quinta-feira, janeiro 18, 2018

E os bichinhos?

Olá gente!
Como vão?

Está errado quem pensa que au pair cuida só de kid. Boa parte das au pairs vivem com host families que têm cachorros, gatos, tartarugas, porquinhos, etc. E para algumas au pairs, o convívio e os cuidados com os bichinhos entram na rotina. 

Os afazeres em relação ao pet não é da responsabilidade da au pair, mas pelo menos para mim - uma animal lover assumida - foi impossível morar lá e não cuidar, brincar e me apaixonar pela pet da família.

Minha host family tem uma labradora linda chamada Betsy e o amor por ela foi instantâneo. Algumas vezes eu preferia mais cuidar da Betsy do que das kids hahhahah.



A gente compara várias coisas do Brasil com país que vivemos (preços, casa, segurança, política, dates, personalidades, transporte, etc), mas quase sempre esquecemos de ver a diferença entre nossos cuidados com os bichinhos, algo que muda MUITO, pelo menos entre o Brasil e o EUA.

Vou falar um pouquinho sobre essas diferenças entre os dois países, começando pela que mais me agradou, que é que os cachorros vivem e ficam dentro de casa. Eles compartilham todos os espaços da casa com a família. Não tem aquela coisa de "cachorro só do lado de fora", como acontece muitas vezes no Brasil.

O custo de manter um cachorro no EUA é muitíssimo alto, e muitas vezes antes de uma pessoa adquirir um cachorro (seja por compra ou adoção) é conferido se o futuro dono terá condições financeiras e de boas condições de vida para mantê-lo.




Os cachorrinhos no EUA também são bem quietinhos, talvez pelo fato de ficarem bastante dentro de casa. Quase nunca latem ou rosnam. Um exemplo disso é a Betsy, que por todo o tempo que morei com a host family, só a ouvi latir uma única vez para um esquilo que entrou na cozinha para pegar comida.

E a maior e melhor diferença de todas na minha opinião: não existe cachorro de rua. Estive um bom tempo no EUA e Canadá, passei por várias cidades e nunca vi nenhum cachorrinho de rua. Há uma grande preocupação com a causa, e existem muitas pessoas interessadas em adotá-los ou ajudá-los em instituições. 

Enfim, acredito que o Brasil deveria seguir esse exemplo. E au pairs que têm bichinhos, cuidem e amem muuuuito seus host pets, pois o amor que os animaizinhos nos dão não muda nada de um país para o outro. 

Abaixo vai um vídeo que fiz da minha host dog Betsy!





Beijo

quarta-feira, janeiro 17, 2018

New Jersey x Chicago

Oi gente

Tudo bem com vocês?

Bem, no post do mês passado eu contei pra vocês que uma host family de New Jersey me pediu o match. Eu fiquei super surpresa porque foi tudo muito rápido! Dois dias seguidos de Skype e então, o pedido. No entanto, preciso voltar um pouquinho no tempo para atualizar vocês. 

Nessa mesma semana (em dezembro) eu tinha visto um oferecimento de família (em Chicago) no grupão do Facebook. Vi que cumpria todos os “requisitos” e mandei mensagem para au pair atual com o meu número da APIA. Ela disse que realmente o meu perfil batia com o que eles estavam procurando (no quesito idade, experiências, inglês). Aí ela disse que logo eles entrariam no meu perfil para marcar Skype. Isso foi numa segunda-feira. Enquanto isso na terça e na quarta eu conversei por Skype com essa família de New Jersey que já estava em meu perfil. Eles têm dois meninos de 10 e 13 anos. Depois do segundo skype recebi o e-mail com o convite para ser a au pair deles! Como eu já mencionei, fiquei realmente surpresa, feliz e ao mesmo tempo, confusa. 


                                        AI MEU DEUS E AGORA?



