinho dessa grandeza!





Como tem sido pra vocês? Se identificam com algum dos momentos?

See you next month :)

Bruna

1 ano em Londres!

quarta-feira, setembro 14, 2016


Olá pessoal tudo bem?
    Hoje queria conversar com vocês sobre como conciliar os estudos e a vida conturbada de au pair. Eu sei que a maioria de nós quando ver pra cá quer estudar nas melhoras universidades e fazer os melhores cursos, mas infelizmente temos de adaptar os horários e schedules das kids com os dos estudos. 
   Por isso a primeira coisa a fazer antes de fechar com a família é ver como será seu schedule. Se você for trabalhar de segunda a sexta, das 8am as 6pm, provavelmente não vá conseguir fazer nenhuma aula legal durante a semana e terá de se adaptar com o que tiver disponível no fim de semana. A melhor opção é kids que vão pra escola de manha até as 3/4pm pois assim você terá toda a manha para estudar, abrindo mais opções de cursos e horários. 
    Eu, por exemplo, sempre estudei de manha e sempre amei fazer isso. Desde que cheguei fiz inglês ESL e me formei depois de 2 anos. Dai comecei a faculdade e continuei estudando de manhã, pois sempre tem mais opções de aulas assim também. 
   Depois que você fechar com a família e quiser dar uma olhar nos cursos da sua cidade e região, você pode digitar no google universities ou o nome do curso e colocar o seu estado. Dai você achando algo perto da sua cidade você começa a olhar os cursos, preços, requisitos, e tudo mais que precisa, para já ir se programando. Eu adoro me programar haha.
   Quanto ao homework, para você não ficar sem vida social, da sempre pra dar um jeito e fazer enquanto as kids veem tv ou brincam. Acabamos nos adaptando a tudo aqui, até a fazer lição no carro esperando a kid sair da escola rsrsrs.
    Bom, se você tem interesse de fazer inglês ou um curso profissionalizante a melhor opção é ter então a semana mais livre pra poder estudar. Mas caso você só queria fazer algo pra ganhar créditos mesmo, pode ser qualquer curso de fim de semana que seja mais fácil pra você. O melhor é conversar com a sua host family desde o começo e deixar claro os seus objetivos para não rolar um desentendimento depois. 
   Qualquer dúvida deixem nos comentários. Obrigada pelas visitas. 

Super beijos,

Camila

    

Como conciliar au pair life com os estudos?

segunda-feira, setembro 12, 2016

Oiiii, meninos e meninas,
Cheguei na Holandinhaaa!! Uhullll


Estou super encantada com tudo!!!
Hoje vou contar para vocês um pouquinho das diferenças culturais que eu vivenciei até agora. Vou tentar fazer algumas comparações com os EUA também ;)

- Carros e Ruas
Para você que se acostumou com as trucks dos EUA, aqui vai ser um choque. Normalmente os carros são relativamente menores (minhas malas quase não couberam).
E as ruas, nossa que graça, todas limpas, bem cuidadas, sem buracos e pequenas!!

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- Decoração das Casas
Moveis na casa, eletrônicos e decoração em geral não são exatamente modernos, muito diferente do que nos EUA.
As casas não têm carpete, e geralmente são bem desorganizadas.

- Comidas
Ok, essa parte me chamou muito atenção, não há uma fartura de comida aqui como vemos no Brasil, eles compram no mercado o que, de fato, vão comer naquela semana. Nada de mudar de ideia no meio do caminho. “uma linguiça para cada um”.
E dizem que não tem uma comida típica holandesa. Mas posso te garantir que tudo vai muito queijo e linguiça.

- Biotipo
A cidade que eu moro é bem holandesa, isso significa que em 20 dias de Holanda, já vi mais loiros do que toda minha vida.
Inclusive aqueles loiros que você acha que não existem naturalmente, acredite, existem.



- A Língua
O Dutch é uma língua extremamente complicada e diferente, mas em geral as pessoas falam inglês.
Algumas palavras e frases são interessantes de se aprender:
Dankjewel - Obrigada
Alstublieft – de nada/aqui esta
Hallo/Hoi - Oi
Hoe gaat het? - Como você está?
Kunt u mij helpen - Pode me ajudar?

- Os preços
No geral as coisas aqui não são baratas. Dependendo das lojas, roupas até podem sair por um preço amigável. Mas comida, água, transporte publico, itens de higiene, etc. não têm um preço tão mais barato que no Brasil.

- Educação
Eles, de um modo geral, são educados, mas não são delicados. Holandeses têm uma cultura de falar exatamente o que pensam de um modo direto e sem papas na língua. O que pode ser interessante porque eles, geralmente, não guardam rancor, magoa, etc.


- As Pessoas
As Pessoas são muito bonitas aqui, tanto homem quanto mulher. Você vai se deparar com diversas nacionalidades, o que é muito legal. Mas o mais legal de tudo é que todo mundo respeita seu espaço.

- A Liberdade
Uma das coisas mais interessantes que eu achei é a liberdade de cada um aqui.
As pessoas usam shorts curtinhos para buscar crianças na escola, ou ir ao mercado, e ninguém acha estranho.
Ninguém olha quando tem uma mulher andando de saia na bike (o que acontece direto).
Ninguém acha diferente quando vê alguém com véu.
Aqui o topless é liberado em qualquer praia.
Essa liberdade é muito interessante, acho que todo mundo deveria se espelhar nela =)


Bom, espero ter dado uma base para vocês das diferenças culturais, claro que ainda têm um milhão de coisas que achei diferente aqui, mas vou contando ao longo do tempo.

O que eu posso dizer desses 20 dias de Holanda é: Vale a pena!!!!

Muuuuitos beijos,
Li Arbex


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My Dutch Life