Durante o meu processo (como acontece geralmente nesse mundo “aupairiano” rs) eu conversei com várias famílias, respondi a inúmeras perguntas via e-mail e por mais que algumas conversas tenham fluído super bem, o match nunca chegava; por isso o choque diante da decisão rápida dessa família. Respondi que estava feliz por terem me escolhido mas que precisava conversar com meus pais e meu irmão sobre e que em breve daria uma resposta. A família tinha sim muitos pontos positivos e pareciam bem bacanas mas eu ainda estava assimilando tudo e esclarecendo as dúvidas com a atual au pair.


Bem...eu estava considerando aceitar imaginando que a outra família não entraria em contato. Eis que na quinta-feira eles entram no meu perfil já querendo marcar o Skype! Fiquei empolgada porque teria a oportunidade de conhecê-los antes de tomar uma decisão. 

Fizemos o Skype no mesmo dia (eu e os pais), pois contei a eles todo o meu processo e eles perceberam a minha urgência em me resolver. No dia seguinte conheci as meninas, gêmeas de 12 anos recém-completos, e gostei muito delas. E em seguida, veio o pedido de match. Again. Dois dias seguidos. E aí foi um tal de fazer as listas de prós e contras (eu, particularmente, acho que adoraria morar nos dois lugares...), mas o que pesou mesmo foi pensar no que eu queria, bem lá no fundo.  Então segui meu coração, escolhi a família de Chicago e é pra lá que eu vou! Confesso que foi difícil dispensar a outra família, eles são bem legais também, mas a vida é isso, aprender a dizer "não" também faz parte do processo.  



                                           The bean - Chicago
                             


E pensar que antes eu conversava com host families que eu sentia que não eram pra mim por puro medo de ficar sem família. Hoje eu vejo que tudo acontece na hora certa, nem antes, nem depois. A au pair atual da minha família é uma fofa e sou muito grata a ela por toda a ajuda.

Agora é correr atrás de tudo: mala, roupas, documentos, exames médicos. Meu visto está agendado para HOJE! (me desejem sorte! rs). E ah, meu baile de formatura será nesse fim de semana, então essa está sendo uma semana intensa. E de muitas alegrias também, tenho certeza! Mês que vem eu volto contando sobre o visto e os detalhes finais dessa preparação de 6 meses para começar essa aventura!

Beijos e até lá :) 

terça-feira, janeiro 16, 2018

Continuação - fim do intercâmbio nos EUA e a decisão de ir para a Holanda

Bom dia, pessoal!! 

Estou de volta pra terminar de contar a minha saga nos Estados Unidos e a partida para o Reino dos Países Baixos (também conhecido como Holanda ou Holandinha do amor para os íntimos hahah). Antes de começar a soltar o verbo, queria desejar, novamente um ótimo 2018 para todo mundo e perguntar se vocês já começaram a se movimentar para que seus sonhos de realizem. Lembrem-se que ninguém vai sonhar nossos sonhos pra gente. Então, força na peruca e vamos atrás do que queremos!!

No post passado eu comecei a contar a minha experiência nos EUA, mas como ficou muito longo, deixei o assunto pela metade e estou aqui para terminar. Com menos de 2 meses de EUA eu passei pelo temido rematch e não tive um final feliz (pelo menos era o que acreditava na época, né? Hoje sei que foi a melhor coisa que podia ter me acontecido!). Agora vou contar como aconteceu e o desenrolar de tudo. 

Naquele dia 12 de Fevereiro de 2013 eu sabia que alguma coisa boa não ia acontecer. Sabe aquele dia que já começa todo errado? Então, foi esse. Meus hosts tinham deixado o carro sem combustível, o único posto que tinha diesel na vizinhança estava com a bomba quebrada, rodei km até achar um, não estava passando cartão, procurei outro, tinha prova pra fazer num college pra começar a estudar, estava atrasada.. enfim, tudo errado. Cheguei a quase ficar sem combustível na highway, mas mantive a esperança, achei o posto, abasteci e já tava quase dando pulos quando vi que faltava menos de 2 quarteirões pra eu chegar no college e encontrar minha amiga.

Parei naquelas intersections (que eu odeio até hoje e tenho frio na barriga toda vez que estou num carro em uma delas), observei o trânsito e tudo parecia okay. Nenhum carro vindo, carros parados, então comecei a me preparar para virar à esquerda e foi aí que tudo aconteceu. Quando eu vi, eu já tava rodopiando e em menos de 5 minutos a polícia chegou. A policial foi muito simpática e atenciosa (até me desejou parabéns, já que meu aniversário era dali a 4 dias) e entregou a multa para mim e para outra moça lá mesmo. 

Eu e a outra motorista fomos para o hospital, mas não aconteceu nada sério com ninguém. O air bag queimou minha mão e eu fiquei com marcas do cinto, mas nada grave. Lembro o que minha host falou quando chegou lá, disse que estava feliz que eu estava bem e quando eu falei que estava preocupada com o carro, ela respondeu (eu lembro como se fosse ontem): "cars can be fixed, people can't. I'm glad you are okay". Quando ouvi isso até me deu um alívio, já que eu morria de medo de rematch. 

Ah, eu mal sabia o que estava por vir... A LCC me mandou uma mensagem mais para o fim do dia dizendo que tinha ficado sabendo do acidente e que no dia seguinte iria ver como eu estava (eu inocente nem me toquei). Na manhã seguinte ela chegou e sentou comigo e meu host e aí me informaram que eu estava em rematch, mas que não era por causa do acidente (fiquei ué, por quê então, né?). Enfim, as duas semanas de rematch foram péssimas e eu não via a hora de me ver livre de tudo isso, mesmo que fosse pra voltar pro Brasil. 

Não achei família em duas semanas e eu mesma paguei meu voo pro Brasil. Avisei a agência que tinha comprado a passagem saindo de Orlando e que eles precisavam dar um jeito de me levar até lá, pois eu não tinha como chegar até o aeroporto. Então, minha LCC me buscou, pagou hotel e me levou pro aeroporto. Quando embarquei no avião estava aliviada e pronta para deixar tudo aquilo para trás. Pena que não foi assim.

Uns 4 dias depois que cheguei no Brasil, o host me mandou um e-mail que a motorista tinha entrado com processo. E foi aí que o pesadelo parte 2 começou. A host family me mandava e-mail, o seguro me mandava e-mail, a APC me mandava e-mail. Por fim, descobri que a moça estava processando, pois ela também tomou multa (por cruzar o sinal vermelho) e o seguro dela não queria cobrir. 

Além disso, descobri que a família não tinha me colocado no seguro do carro e eles estavam querendo que eu fosse declarada culpada para arcar com as despesas do meu bolso, já que o seguro não iria pagar. Chegou um ponto que a agência me disse para parar de responder às mensagens da família e dizer para eles que contatassem a advogada da Au Pair Care, pois eu já estava no Brasil e não tinha nada o que eu falar com eles mais. Isso durou meses, era uma dor de cabeça sem tamanho e eu ficava desesperada pensando como eu ia pagar qualquer coisa em dólar, né? Para vocês terem ideia, quando o caso foi encerrado já fazia 1 mês que eu estava na Holanda. 

Não preciso nem dizer o baque que foi voltar para o Brasil... Eu tinha  me planejado por tanto tempo, tinha tantos planos, abandonei tanta coisa (como a maioria das pessoas) e recebi aquele banho de água gelada. 

O retorno foi muito difícil, muito mesmo, fui à psicóloga, queria voltar a todo custo, pesquisei mil jeitos de voltar pros EUA. Até que um dia acordei e pensei "que saber, meu negócio é sair do Brasil, vou pesquisar outro programa de Au Pair". Eu nem me lembro como cheguei até a Holanda, mas lembro que decidi ir pra lá por causa do idioma, já que diziam que apenas inglês era suficiente. 

Pois bem, entrei em contato com a HBN que me aceitou mesmo sem ter referência da Host Family (minha ex-LCC tinha escrito uma carta de referência e eles aceitaram) e decidi ir sem criar expectativas. Eu não pesquisei NADA sobre o país, nada mesmo. Eu sabia apenas que tinha maconha e bicicleta... nada mais. Lembro que pesquisei também "Snow in Amsterdam" já que  meu sonho ainda era ver neve hahaha.

Depois da minha experiência nos EUA vocês devem pensar que fui bem criteriosa pra escolher família, né? Errado hahahahah, eu só queria sair do Brasil. Eu lembro que coloquei no meu app da Holanda que a única idade que eu não tinha experiência era recém nascido e, que embora eu tivesse carta de motorista, não queria dirigir. Um pirulito pra quem adivinhar como era a minha host family. Fechei match com a host grávida (precisavam para dali um mês), tinha que dirigir e eles precisavam só por 6 meses (ou seja, eu teria rematch 101% de certeza). Loucura? Pode ter sido... mas querem saber, foi a melhor coisa que fiz! 

Não me arrependo nem meio segundo, foram 6 meses maravilhosos e eu não mudaria nada. Quando fazia 4 meses que eu estava na Holanda já comecei a entrar em contato com a agência para saber da troca de família. Consegui outra sem problemas, mas isso fica de assunto para outro post! Se deixar eu falo da Holandinha do amor o dia inteiro! 

Por hoje acho que está bom! Próximo post vou falar um pouco mais da Holanda e da minha experiência por lá! 

Como eu disse, não tenho quase fotos dos EUA, então vou deixar aqui 3 fotos minha no meu último dia em Amsterdam, antes de voltar pro Brasil depois de um ano maravilhoso como Au Pair.


segunda-feira, janeiro 15, 2018

Volta ao Brasil depois de 1 ano e 2 meses na Bélgica | Tô enlouquecendo ou tô amando?

Feliz ano novo!!
Tô atrasada eu sei, mas quero mandar boas energias para vocês e espero que comecem o ano com o pé direito. 

Para dar sequência ao meu último post "PÓS AU PAIR NA BÉLGICA: Vida nova em 2018 feat. O que fazer?", quero falar com vocês sobre a minha chegada no Brasil. Vou ficar por aqui por cerca de 1 mês e quero dividir com vocês minhas impressões agora que estou no meu antigo "lar doce lar".

Eu cheguei em Praia Grande, litoral de SP, onde meus pais e familiares moram há pouco mais de uma semana. Vim direto de Portugal, onde passei uma semana de férias antes de voltar pro Brasil. 

Cascais - Portugal
Essa primeira semana no Brasil eu reservei para ficar com meus pais e parentes, e foi uma delícia (ainda está sendo uma delícia). Comer a comidinha da mamãe não tem preço e ser muito mimada e amada é bom demais.

Estou no Brasil há pouco tempo, e com data marcada para ir embora, mas não tive nenhum choque cultural como algumas meninas que voltam têm. Não desejei estar na Europa nenhum dia desde que estou aqui. É como se eu nunca tivesse saído do Brasil. Na verdade, me sinto em casa aqui, como me sinto em casa na Europa.

Eu acho que eu mudei mais do que o Brasil. Pelo menos minha cidade continua muito parecida com as lembranças que eu tinha. Achei que iria morrer de medo da violência quando voltasse, mas estou lidando bem com a realidade aqui. Continuo com medo, mas eu nunca deixei de estar sempre em alerta; nem mesmo quando morava na Bélgica, pois cada lugar tem seus problemas e a gente tem que se adaptar a realidade do momento.

Eu penso que se eu tivesse que viver no Brasil novamente eu viveria. Encontraria um trabalho, começaria uma outra faculdade e seguiria minha vida como sempre fiz. Por mais que eu não me identifique tanto com o Brasil, é o lugar onde eu nasci e cresci, onde minha família e amigos estão e onde comecei a escrever minha história. Não posso apagar de onde vim, e nem quero, pois grande parte da pessoa que sou, tem a ver com as minhas raízes. 

O Brasil vive um momento muito difícil, mas ainda sim é um lugar que posso chamar de lar. É pra onde eu posso voltar sempre que quiser e precisar. Não julgo quem não pensa em voltar, mas entendo quem tem dúvidas sobre ficar.

Minha melhor amiga e melhor mãe do mundo

Respondendo a pergunta título do meu post, não estou enlouquecendo de vontade de ir embora. Pelo contrário, estou amando estar aqui. E minha mensagem pra quem tem medo de voltar é:

"Se você foi capaz de bater suas asas e voar longe o bastante uma vez, não tenha medo de voar mais uma vez".

Voltar para o Brasil não significa se enterrar num buraco e não sair nunca mais. Você pode sim voltar, traçar novos planos e voar novamente, se não achar que o seu lugar é aqui. Acredite em você e nunca deixe de sonhar!

Um beijo e até dia 30.


Por Valeska Monteiro
Twitter
E-mail: vikingbrasileira@gmail.com

sábado, janeiro 13, 2018

Fazendo as malas - Holanda, see you soon!



Oi gente linda, tudo bem?

Cá estou eu, 4 dias antes do embarque - extasiada entre fazer as malas, as compras e a correria das despedidas.
Confesso que eu acho que esse post além de ser para os leitores, é também para mim mesma.

Nos últimos dias fiquei listando mentalmente todos os medos e incertezas que estão passando pela minha cabeça (e de outras meninas) nesse momento e pensei que em um futuro próximo, após a adaptação na minha nova vida, seria no mínimo interessante os ler novamente e saber quais dessas "pré-ocupações" de fato fizeram sentido e quais foram desperdício de energia.

Acredito que quem está na mesma situação, ou quem já passou por isso antes  se identificará com as neuras que sentimos antes de chegar no nosso destino. Fiz uma lista dos 10+ que ouvi nos últimos dias, incluindo os meus próprios:

  • da HF não cumprir schedule e regras do programa;
  • das kids não gostarem/se adaptarem a você;
  • de não atingir as expectativas da host family, ou eles à sua;
  • da HF ficar comparando seu trabalho com a ex au pair, caso tenha;
  • de não ter ideias ou ser criativa o necessário para entreter as kids;
  • de se adaptar ao transporte, alimentação, rotina;
  • de se sentir sozinho (a);
  • de não conseguir entender/se comunicar com as kids;
  • de não conseguir se expressar bem em outro idioma;
  • de sentir demasiadamente a falta da família;

Depois que fiz a lista, me peguei pensando: mas gente, é muita neura né?! Muita preocupação por coisas que nem aconteceram ainda! Vale a pena será?! 

Eu decidi por colocar todas as minhas em uma gaveta, trancadas num cantinho da minha cabeça onde o meu eu neurótica não pode achá-las. E vou dizer que tem dado certo! Se você se identifica, tente fazer o mesmo! "Stay positive!"
Enquanto estava focada nessas incertezas, não conseguia me concentrar no que realmente importava, e é incrível como esses pensamentos fogem do nosso controle se deixarmos.
Assim como não podemos viver no passado, também não o podemos fazer no futuro. Nosso tempo é o agora, o presente. Tem horas que ansiedade bate sim, afinal ninguém é de ferro, né. Mas é importante saber o caminho de volta à luz, haha.

Hoje tô me considerando tranquila, contando os dias pra embarcar nessa aventura, de coração aberto, sem expectativas muito elevadas, mas também com pensamentos extremamente positivos.

Espero que 2018 surpreenda a mim, e a todos os que estão prestes a encarar alguma mudança ou novo desafio, seja ele o que for :)

Vejo vocês em breve, no próximo dia 01, quando já terei novidades da Holandinha…


Beijos beijos!
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Dai ❤

Instagram: daianitobaldini
Blog: Eu + Rahysa temos nosso bloguinho onde além do Au Pair, compartilhamos sobre os preparativos do nosso ano de intercâmbio e (após nossa chegada) sobre viagens, perrengues, rotinas e afins! Confere lá: A Ponte Blog.